Coleção pessoal de valdir_junior_5

201 - 220 do total de 630 pensamentos na coleção de valdir_junior_5

Quando o púlpito vira comitê eleitoral, a cruz é trocada pelo espelho e a humildade pelo autoritarismo.

O líder narcisista não quer salvar almas, ele quer somar votos para validar sua própria grandeza.

Manipular a fé alheia para obter poder político não é liderança, é estelionato espiritual.

No palanque do narcisista religioso, o Evangelho é o roteiro e o fiel é o financiador de sua sede de poder.

Para quem é narcisista, o Evangelho não é sobre sacrifício, é sobre o privilégio de estar sempre certo.

O próprio narcisista faz da igreja o seu espelho e do púlpito o seu trono.

Ele não busca a conversão do coração, mas a submissão de todos ao seu 'jeito santo' de ser.

O narcisista evangélico lê a Bíblia procurando justificativas para o seu orgulho e armas para o seu controle.

O próprio narcisista se esconde sob o manto da religião para que sua arrogância seja confundida com autoridade espiritual.

Nada é mais perigoso que o narcisista que se sente ungido: ele não comete erros, apenas 'cumpre propósitos'.

Para o narcisista religioso, o 'Espírito Santo' é apenas o nome que ele dá à sua própria intuição e vontade.

O evangélico narcisista não adora a Deus; ele adora a ideia de ser o escolhido de Deus.

A caridade narcisista não busca ajudar o necessitado, mas sim garantir a foto para mostrar o quão 'abençoado' ele é.

Quem usa a doutrina para se sentir superior aos outros não entendeu a graça; apenas alimentou o próprio ego.

O narcisismo evangélico se esconde atrás de uma 'falsa modéstia' que só serve para atrair elogios à sua própria espiritualidade.

Substituir a cruz pelo espelho é a forma mais sutil de abandonar o verdadeiro cristianismo.

O maior pecado do religioso narcisista é acreditar que ele é o padrão de santidade pelo qual o mundo deve ser julgado.

No narcisismo gospel, Deus não é o Senhor, é o assistente pessoal de quem ora.

O narcisista usa a Bíblia como escudo para suas falhas e como espada para as falhas dos outros.

Não confunda convicção de fé com a incapacidade narcisista de ouvir o próximo.