Coleção pessoal de ricardo_ferraz_1

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As pessoas só passam a ligar pra gente, quando a gente para de ligar pra elas. A regra é muito clara, dê amor, receba amor. Dê desprezo se quiser, só não reclame depois.
Ricardo F.

Às vezes o que a gente precisa, é de um porção de batata frita, uma Coca Cola gelada, e um par de olhos castanhos te olhando do outro lado da mesa.
Ricardo F.

Como é bonito e ao mesmo tempo difícil viver o surreal. Nós somos uma casa aberta sem portas e janelas, e sempre entra alguém, mas somente fica aqueles que o coração escolhe, aqueles que por mais que você tente manda-los embora, ainda assim, eles não se vão. E como é triste muitas vezes não podermos viver o que mora dentro. Como é difícil carrega-los para todos os lados, como um carma, um pedaço de nós, uma tatuagem traçada na pele e que jamais se apaga. A vida é um mistério tão complexo, que fica humanamente impossível saber se o que fazemos é o certo ou não, ela nos deixa a margem de dúvidas justamente para isso; para podermos jamais achar sentido, e, entendermos que, o que há de ser feito, é estar com os pés no hoje, esquecer o passado, não lamentar pelos erros, mas sim aprender com eles, e viver o que dá pra se viver. Guardar pessoas dentro da gente, é poder no dia de nosso último suspiro olhar pra trás e não se arrepender de ter vivido, chorado, sofrido, se emocionado, sentido o amor em sua dor mais feliz, e dizer: Vivi o que me foi permitido viver. Todo mundo carrega algo mais do que vive, e disso eu tenho certeza. Todo mundo é algo mais do que se mostra. Há em nós uma transparência viva, mas que tentamos esconde-las por medo de perder tudo aquilo que nos foi dado. Vivemos amores que nos comovem, e amores que se comovem com o que podemos dar a eles. Há dentro de cada pessoa amores que são para se viver e morrer ao lado deles, e outros que são para se guardar, e morrer com eles, dentro de nós.
Ricardo F.

Quando nos enchemos de coragem e saimos do espelho, tudo melhora. Porque muitas vezes o que nos assusta não é o modo como as pessoas nos vêem, mas sim como nós nos enxergamos.
Ricardo F.

[...] Não há temor no que espero de ti, eu não espero nada. Até porque você já era minha espera, e você já veio.
Ricardo F.

É tanta coisa que se passa pela cabeça enquanto esfria o café. São tantas bobagens e confusões, tantos mundos a gente visita pra chegar onde a mão não toca, enquanto observa a chuva caindo lentamente pelo vidro da janela, numa quarta feira fria, de manhã. O amor só conhece distâncias, quando o que separa é a falta dele.
Ricardo F.

Tem dias que a gente não amanhece muito bem, uma certa agonia que não sabemos de onde vêm. Mas daí a gente se lembra que temos um coração, e dentro dele existem outros corações, daí a gente levanta a cabeça e segue sorrindo pra vida.
Ricardo F.

Foi tanto amor que vi por trás do castanho de teus olhos que até meu mar mudou de cor.
Ricardo F.

(...) e no fundo, o coração é sempre a melhor casa pra se morar. É uma mistura louca sabe, sei lá, acho que amor tem um pouco de cada coisa. Mesmo que a gente tente resumir, ainda assim aquilo vai crescendo, aumentando uma virgula ou abrindo um travessão, pra poder começar a explicar tudo de novo, e no final, vai sempre faltar alguma coisa. É sempre uma história carregada de coisas boas, mas incompleta, porque a verdade mesmo é que ela se cria sozinha, todos os dias. Estar com alguém que te faz se sentir bem é o melhor da vida, mesmo que diga que ame Coca Cola, sorvete, chocolate,batata frita ou churrasco, ainda assim nada se compara ao sentimento de explosão que um coração tem quando um peito se encosta no outro, ou quando você se vira pra dentro e aquela pessoa está lá, guardadinha, só esperando a vez dela pra te riscar um sorriso na cara, de orelha a orelha. Sabe, eu amo pão de alho, mas amo você muito mais.
Ricardo F

Eu quero um final feliz pra minha vida, todos os dias. Porque essa coisa de final feliz no final da história, é muito sem graça, é muito pouco tempo para se ser feliz. Felicidade tem de estar em cada bom dia que dou e recebo , em cada café que tomo, em cada piada que conto ou que ouço no meio do caos, em cada luta e na coragem que preciso ter para vencer todas elas. O meu final feliz tem de estar pronto para mim quando a tarde finda, quando a lua nasce, quando o manto escuro recobre o céu, quando as estrelas aparecem, e finalmente eu fecho os olhos e dou um sorriso agradecendo a Deus por mais um dia. É ou não é, o mais perfeito final feliz?
Ricardo F

Porque eu tenho a mais absoluta certeza, que em algum ponto a gente se tocou, senão, toda essa história não duraria tanto tempo, não haveria nela tantas fases, tantas mudanças, tantos dilemas, muito menos discordâncias. Essa coisa física é algo meio sem explicação, é algo que a gente simplesmente sente, porém, aquilo que nos toca a alma é o que faz com que os sentimentos se igualem, mesmo dentro de qualquer diferença de personalidade que exista. A gente não é feito para ninguém, não existe essa coisa de ser aquilo que alguém esperava, pois o que ela esperava era tão somente o amor, nós somos apenas os condutores dele. O amor é algo muito maior do que qualquer espera, do que qualquer utopia, o amor é algo mais vivo, mais real, mais sentido e muitas vezes criado todos os dias através do nosso próprio crescimento como seres humanos, a partir do momento em que a gente começa a entender que, o que nos faz gostar de alguém, é justamente as diferenças que este alguém existe sobre nós. A gente amadurece a medida que deixamos de seguir velhos conceitos, velhas teorias do que o que acha certo ou errado, por um amor ainda mais bonito, por amor à nós mesmos. Talvez, eu jamais entenda ou descubra em qual ponto a gente se tocou, mas isso é coisa que não se pode pensar nem tentar descobrir, porque amor não se explica, se sente, e só.
Ricardo F.

