Coleção pessoal de Poliana16

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A profundidade da aflição é para nos livrar da profundidade da condenação. Que nós sempre justifiquemos a Deus; quando a nossa condição exterior for a pior possível, que possamos dizer: “Ainda assim, Deus é bom”.

Observemos a feliz condição de todo filho de Deus. Todas as coisas cooperam para o bem dele, as melhores e as piores coisas. “Ao justo, nasce luz nas trevas” (Sl 112.4). As mais nubladas e escuras providências de Deus têm nelas algum raio de sol. Em que bendita condição se acha um crente verdadeiro! Quando ele morre, ele vai para Deus; e, enquanto ele vive, todas as coisas lhe causam bem. A aflição é para o seu bem. Que dano pode o fogo causar ao ouro? Ele apenas o purifica. Que dano pode a joeira causar ao trigo? Ela apenas separa dele o joio. Que dano podem as sanguessugas causar ao corpo? Elas apenas sugam o sangue ruim. Deus nunca usa os Seus métodos, senão para remover a poeira. A aflição faz aquilo que a Palavra muitas vezes não faz, ela “abre-lhes também os ouvidos para a disciplina” (Jó 36.10). Quando Deus derruba os homens sobre as suas costas, então eles olham para o céu. Deus golpeando o Seu povo é como um músico tocando violino, o qual com a vara faz que dele saia um som harmonioso. Quanto bem é feito aos santos por meio da aflição! Quando eles estão esmagados e quebrados, é que deles sai o seu mais doce aroma. A aflição é uma raiz amarga, mas ela produz frutos doces. “Ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hb 12.11). A aflição é a estrada para o céu; embora seja pedregosa e espinhosa, ainda assim é o melhor caminho. A pobreza pode enfraquecer os nossos pecados. A doença pode tornar a graça mais útil (2Co 4.16). A injúria pode fazer com que repouse sobre nós “o Espírito da glória e de Deus” (1Pe 4.14). A morte pode interromper o cálice de lágrimas, e abrir o portão do Paraíso. O dia da morte de um crente é o dia de sua ascensão para a glória. Sendo assim, os santos têm incluído suas aflições no inventário de suas riquezas (Hb 11.26). Temístocles, ao ser banido de seu próprio país, posteriormente alcançou o favor do rei do Egito, diante de quem ele disse: “Eu teria perecido, se não tivesse perecido”. Assim também um filho de Deus pode dizer: “Se eu não tivesse sido afligido, eu teria sido destruído; se minha saúde e minhas posses não se tivessem perdido, minha alma se teria perdido”.

Um outro fruto do amor é a tristeza. Onde há amor a Deus, há um lamentar-se pelos nossos pecados de dureza contra Ele. Um filho que ama o seu pai não pode senão chorar por ofendê-lo. O coração que arde em amor derrama-se em lágrimas. Oh! Como eu poderia abusar do amor de um Salvador tão precioso?! Não sofreu o bastante o meu Senhor sobre a cruz, para que eu O faça sofrer ainda mais? Devo eu dar-Lhe mais fel e vinagre para beber? Quão desleal e insincero eu tenho sido! O quanto tenho eu entristecido o Seu Espírito, negligenciado os Seus mandamentos reais, desprezado o Seu sangue! Isso abre uma veia de tristeza piedosa e faz o coração bater novamente. “Então, Pedro […] saindo dali, chorou amargamente” (Mt 26.75). Quando Pedro pensou em como Cristo afetuosamente o amava; em como ele havia sido levado até o monte da transfiguração, onde Cristo lhe mostrara a glória do céu em uma visão; pensar que ele havia negado a Cristo depois de ter recebido Dele tão notável amor, isso partiu o seu coração de tristeza; ele saiu e chorou amargamente.

