Coleção pessoal de ricardovbarradas

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⁠Acredito em conexões e sintonias com freqüências de conhecimentos, que são captadas por canais humanos especiais, por meio de um cordão de prata, quando imergem num intenso estado de sonambulismo involuntário e vigília profunda. A maioria destas freqüências são imantadas de muitos sons, energias e cores mas o verdadeiro conhecimento aparece quando o canal chega a despertar, muitas das vezes de forma complexa simbólica e intuitiva preenchida.

⁠No mundo do faz de conta, sempre sou muito mais um avido aluno do que qualquer tipo de professor.

⁠Existe o momento, onde o silencio me conforta e diz tudo que eu preciso. Muito mais que as mil palavras de atenção e persuasão. As imagens ficam mais cores e reflexos, não se percebe o que dramaticamente querem dizer.

⁠Assim como foi no passado, pelos ditos doutores da igreja, hoje vivemos num período de Inquisição Politica, pelos doutores da democracia, tão unilateral e assustador como antes, onde serão vitimados muitos inocentes.

⁠Relações difíceis no contemporâneo, pessoas com preços em vez de valores. Benefícios em vez de relacionamentos. Em busca de ganhos em vez de trocas. Um egoísmo doentio sem a menor generosidade. Alguma beleza externa mas sem conteúdo de vida, algum.

⁠A robotização da nova geração incide na falta de comprometimento com a vida e seus múltiplos movimentos. Cada qual só pensa e só vê, o que lhe diz respeito, conseguem mecanicamente abstrair se da dor e do sofrimento alheio. Não são mais parte de nada, são unidades produtivas uniformes sem alma e sem espirito.

⁠Em época de amores líquidos, entre as mulheres interessantes surge os amores utilitários, trocas e cumplicidades mas ao mesmo tempo entre as mulheres vazias e rasas, surge os falsos amores mercenários, permissividade sem limites no agora e só pelo valor do dinheiro.

⁠Arte e politica é sempre uma combinação perigosa.

⁠A verdadeira modernidade da arte brasileira é muito mais indígena do que negra.

⁠A arte me parece ser uma atmosfera invisível que completa e realça todas as coisas.

⁠Independente da velocidade da jornada, o reconhecimento é tudo.

⁠As grandes respostas sempre estão aparentes mas poucos conseguem ver. O ser humano, viveu mais de 5.000 anos, um olhando para os olhos um do outro e com muito esforço inventaram a roda, que sempre esteve representada claramente nos olhos de todos que não conseguiam ver.

⁠O falo e o cálice são arquétipos primários de todas as culturas humanas.

Uma obra de arte, de um grande artista tem seu preço mas⁠ o conjunto das obras, que é a cultura artística da arte, sempre deve ser imensurável.

⁠Quão me é prospero o abandono do amor e a solidão. Parece mesmo que a saudade do amor eleva e leva a alma da gente, por caminhos infinitos antes nunca navegados.

⁠O Patriotismo Cultural, hoje nunca esteve tão forte. A luta da sociedade civil clama por soberania, liberdade e verdade. A nação unida enfrenta por justiça as meias verdades, como não existem verdades bipartidas, enfrentam as mentiras dos falsos donos do Brasil pela cívica unidade.

⁠O verdadeiro amor incomoda, o que se acomoda não é amor e sim uma tranqüila boa amizade branda e serena para se conviver.

⁠Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."

⁠Tempo e o vento, não sei ainda por qual dos dois me movimento. Fico atento, mas sem formular resposta a contento. Será o vento ou o tempo.

⁠Todo aquele que avalia uma obra de arte, pelo metro quadrado da obra, na verdade não passa de um vendedor de tecido. Da mesma forma que quem avalia uma arte jóia pelo peso, não passa de um comerciante de metais.