Coleção pessoal de ricardovbarradas

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Os pigmentos são os caracteres da vida, quentes e frios, claros e escuros. A clara de ovo não tão aquosa é a gema da criação. O pincel o vigor impetuoso do artista diante a sagrada exata conjunção e concepção entre uma em um milhão de possibilidades mas que unicamente fecunda e pelo milagre da vida em nove atos nasce uma nova obra de arte.

Eternamente Vou Amar, EVA extraída das costelas de Adão na magia da vida e da concepção. Filhas de Eva feliz dia 8 de Março.

A cada novo aniversário ficamos felizes pois renova-se em vida novas oportunidades para darmos mais amor a muitos outros na pequena centelha do tanto que temos pra agradecer.

Gestos de carinho para com a vida não tem hora e nem lugar, nunca estão atrasados, nem tem lugar marcado e muito menos fora de moda.

Cabe aos Conselhos Municipais de Cultura e Cidadania funcionarem como meio de registro, estudo, resgate e documentação de toda cultura artística e artesanal regional. A cultura nada mais é que o registro do modo de fazer que gera a oportunidade de repetir o feito para frente indeterminadamente. O conselho deve promover a criação de uma biblioteca cultural e que nela tenha os registros de tudo que caracteriza a cultura popular da especifica tradição regional. Assim como a cultura da gastronomia dos pratos típicos locais, doces, bolos, biscoitos e tudo que comemos e apreciamos por serem deliciosos, a cultura das bebidas artesanais, das aguardentes, cachaças e licores. A cultura vestuário das roupas celebrativas das festas populares, dos mantos, das toalhas e dos enfeites e adornos das linhas, das fibras e dos tecidos. A cultura da marcenaria que artisticamente gera objetos utilitários, imagens e pequenos moveis em arte primaria no uso das madeiras. A cultura da musica, cantigas dos folguedos e os cantos das romarias. Sendo assim todos os conselhos municipais de cultura e cidadania devem ser por excelência o grande biblioteca cultural local, o local cidadão de guarda e registro de cada identidade regional e ter a difícil tarefa de promoção e apoio incondicional da cultura local e da permanência futura dos modos de fazer. Acredito no convite dos mestres das culturas populares locais como participantes entre os membros acadêmicos e sociais comunitários eleitos para cada gestão. Mas todos sempre em uma unica direção e sentido de ser o repositório de toda cultura local, municipal e regional que tanto fortalece nossa soberana e impar identidade na diversidade cultural brasileira.

Toda a municipalidade deve buscar sua especifica identidade e com a sociedade civil edificar caminhos para melhor congraçar seus particulares locais interesses.

Infelizmente é fato, não tem limites divisórios para a ignorância e a estupidez.

Sou um fervoroso adepto e cristão, sigo os passos de amor do meu mestre Jesus e de alguns santos gurus. Sendo assim, espelho minha vida a exemplo da vida dos grandes mestres, nunca casei pois se fosse o mais acertado tanto Jesus e os Gurus, teriam feito.

O Brasil ainda cresce desordenadamente pois ainda não aprendeu a trabalhar em feliz e produtiva convivência em uma só direção.

O Carnaval brasileiro um bom espetáculo de exportação mas internamente ainda pequeno pois não tem a união de todas as artes e suas múltiplas possibilidades das plataformas criativas do Brasil. Acredito sim, que um dia vai ser maior e será gigante em todo o mundo e aqui.

A grande novidade do Carnaval brasileiro do século XXI, são as bandas e as folias de Momo das seitas neo-pentecostais. Parece mesmo que com Deus os pecados da carne ficam bem menores.

A vida convida a novas conversas e a felizes descobertas, sempre.

A paquera boa vem por consentimento, vontades e interesses por olhares de ambos os lados.

Não existe G na mulher que fique adormecido para sempre.

Diante do verdadeiro infeliz e medíocre até um elogio lhe incomoda.

Na verdade o que a cultura carioca, amazonense e brasileira não sabe é que veio de Lisboa a ideia de todo o calçamento feito com pedras portuguesas, as mesmas que vemos no Brasil, equivocadamente e não originalmente na praia de Copacabana na zona sul do Rio de Janeiro e em Manaus. Mas para quem achou ate hoje que o desenho das ondas, foram feitas pelo contraste das pedras brancas e pretas que seriam exclusividade do calçadão de Copacabana, e que representam as ondas do mar da famosa praia e bairro carioca, ou mesmo na praça em frente ao Teatro Amazonas em Manaus, representando ponto alto turístico manauara que é o encontro das águas de duas cores ocorrido naturalmente entre do Rio Negro com o Rio Solimões, estão todos equivocados. O desenho original se encontra na Praça do Rossio, ao final da Rua Augusta, em Lisboa, Portugal, que é historicamente comprovadamente muito mais antiga que as localidades brasileiras. O que sei é que a calçada de Copacabana, foi realizada um pouco depois de 1922, pois o Hotel Copacabana Palace não ficou pronto a tempo para o aniversario do primeiro centenário da independência do Brasil, 1822 - 1922, como queriam os Guinle e tempos depois um engenheiro discípulo de Francisco Franco Pereira Passos que foi um engenheiro também e político brasileiro, prefeito do então Distrito Federal que era o RJ entre 1902 e 1906, que concebeu a ideia não original de fazer o mesmo desenho lisbonense em Copacabana já que tinha importado as pedras portuguesas. Diante disto fica registrado então para toda cultura brasileira que não conhece o Brasil, a minha humilde homenagem a quem teve a original criatividade da majestosa obra emblemática e por conseguinte ao original criador português, de fato e de direito. Falta me elementos fiáveis para pesquisa mas pelo que acho que sei o desenho original português é alusivo ao fato histórico do Grande Terremoto de Lisboa.

A verdadeira arte não destrói o que quer que seja, o que destrói sobre qualquer coisa que existe como plataforma é uma ilegitima perversão destrutiva da anti-arte. A arte criativa em qualquer tempo exalta o que já existe, respeita e dialoga em seu tempo diante do esquecido, despercebido e do mais comum, revigora a existência na quintessência regenerativa da criação.

Quem é de Marte é de Marte mas quem é de Arte vive generosamente fazendo arte sem parar em todo o lugar.

Choro e fico triste sempre pela morte das crianças inocentes e das grandes almas mas diante aos adultos e velhos que não foram grande coisa nem boa pessoa em vida não derramo uma gota de lagrima se quer. Nem pelo dito cujo e muito menos pelas famílias e pelas comunidades que viverão alegres agora pois afinal ficaram livres dos desgraçados.

Na educação infantil integral da nova pedagogia para o século XXI toda criança ri e chora pela alegria e pela tristeza que passa a fazer parte de seu mundo pois a insensibilidade matemática só faz parte da robotização tecnológica.