Assim testemos o nosso amor a Deus. Nós vertemos as lágrimas da tristeza piedosa? Nós lamentamos a nossa dureza contra Deus, o nosso abuso de Sua misericórdia, a fato de não multiplicarmos os nossos talentos? Quão distantes estão de amar a Deus aqueles que pecam diariamente sem que isso golpeie o seu coração! Eles possuem um mar de pecados, e sequer uma gota de tristeza. Eles estão tão distantes de se preocuparem com isso, que fazem piada de seus pecados. “Quando tu fazes mal, então, andas saltando de prazer” (Jr 11.15, ARC). Ó miseráveis! Cristo sangrou pelo pecado, e vocês riem dele? Esses tais estão distantes do amor a Deus. Acaso ama o seu amigo aquele que ama causar-lhe dano?

O que nós devemos dizer àqueles que passam suas vidas inteiras sem Deus? Eles pensam que Deus pode ser dispensado: reclamam que necessitam de saúde e negócios, mas não que necessitam de Deus! Homens ímpios não têm conhecimento de Deus; e como podem amar Aquele a quem sequer conhecem? Não somente isso, mas, o que é pior, eles não desejam conhecê-Lo. “E são estes os que disseram a Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos” (Jó 21.14). Os pecadores evitam o conhecimento de Deus, eles consideram a Sua presença como um fardo; e são esses amantes de Deus? Podemos afirmar que ama o seu marido aquela mulher que não pode suportar estar na presença dele?

Um homem não pode amar a saúde e amar também o veneno; assim ninguém pode amar a Deus e também o pecado. Aquele que tolera qualquer pecado secreto em seu coração está tão distante de amar a Deus quanto o céu e a terra distam um do outro.

Acaso é um amigo de Deus aquele que ama o que Deus odeia?

Ser sábio é dominar a arte do viver diário por intermédio do conhecimento da Palavra de Deus e sabendo aplicá-la em toda situação.

É evidente que muitos que se dizem evangélicos atualmente agem norteados por outros objetivos, e não por uma visão bíblica de mundo.

Quando as pessoas começam a ver Deus como quem Ele é e começam a ter essa visão de Deus nas suas vidas mortificar os feitos do corpo se torna algo mais próximo da realidade. Vocês vêem essa conexão com a verdade nisso tudo? Eu espero que vocês vejam, espero que vejam. Primeiro, eu vou terminar com isso, apenas para resumir. Há uma conexão: você mortifica os feitos do corpo, isso é a evidência de que você vai viver. Isso é vida e morte, pessoal. Mortificar os feitos do corpo, você tem o pecado, ele é enganoso - Hebreus 3.13 diz isso. Efésios 4.22 diz que esses desejos são enganosos. Você tem essas coisas, o pecado fazendo você obedecer a esses desejos corruptos. Esse aqui é enganoso, esses aqui são enganosos. Vocês querem batalhar contra isso, pessoal? A verdade é sua arma. Você precisa focalizar a verdade. Você começa a localizar as mentiras em que você acredita quando peca e você começa a atacá-la com a verdade. Você começa a memorizar aqueles textos bíblicos que caem em direta contradição com aquela mentira em que você acredita. Essa verdade, que está direta oposição àquela mentira que você caiu. Você começa a se permear com a realidade da presença de Deus e começa a vê-lo como Ele é. Você começa a aproximar, dia após dia,
sua vida cristã dessa perspectiva: “Eu posso ter vitória”.
Não apenas “eu posso ter”, mas “eu preciso ter”. “Eu vou ter!” E se eu não tiver, eu vou morrer. Não que eu ganhe vida através dessa batalha. Mas eu provo que eu tenho vida através dessa batalha. Eu ganho essa vida para batalhar me tornando um filho de Deus. Nascendo de novo. É assim que essa poder é posto em ação pelo Espírito. E ouça, o Espírito não faz isso. Você precisa fazer isso, pelo poder do Espírito. Ele o faz através de você. Não à parte de você, não sem você. Ele o faz enquanto você faz. Ele nos chama para uma vida impossível, mas nos foi dado a 3ª Pessoa da Trindade para nos fazer realizar isso. Ouça, isso não é um problema pequeno, isso é um caso de vida ou morte. E não apenas um caso de vida ou morte, esse é um caso muito sério da Igreja. Santidade