[ ...] mas eu queria muito que não me esquecesse. Que quando estivesse bem velhinha, com a casa cheia de netos, correndo por todos os cantos numa noite de Natal, de repente, você olhasse pra dentro de si e me encontrasse lá, e desse um sorriso, sabe aquele sorriso bobo? Queria realmente que não fosse apagado de sua memória, que se lembrasse de mim não como o maior amor da sua vida, não como o melhor, como o mais chato, o mais irritante, ou o que mais lhe tirava do sério, mas como um amor comum que seu coração jamais se esqueceu. Eu queria tanto que nunca me esquecesse. Que eu fosse inexplicavelmente alguém que existiu, e, que se ainda estiver vivo, ainda te carregará por ai, em algum lugar do mundo. Só queria que se lembrasse do quanto foi amada, só isso.
Ricardo F.

[...] e se ninguém quiser te olhar, eu olho. Se ninguém quiser te ouvir, eu ouço. Se ninguém quiser te ligar, eu ligo. Se ninguém se importar, eu me importo. Porque você é sim, importante para mim.
Ricardo F.

(...) sou de todas essas canções que falam de amor, como sou também parte de toda escrita não concluída. Às vezes tenho metade do que posso ter, e outras, sou excesso naquilo que não posso ser. Sou vento, tempestade, sol e calmaria, tudo junto ao mesmo tempo, tudo isso num só dia. Sou tão simples que qualquer um consegue me ler, e ao mesmo tempo tão difícil que nem eu consigo me entender.
Ricardo F.

E o amor acontece feito mágica quando tem de ser. É como se Deus abrisse suas mãos e caíssem estrelas de seus dedos sobre a cabeça dos que se vêem nos olhos dos outros. Há pessoas que apenas se encontram e há aquelas que se encantam. E quando se encantam tudo transcende, e em amor se transforma.

Ricardo F.

Acho que ela nem se assusta mais com as coisas que digo, ela sabe que é amor, e que quando a gente ama é capaz de sair por ai catando vaga-lumes, principalmente se for alguém assim como eu, que vê flores nascer em pedras ou elefantes cor de rosa pousando em galhos. Há naqueles que escrevem um certo alivio quando as letras se deitam, há naqueles que amam e escrevem um poder enorme de receber um beijo a cada palavra riscada no papel. Uma moça como ela não merece apenas um poema bonito, uma frase bem feita, um texto bem cuidado, falando dos sentimentos mais puros. Uma moça como ela merece ser não apenas a rima, mas a poesia inteira de todas as poesias de todo poeta.
Ricardo F.

Tu pensa tanto, né, quem sabe numa dessas tuas "pensanças" tu não pensa em mim?
Ricardo F.

Depois de uma certa idade, a gente entende que é impossível mudar o passado, é grato por estar no presente, e como antes, ainda acreditamos que tudo vai ser bem diferente no futuro. E é ai que aprendemos a dar valor no hoje, é ai que nos olhamos no espelho e sorrimos, para tudo aquilo que já somos.
Ricardo F.

Sabia que com o tempo as coisas boas viriam; belas, tranquilas, calmas, serenas. Tudo no seu devido lugar, tudo ao seu tempo. É compreensível o nosso despreparo e afobamento, mas é bem mais bonito a nossa fé e coragem pra entender que vida é bonita demais, e quer nos encher de belezas aos poucos. Isso é pra gente entender que nada vem pronto, e que nossa felicidade somos nós mesmos quem moldamos.
Ricardo F.

É moça, são tempos difíceis estes em que a gente vive, o amor anda escasso, as pessoas tem pressa, muita pressa, muitas vezes andam tão rápido que nem olham direito pra nada, nem para ninguém. Estes tempos modernos onde a tecnologia substitui as emoções não nos deixa mais parar pra lembrar no quanto tudo era diferente, o quão antes era tão bom observar uma flor em todo seu contorno, seu perfume, e admirar pela exatidão de suas formas, hoje, não se olha mais sem querer arrancar as pétalas, e abandoná-la no tempo, deixando que ela definhe, ou simplesmente espere as próximas chuvas pra tentar flores novas, se nascer nasceu, se não, deixa morta assim mesmo. O tempo é outro, há falta de empatia por todos os lados, as pessoas não olham mais para teu coração antes de ver primeiro teu corpo primeiro. Elas tem pressa de sexo, elas tem pressa de vida, e esquecem que viver é aquilo que a gente constrói quando ouvimos o coração de alguém, quando dentro de mensagens enviadas pelos olhos há um conteúdo carregado de centelhas capazes de nos dar ainda mais vida, tão natural quanto desejo. Tá faltando amor, moça, tá ficando uma vida vazia, sem sentido, sem esperança. Tá tudo de cabeça pra baixo. [...]
Ricardo F.