Coleção pessoal de VerbosdoVerbo
A mídia não visa a informar os fatos; funciona como uma máquina de engenharia social voltada à demolição da inteligência e à doutrinação das massas para impor a agenda do establishment global e do poder corporativo.
A mídia moderna não se importa com a verdade dos fatos; tornou-se uma máquina deliberada de engenharia ideológica marxista, projetada para alienar a população da verdade.
A mídia contemporânea mostra-se indiferente à verdade dos fatos; converteu-se em uma agência de engenharia comportamental, manipulando a percepção das massas para que as suas mentes andem em conformidade com a cartilha e a agenda dos donos do poder econômico e corporativo.
Se a hipocrisia e o fracasso dos homens fizeram você abandonar a sua cruz, isso prova que a sua fé não estava ancorada em Cristo, mas apenas alimentando as conveniências da carne. Pois aquele que verdadeiramente caminha com o Deus vivo persevera diante dos fariseus, mesmo que toda a igreja decida apostatar.
O Evangelho é profundo demais para fincar raízes em um coração que deseja continuar superficial. Deus não revela Seus maiores tesouros a quem apenas busca Seus benefícios, mas àquele que se rende à Sua presença.
O hipócrita ama a verdade... desde que ela afague o seu ego. A verdade só é bem-vinda enquanto serve de chicote para o outro; quando vem para desmascarar a sua própria conduta, ele ofende-se, revolta-se e alega estar sendo julgado.
A Bíblia conta uma única história, que começa em Gênesis e termina em Apocalipse. Com mais de 340.000 referências cruzadas interligando os seus livros, esse design matemático prova uma verdade inquestionável: a inspiração divina é real.
O Novo Testamento respira o Antigo. Os evangelhos, as cartas e o Apocalipse encontram suas raízes nas Escrituras veterotestamentárias. Não há separação, mas sim continuidade.
Deus pré-conhece tudo o que o coração decide em secreto. Sua omnipresença sonda todas as contingências, sem jamais as determinar.
Ouça-me: não há lugar no universo, nem mesmo nos porões mais profundos do seu coração, onde você possa se esconder do Deus Santo. Ele conhece cada intenção secreta, pois os olhos do Todo-Poderoso sondam todas as coisas. Nenhuma criatura está oculta diante de Sua majestade terrível e soberana.
Deus não é um espectador casual da fachada religiosa; seus olhos de fogo penetram as catacumbas mais escuras e ocultas do coração humano, para onde nenhum homem ousa olhar. Diante do Altíssimo, não existem segredos, e nenhum pecador pode erguer uma parede que mude o cenário de Sua terrível e santa presença.
A graça divina precede o mérito humano, operando a salvação não por virtude nossa, mas pela livre e condescendente misericórdia de Deus, que nos alcança em nossa total depravação.
A salvação não é conquistada por quem somos, mas é a resposta ao amor e à graça de Deus. Esta graça nos alcança apesar da nossa natureza pecaminosa e nos capacita tanto a crer quanto a receber a salvação.
O velho homem que habita em nós é um monarca deposto, mas terrivelmente vivo. Ele morre com uma relutância agônica, recusando-se a abandonar o trono de nossa alma, e não sucumbe facilmente aos nossos desejos por comunhão com Deus. Esta é a dura realidade da cruz: a natureza adâmica resiste até o fim, exigindo que a batalha contra a carne seja travada todos os dias de nossa peregrinação terrena.
A igreja moderna está cheia de animadores de auditório entretendo o povo com superficialidades; o que nos falta são homens para expor as nossas misérias e para nos fazer cair de joelhos, prostrados pela graça, em vez de nos levantar cheios de soberba e justiça própria.
Ser um cristão de esquerda é quase o mesmo que ser um cristão ateu. O socialismo, com seu materialismo, gera uma contradição teológica incompatível com os princípios do Evangelho da graça, da vida e da liberdade humana.
Não precisamos de homens que massageiem o nosso ego e nos façam ficar de pé, aplaudindo o próprio orgulho. Precisamos de profetas que preguem a santidade de Deus de tal maneira que a igreja caia de joelhos, quebrantada e em tremor diante do Deus Altíssimo!
O verdadeiro teólogo não é o burocrata da religião, o rato de biblioteca que transforma o Absoluto em um punhado de teses mortas para massagear o próprio ego acadêmico. O verdadeiro teólogo é aquele que se derrama, que se esvazia de si mesmo, que compreende que o conhecimento de Deus não se resolve na sinapse cerebral, mas no quebrantamento do coração. Ele não estuda de pé, empavonado em sua arrogância hermenêutica, mas estuda de joelhos, dobrado pelo peso da Graça — momento em que a teologia deixa de ser uma tese e se torna adoração em espírito e em verdade.