Toda vez que você peca, você elimina e abandona totalmente o senhorio de Jesus Cristo. Você o despreza, você o considera uma coisa pequena e você de certo está se exaltando. Você sabe que o orgulho está por trás de cada pecado, você está se exaltando. Sabe uma mentira em que você acredita toda vez que peca? Você se acha muito grande. Você acredita que seus caminhos, seus compromissos, suas necessidades vencem as ordens de Cristo. Ouça, deve haver muitas outras mentiras em que você acredita. Sabe, isso ajuda mesmo, se você vai mesmo... ouça. Algumas pessoas aparecem, cristãos aparecem. e dizem: “Eu tentei lutar contra esse pecado.”
E eu sei que eles tentaram, o cara não está mentindo pra mim. O cara não está tentando me enganar, eu sei que aquele pecado entristece aquele irmão. Eu sei que o entristece, eu posso ver a tristeza no seu rosto. Eu sei que ele orou por esse pecado, eu sei que ele lutou contra esse pecado. Eu sei que ele se arrependeu desse pecado e que ele foi sincero. Mas ele diz: “Por que eu continuo voltando a pecar?”
Quer saber? É porque, ainda que ele possa não gostar daquele pecado, e, ainda que eleesteja tentando lutar contra isso, ele nunca chegou à raiz da questão. Ele não está realmente correndo atrás da mentira em que ele acredita toda vez que ele comete aquele pecado. Isso vai mesmo ajudá-lo. Vai me ajudar. Vai nos ajudar. Se nós começarmos a lidar com o que... quer dizer, eu identifico o pecado. E então penso: no que eu estou acreditando toda vez que eu caio. Porque há um processo de pensamento, nós não pecamos no vácuo. Há pensamento, nós decidimos as coisas, nós fazemos as coisas. Há uma percepção. Nós formamos opiniões sobre as coisas. Nós olhamos pras coisas de um ponto que é desejável. Lembrem-se, desejos estão envolvidos aqui, pessoal. Nós temos que descobrir: como é que esses desejos, como é que o pecado está me enganando. Qual mentira eu estou aceitando. E euvou lhe dizer uma coisa. Uma vez que você identifica a mentira... Como você batalha contra opecado? Como você batalha contra desejos corruptos? Eu vou lhe dizer. Se são ambos enganosos... Sua arma para matá-los é a verdade. Se mentiras e decepções estão na raiz... A verdade. Você precisa conseguir compreender o que é verdadeiro. Pense comigo. Nadabe e Abiú estendidos lá, mortos (Lv 10). Eles foram incinerados. Arão não estava de repente inclinado a ficar irritado com Deus. As Escrituras dizem que ele se calou, é bom que você acredite que ele se calou. Não ocorreu a ele, de repente, ficar preguiçoso com a adoração. Não ocorreu a ele, de repente, ser negligente, como um cristão, não ocorreu, de repente, a ele... Por quê? Por que a presença de Deus era tão real no meio disso tudo. E eu lhe digo, por que eu continuo trazendo isso de volta? Porque isso tem tudo a ver com a verdade, pessoal. Quando você começa a ver Deus mais claramente, você começa a ver a forma como as coisas são verdadeiramente. Veja, um dos problemas que nós temos, pessoal... Uma das razões por que o pecado é tão extremo muitas vezes nas nossas vidas, nas nossas igrejas. É porque a presença de Deus é tão pouco sentida e experimentada. Quando a glória de Senhor desce sobre nossas igrejas e o temor do Deus desce sobre nosso povo e há uma presença lá, e as pessoas começam a se achegar mais pelo menos alguma manifestação similar àquela experimentada por Isaías, por Jó, por Arão... Ouça! O pecado começa a sair fora da igreja.

