Colegas Pedem Emprestado

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Mulheres…
Mulheres que moldam gerações, que despertam sensações.
Que não pedem permissão para existir…

Que são o que são:
mães, artistas, esposas, poetas,
escritoras, cantoras, psicólogas, filósofas…
Mulheres.

Belas mulheres em toda a sua essência.

Mulheres presentes em toda a sua intensidade.

Como admiro essas mulheres…
Que tocam a alma, que se permitem.

Que transbordam o universo dentro de si.

Que são livres, mesmo em meio às suas limitações…

Ana Caroline Marinato

⁠Há dores que não pedem licença —
chegam, viram tudo do avesso, e nos obrigam a reencontrar partes que estavam esquecidas.
Dores que esvaziam para depois preencher com mais verdade.
Que quebram… mas, no caco, revelam uma nova força.

Tem dor que não é castigo —
é recomeço disfarçado.
É o modo da vida nos lembrar do que importa,
nos afastar do que pesa,
nos conduzir pra dentro,
onde mora o que ninguém pode tirar.

Algumas dores não nos destroem.
Nos transformam.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Nem todo dia é leve.
Nem toda manhã chega com o sol.
Há caminhos que pedem silêncio,
outros que exigem força além do que se tem.

Mas, ainda assim… eu sigo.
Com o coração cansado, às vezes.
Com os olhos marejados, muitas vezes.
Mas sigo.

Porque dentro de mim mora uma certeza que não desiste:
o tempo pode ser difícil,
mas existe uma esperança em mim
que não conhece o fim.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Bom dia!


Tem dias que pedem delicadeza,
não pressa.


Então vai com calma.
Sem se cobrar tanto,
sem exigir respostas que ainda estão nascendo.


A vida também se ajeita
nos passos pequenos,
nos respiros fundos,
nos recomeços que ninguém vê.


Que hoje você se permita ir…
com leveza no coração
e fé no que ainda vai florescer.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Há pessoas que pedem fartura enquanto permanecem emocionalmente fiéis à escassez.

“A moxa lembra que há dores que pedem calor, mas todo calor precisa de discernimento para não virar excesso.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há sofrimentos que não pedem explicação imediata; pedem continente, presença e tempo para nascer como pensamento.”
Do livro Pensar é Sofrer — A Psicanálise do Indizível em Bion: Dor, Vínculo e Nascimento do Pensamento no Silêncio da Mente, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Há homens que pedem perdão a Deus, mas negociam com o próprio pecado todos os dias.

Nem todo cansaço pede força, alguns pedem pausa.

Conquistas pedem testemunhas certas, não ampla plateia .

Quando experimenta-se a sensação da pequena luz de uma conquista,⁠ o corpo e a mente pedem por mais.
Saiba escolher suas ambições

Algumas pessoas pedem para serem esquecidas.

Depois do Acaso.


Existem coisas que não pedem explicação. Apenas acontecem...


Como aquele sentimento que chega devagar, sem fazer barulho, e quando você percebe já ocupou espaços que antes pareciam vazios.


Talvez algumas histórias comecem muito antes do primeiro olhar. Talvez alguns encontros sejam escritos em lugares que a gente nunca vai entender. Ou talvez o destino tenha suas próprias manias, seus próprios caminhos e seus próprios segredos.


Durante muito tempo eu acreditei que tudo era coincidência. As pessoas chegam, as pessoas vão embora, os dias passam e a vida continua. Mas, diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.


É estranho como tudo muda tão rápido. Ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas escolhas, pelas dores e pelos sentimentos que a vida coloca no nosso caminho. A vida é imprevisível, sempre foi. Ela tira, ela devolve, ela confunde. Mas, no meio desse caos bonito, às vezes ela nos coloca exatamente onde deveríamos estar.


No meio da correria dos dias, entre conversas simples e momentos que pareciam comuns, alguém começou a transformar o meu mundo sem perceber. E foi estranho, porque não aconteceu de uma vez. Foi um detalhe aqui, um sorriso ali, uma palavra no momento certo, um olhar impossível de esquecer.


Quando percebi, eu já estava admirando tudo. A intensidade, a doçura, a forma como você sente as coisas, a maneira como se preocupa e esse coração enorme que carrega dentro de si. Talvez seja cedo para promessas, mas não é cedo para ser sincero.


Eu gosto de quem você é.


Gosto da paz que você me traz. Gosto da forma como meu coração acelera quando penso em você. Gosto da ideia de conhecer seus sonhos, suas histórias, seus medos, suas manias e cada pedacinho do universo que existe dentro de você.


Não sei se isso é destino ou apenas uma coincidência muito bonita. Só sei que algumas pessoas passam pela nossa vida, outras deixam marcas, mas existem aquelas raras que fazem a gente acreditar que certos encontros não acontecem por acaso.


Talvez eu seja o incerto que nasceu para provar que pode dar certo. Talvez o amor não seja sobre ter todas as respostas agora, mas sobre escolher permanecer enquanto elas são descobertas. Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.


E, se existe uma coisa que eu tenho certeza neste momento, é que cada palavra escrita aqui encontrou o mesmo destino antes mesmo de nascer.


Você.


A minha Bruxa.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

O medo veio com argumentos, respondi com ações que não pedem prova, a coragem tornou-se hábito.

A vida me ensinou que nem toda dor precisa ser vista, algumas apenas pedem o silêncio e a presença de Deus.

Há dores que não pedem cura, pedem espaço. Porque, quando negadas, não desaparecem… apodrecem em silêncio e, inevitavelmente, destroem tudo ao redor.

Há tristezas que não pedem consolo, apenas uma cadeira vazia e o respeito de quem aprendeu a ouvir o próprio ruído interno.

Quando você não obedece a ninguém e não manda em ninguém, não faz o que pedem, não trabalha no que querem, não age como querem, mas faz apenas o que quer, o que tem vontade, o que te satisfaz, o que te faz viver, para você, para sua vida, para o seu eu, sua vida fica muito melhor.


Não obedeço, nem mando em ninguém, apenas vivo, fazendo o que me dá vontade, o que me satisfaz, o que me acrescenta, o que me muda para melhor, o que me evolui internamente, por mim mesmo.

"Algumas coisas só pedem presença."


projeto Trilho365