Coleção pessoal de Raimundo1973
É a tua fragrância, mulher linda, devastadora, flor do desejo, meus pulmões extravagantes não sabem administrar a tua essência, ainda assim quero teu cheiro em mim.
A tua presença perfuma minha respiração, envolvendo-me um ser feliz de alegria onde a poesia exalta o teu nome rainha mulher.
Ao teu perfume em ti, mulher, que já não sei se é alfazema ou flor,
só sei que teu cheiro se espalha em mim, feito alegria no ar que respiro.
Talvez seja teu cheiro natural, ou o perfume de todas as flores em ti,
mas tua fragrância dança em mim é uma festa agradável.
Não sei se é alfazema ou um jardim inteiro que exala de ti,
mas teu cheiro embriaga a minha alma e faz festa nos meus pulmões.
Teus abraços me envolvem em conforto paz alegria, meu peito dança de felicidade explode em festa dentro de mim, para que eu nunca vá afastar de você.
Teus abraços envolvem meu peito como chama ardente falo teu nome para ninguém ouvir, esta explosão de felicidade me consome de tanto acalanto linda mulher.
Meu peito repousa sereno firme, envolto em teus abraços fortes entrelaçados, é ali que a felicidade explode em silêncio em mim para ti.
O amor não é só eu dizer te amo, ele é bálsamo que cura sem beber remédio, é um universo fraterno que nos envolvem em transformação para conhecer o amor.
O menino hoje velho não temem por covardia, nem vergonha do passado que o assombrava, por saber o preço do erro não deseja a volta do caos.
O temor que habita em nós não é sinal de fraqueza, mas de prudência nascida dos erros do passado para não erramos outra vez.
Nem a disciplina convence medo no jovem no idoso, por carregam não é covardia, é a sabedoria de quem aprendeu com a dor.
O medo voraz do moço ou do velho não é fraqueza nem covardia, é só a cautela de quem já caiu e não quer viver o errado outra vez.
A pessoa guiada na ganância é um cego por não ver a própria imagem. A ganância destrói, impossibilitado de caminhos verdadeiros juntos. A ganância mata, devora o caráter, expondo ao ridículo.
A ganância ambição vaidade transformou-se em idolatria, a terrível aparência desejo de aparecer está em holofotes ser visto a todo instante, ser visto é ser lembrado em uma boa ação conveniente, viver forçando ser visto fingindo aparências num porta retrato não edifica ninguém.
A quem se diz de alguém porém nunca é de ninguém, no entanto é quase de alguém, lembrando não é totalmente de ninguém.
A lei atrapalha a justiça ambos não trilham o mesmo caminho, embora a justiça tem uma boa afinidade, a lei não representa ninguém.
