Coleção pessoal de GESTOR
Sem governança, a empresa pode até crescer; o que ela dificilmente consegue é permanecer justa, previsível e respeitável ao longo do tempo.
Uma cultura empresarial adoecida nem sempre começa no erro técnico, mas na tolerância ao erro moral.
O empreendedor não se define apenas pelo que sonha, mas pela firmeza com que sustenta o que decidiu construir.
Governança corporativa não existe para burocratizar a empresa, mas para dar legitimidade ao exercício do poder.
Toda empresa começa a se enfraquecer no dia em que sua prática já não suporta a verdade do seu próprio discurso.
Quem transforma conveniência em princípio começa a perder a capacidade de distinguir o justo do útil.
A autoridade mais respeitável não nasce do cargo, mas da retidão com que o homem conduz a própria vida.
A opacidade pode preservar conveniências imediatas, mas é a transparência que sustenta a confiança necessária à permanência das instituições.
Toda sociedade que banaliza o certo e o errado prepara, ainda que lentamente, a sua própria decadência humana.
Empresas podem crescer em tamanho sem crescer em dignidade, e nisso reside parte da decadência do nosso tempo.
Uma empresa revela sua verdadeira grandeza não apenas pelo que vende, mas pela forma como trata pessoas, deveres e limites.
Justiça na liderança é o que mantém a empresa previsível, respeitável e forte — por dentro e por fora.
O Natal é a celebração do nascimento do Filho eterno de Deus, que se fez homem. CRISTO JESUS, sendo 100% Deus, assumiu plenamente a natureza humana, vivendo entre nós como verdadeiro homem, sem jamais deixar de ser Deus. Viveu sem pecado, puro, imaculado, isento de qualquer nódoa moral.
ELE é o nosso Redentor e Salvador.
O Cordeiro venceu.
Vamos segui-LO!
