Coleção pessoal de RafaelZafalon
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Estrias são habilidosos traçados artísticos de autêntica venustidade.
"São as marcas da obesidade (...)" - Desprezo sussurrado lúgubre em meus ouvidos, e por fim, não mais cauterizada, a chaga desabrocha órfã, em silêncio.
Sabedoria é abdicar daquilo que lhe causa dor.
Jamais desejarei ditar minha opinião ou talvez insensatez, sou ponto náufrago num oceano sem fim.
Não é o corpo que dita a beleza real, mas os olhos profundos que abraçam a alma.
Ponto a ponto, da moleira aos pés, vou compondo este encontro de dobras em silêncio.
"Balofo" ouvi no pretérito, "Fláscido" ouço no presente (...) Eis minha saga poética, desvendar a genialidade nos adjetivos futuros.
Estejais dia a dia semeando margaridas sobre a quiçaça humana.
Confesso, meu corpo relata nas marcas a minha história! - Seríamos livros de co-autorias indefinidas?
Sinceridade plena é nutriente que não se prostra ao tempo.
Cicatrizes d'alma são incuráveis, entretanto, basta-nos caminhar, passo a passo, e o que outrora inflamava já não persistirá.
Busco livrar-me do apego ao mal, sou um artista! - Somos desprovidos de elos com o retrógrado!
A arte existe para aliviar a ausência do amor!
“Adocicados em benquerança, os olhos cortejam palorosos a besta que devora errante íntimo do tresloucado amante.”
“Em tempo algum jures amor - tempos de indiferença, escarram-se vidas, degustam-se semblantes.”
Amar sozinho é mastigar pregos e degluti-los à seco.
Lúcidos são os que sofrem sob a penúria daqueles que enaltecem superficialidades banais.
Quando em seu seio já não houver espaço, uive monstruosamente as dores que lhe castigam.
O primeiro amor, livre de quaisquer malícias, perdura por toda vida!
Viver em desgosto é acamar aos sonhos.