Coleção pessoal de ricardovbarradas
Alguns dos mais importantes setores da arte e da cultura no Brasil, hoje se afogam em um oceano de incompetências regidos por marés meramente politicas.
O estudo, o enciclopedismo e conhecimento geral acadêmico só vale alguma coisa mesmo diante os buscadores da verdade, dos letrados e intelectualizados pois entre os arrogantes, vaidosos e analfabetos ao contrario da força bruta de mando que idolatram, tudo não passa de perda de tempo.
Criança é criança e adulto é adulto, pela criação de protocolos para a telefonia móvel em todo território nacional, disto isto só permitido para quem pode se responsabilizar civil e criminalmente. Tem que virar lei, o menor que for pego com um, só se for o mesmo numero da conta do responsável que garante acesso, do que vê, do que faz e com quem fala, se não for com numero do responsável, o mesmo responde criminalmente pelo crime de abandono, por isto e com multas severas e astronômicas.Com esta simples medida, muitas das loucuras da sociedade contemporânea infanto-juvenil iriam diminuir.
Do que vale uma juventude aparentemente bela mas egoísta, permissiva com mentiras, usos venais e ilusões morais para um futuro sem ética que não vale nada.
Um dos protocolos que a internet e a telefonia móvel internacional não quer implantar, seria de não ter portabilidade legal de tais tecnologias livres para menores de 16 anos. Assertivamente, só poderia ocorrer como um sub-numero de um adulto responsável e mesmo assim com uso restrito obrigatório que a não restrição seria criminalizado pela liberação de conteúdo improprio ao menor. Em nenhum mundo civilizado de hoje, pode haver plena liberdade de uso tecnológico sem parâmetros educativos e constitutivos para menores de idade.
Infelizmente chegamos a um estagio de politica internacional reversa e perversa que só mesmo o poder devastador de beligerância nuclear que garante soberanamente, a paz.
No Brasil de hoje a militarização de nossas forças armadas com novos contingentes e novos equipamentos bélicos tecnológicos, assim como de uma bomba nuclear, parece me ser, indispensáveis para promoção da paz, de nossa individual identitária cultura e da soberania nacional em todo território continental brasileiro.
A solidão é nossa perpetua e fiel companheira pelos caminhos que vão alem de dentro e o silencio nossa mais forte oração. Amor, generosidade e perdão oferecem a direção.
Quem ama de verdade e livre não se engana, sabe que por amor vai sempre um doador, de mais dar e se importar sem esperar trocar, mensurar ou receber, de volta do mesmo modo ou na mesma intensidade que ofertou um dia.
A vida promove mudanças sem aviso prévio cabe a nos por fé ,"criativarmos" da melhor forma possível o novo e seguir.
Não existe prova maior de ignorância e idiotice quando um punhado de analfabetos arrogantes equivocadamente abandonam e apagam uma secular tradição por uma frágil situação.
Liberdade de pensar, sempre. Liberdade de falar, nem sempre. Liberdade para amar por toda eternidade.
Tudo fica pra trás, a vida vai se acabando pois os que ligavam de vez em quando não ligam mais. Lembranças vazias que a vida nos trai. Não existem saudades afinal nunca foi tão generoso e bom assim se não dependesse de mim.
Tudo estranho a normalidade e ao conceitual previsível de qualquer natureza é taxado covardemente no inicio como doença e anormal.
Sou um portador de inteligências múltiplas, desde minha infância, antigamente falavam em um Q.I. acima de 130 e um contumaz pensador enciclopedista em diversas áreas do conhecimento. Sendo assim, quando sou citado pela academia em diversos trabalhos e nos meios acadêmicos bem heterogênicos, não me assusto e nem me surpreendo. Só não entendo direito por que jamais, escrevi um livro.
A harmonia do abstrato vence a milimetra do concreto por um milhão de vezes, a espontaneidade no erro que surge o acerto. Assim como a emoção vence a razão por muitas vezes pois do que nos valem a regras para todos se não temos a liberdade de muda las diante de um antigo erro.
A arte consegue falar e preencher lacunas em nosso espirito, que a mente aprisionada a velhos conceitos, que muitas das vezes não significam nada mas por limites equivocados, não consegue ver e dizer.
