Coleção pessoal de Raimundo1973
A grandeza do Criador é o próprio infinito o universo,
sem limites, no céu não a colunas de sustentação, tudo se sustenta na leveza do invisível em equilíbrio divino, ainda assim tudo permanece em perfeita harmonia, não vejo nenhuma coluna de sustentação.
Não mendigues pensamentos aflitos ao me ver quieto,
meu silêncio não é dor, é contemplação,
Não estou sofrendo nem lamento a dádiva vivida, reflito a grandeza de Deus,
vendo as nuvens desenharem o céu em oração.
Sobre meu rosto cansado afadigado, o céu, cúmplice da minha dor, esconde as lágrimas que o mundo não pode enxergar.
No abraço com a chuva, meu rosto encontra abrigo, proteção, conforto, enquanto as lágrimas deslizam como se fossem parte do céu.
Chuva miúda calada acaricia meu rosto entristecido, não as lágrimas que não ousam dizer o que sinto
Teus olhos são feitiçaria, pura magia, mulher encantadora, fascinação que embriaga o amor em mim por você.
Sonhar teus sonhos é magia que me encanta, um feitiço doce tecido pelo amor que vive em mim por ti.
Na falta que você faz, encontrei um aconchego estranho bom feliz,
a solidão virou companhia,a tristeza, em liberdade, aprendeu a respirar na tua falta.
Encontrei na tua falta um abrigo sereno,
e na tua ausência, a solidão me acolhe,
afagando a tristeza com mãos de liberdade canta a felicidade.
Te vi outro dia, tão linda, tão meiga,
que meu coração, sem pedir licença,
quis correr até você,
só pra dividir contigo
a alegria que transbordava em mim.
Sonho te abraçar até nos sonhos, para que a lembrança do teu amor nunca adormeça em mim, vivo por ti linda mulher.
Entre cicatrizes e silêncios, estou me refazendo na arte de gostar de viver, e nesse encontro a felicidade me acolheu.
Eu, que tantas vezes me esqueci de mim, num espaço vazio, agora me abraço e aprendo a viver a alegria.
Aprendi que a felicidade não vem pronta, nem espera no caminho estou me ajudando a senti-la, dia após dia.
Eu queria te dizer que a amo, mas tua ausência cala o que o coração grita, e minha voz se perde onde você não habita.