Você sabe como você mortifica o pecado? Quando você pára de acreditar na mentira em que você acredita toda vez que você comete o pecado. Eu lhe garanto! Aqueles de vocês aqui que pecam mais são os mais inclinados a acreditar em uma mentira. Você está fazendo isso. Porque, eu lhe digo, o pecado é estúpido! É ridículo! Toda vez ele é destrutivo, não lhe ajuda. Ele apenas separa, apenas danifica. É apenas destrutivo. E por que você peca? Porque você aceita alguma mentira.

3 João, leia alguma vez. Ele basicamente diz lá que nós podemos diferenciar o salvo do perdido. O salvo pratica o bem e esse outro não pratica o bem. Essa idéia de que o cristão faz o bem é uma idéia muito bíblica. Sabe, ser salvo é simplesmente sobre ser salvo do pecado, na sua prática bem aqui, tanto quanto ser salvo da sua culpa, tanto quanto ser salvo da ira de Deus. Nós somos salvos do poder do pecado. Tudo o que nós temos a fazer é voltar para capítulo 6, você lê no versículo 14: “...o pecado não terá domínio sobre vós”.
Pessoal, esta é a conseqüência daquilo. O pecado não vai dominar a sua vida se você é um cristão. É isso que diz lá. Versículo 13 do capítulo 8, você não pode fazê-lo dizer qualquer outra coisa. Pureza de vida. Você, como um cristão, tem sido guiado por Cristo, através de Seu Espírito, para batalhar contra o pecado. Se isso não é característico na sua vida, então sua vida não tem a característica da vida cristã.

Viva do jeito que você quer viver, e você morre. Viva do jeito que Deus quer que você viva, e você vive.

A ideia de perdoar a si mesmo pode resultar de uma falta de distinção

• entre “ser perdoado” e “sentir-se perdoado” A Bíblia não manda que nos sintamos perdoadas. Ela nos manda crer no perdão de Deus. Nossos sentimentos não determinam a verdade da Palavra nem provam o perdão de Deus.

• entre “ser perdoado” e “esquecer” Fazemos coisas erradas que provavelmente nunca iremos esquecer. Ao lembrá-las, porém, podemos agradecer a Deus pelo perdão e pela graça para não repetir mais.

É natural que o nosso orgulho lute com todas as forças para manter nossa imagem diante das pessoas. E o coração enganoso é muito criativo para levantar desculpas em defesa do orgulho. Queremos a todo custo neutralizar o nosso pecado.

"Mas sabe, as coisas já melhoraram muito entre nós. Acho que já estou perdoada."

Muitas vezes Deus prepara o caminho para o pedido de perdão. Um descrente pode ter passado por cima da ofensa. Um irmão em Cristo pode ter coberto em amor. No entanto, a consciência não está limpa.

"Mas já pedi perdão a Deus, e isto é o que conta."

Deus manda que peçamos perdão ao ofendido. É uma questão de obediência a Ele.

"Mas aconteceu muito tempo atrás."

O Espírito Santo ainda traz à lembrança e incomoda para que a ofensa seja acertada. O tempo não trata ofensas. É preciso buscar o quanto antes a irrepreensibilidade.

“Mas a outra pessoa estava mais errada do que eu."

São poucas as situações em que há culpa apenas de um lado. Ainda que alguém tenha apenas 1% da culpa, é 100% responsável por acertar este 1%.

"Mas foi uma coisa muito pequena. Reconheço que eu pequei contra a pessoa, mas talvez eu esteja sendo sensível demais! Quem leva as coisas tão a sério?"

Deus se agrada com a fidelidade no pouco. Não temos como avaliar se foi algo pequeno para a pessoa ofendida, e um acúmulo de coisas pequenas pode se transformar num barril de pólvora pronto a explodir a qualquer momento.

A mente é criativa para encontrar razões que adiam a busca de uma consciência limpa. Todos os que já passaram pela experiência de buscar uma consciência limpa podem lembrar quantas desculpas tinham para não voltar atrás e pedir perdão. Estas são algumas das racionalizações.

