Coleção pessoal de ricardovbarradas

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⁠Meu conhecimento sobre a Amazônia está intimamente ligado ao saber, ver e pensar de meu grande mestre e amigo o artista amazonense Moacir Andrade.

⁠A humildade e a generosidade são típicas dos maiores especialistas.

⁠Todo imbecil que adentra no mercado de arte brasileiro, em pouco tempo ganha uns trocados e se diz especialista de tudo.

O homem e a mulher amáveis predestinados a paternidade e a maternidade tem por obrigação natural manter saudáveis, livres, ⁠acolhidos e diferentes todos os filhotes, todas as sementes e todas as crianças do universo. Mesmo que não tenham a oportunidade genética de te los.

⁠Por sanidade existem limites até para a humildade.

⁠Qualquer ato de humildade exagerada rompendo o código de regras da comunidade é uma insensível e insensata vaidade.

⁠2022 Brasil Cultural, o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1922, está mais vivo do que nunca. Viva o canibalismo estrangeiro nas artes, resgatem a brasilidade pois o "Abaporu" de Tarsila já vive no exilio incondicional.

Feliz de todo aquele que diante do impossível e improvável é ⁠escolhido é chamado para vestir a armadura celeste e assumir o lugar sagrado de Anjo de Deus. Todas as maiores dificuldades desaparecem e todas as riquezas do mundo perdem seu valor. A vida põe em prova a fé, a bondade e a generosidade incógnita e sem vaidades. Afinal a gloria é exclusivamente e eternamente de Deus.

⁠Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.

⁠Em 2022 no Brasil, celebra se o primeiro centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Mais uma vez o ícone cultural deste movimento de brasilidade nas artes advém da nossa cultura ancestral indígena, são para mim carinhosamente, as filhas da figura masculina do Abaporu, do "homem que come" do período antropofágico de Tarsila do Amaral, que hoje vive no exilio. Elas chegam a nos pela Bienal, pelas belas artes indígenas, as nossas meninas indígenas, as Bonecas Carajás os ritxòkò, licocó, titxkòò ou litjokê vem revalidando a antropofagia cultural do original manifesto de Oswald de Andrade de 22 na promoção da brasilidade e do necessário canibalismo da cultura estrangeira cada vez mais neste período vivido hoje, entorpecido e agressivo da falsa globalização e das "fakes" da internet.

⁠A natureza animal, espiritual e individual é o melhor remédio e cura a longo prazo, aos principais males na nova vida adaptada de cada um.

⁠A pequena imperfeição revela a destreza da perfeição humana. O que é exatamente perfeito sem nenhuma falha, não é humano, é feito por uma maquina.

⁠O Espírito Santo de Deus encaminha os bons e generosos à vida dos aflitos e mais necessitados.

⁠Os lobos ferozes vestidos de cordeiros são extremamente sedutores mas vacilantes diante da primeira generosidade. Com isto vivem aparentemente felizes no meio de suas presas extremamente infelizes.

⁠Minha alma gêmea é míope, desorientada e totalmente estabanada. Digo isto por que até hoje, ela não me encontrou.

⁠Não tenho o menor direito de me sentir próximo ao perfeito mas sou bem mais poucos erros e muito mais acertos.

⁠Não se engane com as estrelas pois a bandeira do inferno é vermelha.

O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, ⁠divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.

⁠Politicas sociais, inclusivas e culturais me interessam mas politicagens demagógicas e sancionais de partidos políticos, não.

⁠A arte deve ganhar o mundo mas o artista cauteloso deve permanecer produtivo na origem.