Passos para ter a consciência limpa diante de Deus e dos homens
•Identificar as ofensas cometidas e ainda não tratadas, ter convicção de pecado, arrepender-se e buscar o perdão de Deus.
"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno." (Sl. 139.23,24)
"O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal." (Pv 28.13,14)

•Procurar as pessoas ofendidas, pedir perdão e buscar a reconciliação precedem a adoração a Deus.
"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta." (Mt 5.23,24)

Não procrastine as providências para limpar sua consciência violada. Algumas pessoas descartam os passos necessários para lidar com suas culpas, pensando que sua consciência ficará limpa com o passar do tempo. Não é isso o que acontece. A procrastinação permite apenas que os sentimentos de culpa apodreçam. Isso, por sua vez, gera abatimento, ansiedade e outros problemas mais.

No começo, nossa consciência nos incomoda. Finalmente, o coração endurece e a consciência não incomoda mais. Esta é uma habilidade perniciosa que todos os pecadores têm: tornarem-se progressivamente confortáveis com aquelas coisas que deveriam chocar, entristecer e constranger. É um sinal da graça de Deus quando temos uma consciência sensível e nosso coração se entristece ao se dar conta não só dos erros dos outros, mas daquilo em que nós mesmos estamos nos transformando. Esta sensibilidade é uma porta aberta para a mudança real e duradoura.

Uma consciência sensível, que está alerta ao pecado – e especialmente aos pecados “requintados”como o orgulho, o espírito crítico, o ressentimento, o descontentamento, a irritabilidade, e assim por diante – é um grande auxílio na busca da santidade à medida que ela nos capacita para estarmos cientes das falhas visíveis e também daquelas que não são visíveis a todos.

Quem dera que eu soubesse levá-los a buscar o meu Senhor e Mestre; pois se vocês o buscassem, ele será achado por vocês tão certamente como vocês o buscam. Cristo não perdeu sua entranhável compaixão; não tem coração frio nem mão relapsa. Vá para ele imediatamente. Falei, há pouco tempo, a alguns dos piores pecadores, e lhes digo de novo - Vão para Jesus! Quero falar com alguns entre vocês que não são os piores pecadores, com vocês que têm sido ouvintes do evangelho e só falharam porque não crêem em Jesus. Vão até ele imediatamente. Vocês estão relutantes, mas ele, não. Ele precisa continuar trabalhando, e continuar enquanto durar o dia do evangelho, pois aquele dia chegará ao fim dentro de pouco tempo. Ele está esperando e vigiando por você. Oh, venham a ele - venham agora mesmo. "Não sei o que é vir a ele", diz alguém. Pois bem: vir a Cristo é simplesmente confiar nele. Vocês são culpados; confiem nele para perdoá-los. "Se eu fizer assim", pergunta alguém, "posso continuar vivendo como antes?" Não, isso você não pode, pois quando um navio deve ser conduzido para dentro do porto e recebe um piloto a bordo, este dirá ao capitão: "Capitão, se você confiar em mim, vou colocar o navio dentro do porto em segurança. Olhe, mande descer aquela vela." E eles não o fazem. "Venha", diz o piloto, "cuide do leme, e governe o navio conforme mando." Mas eles se recusam. "Pois bem", diz o piloto, "você disse que confiava em mim." "Sim", responde o capitão, "e você disse que se confiássemos em você, você nos colocaria no porto; mas não chegamos ao porto de jeito algum." "Não", diz o piloto, "vocês não confiam em mim, pois se confiassem, fariam o que lhes mando." A confiança genuína obedece aos mandamentos do Senhor, e estes proíbem o pecado. Se você confia em Jesus, você deve deixar de pecar, tomar a sua cruz, e seguir a ele. Semelhante confiança receberá com certeza a sua recompensa: você será salvo agora, e salvo para sempre.