Coleção pessoal de testeteste123
Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.
Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.
Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.
Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.
Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.
Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.
Atos 20:24
Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.
O verdadeiro sucesso não é preservar a vida, mas terminar a carreira que Jesus nos entregou.
1650 📜 "Pelo menos dois não estão incomodados muito menos impressionados com Ateus e com o que Ateus pregam. Esses dois somos Eu (com certeza ) e o proprio Deus (acredito)!"
O maior escândalo
O que estou vendo é o maior
Escândalo da Existência.
O que estou vendo é o
Maior absurdo da Existência.
Todo o terror
Pavor
Perplexidade
E horror.
Estou vendo e não acredito.
Não tem explicação — inefável.
O reflexo da vida,
Do Criador,
Está sem vida!!!
Imagine agora o
Criador sem vida...
Mas isto aconteceu —
Na história.
Sinto toda a dor
Insuportável
Por essa pessoa que
Conheço e também
Não conheço,
Sinto pelos animais,
Sinto pela humanidade inteira,
E por Deus.
Eu sofro
Você sofre
Nós sofremos!
Deus sofre
Creio que esse sofrimento
Terá fim ,
Na vinda de Jesus,
O último inimigo
Pra sempre vencido.
O dogma é uma prisão clandestina, onde o livre pensar deseja celebrar o raiar do ideal ao arrebol da esperança.
Método P.A.S.S.O.
Por Eduardo Volpato
Durante anos ouvi a mesma frase antes de decisões importantes:
“Vou colocar isso em oração.”
Mas uma pergunta sempre permaneceu em meu coração:
Como, na prática, colocamos uma decisão em oração?
A Bíblia apresenta princípios claros para discernir a vontade de Deus, mas eles normalmente são ensinados de forma isolada. A partir desse entendimento nasceu o Método P.A.S.S.O., uma metodologia que organiza esses princípios em um processo simples, bíblico e aplicável para decisões da vida, da liderança, dos negócios e do ministério.
O P.A.S.S.O. não substitui a oração.
A oração não é uma das letras do método porque ela é o ambiente onde todas as etapas acontecem.
A metodologia é composta por cinco perguntas:
P — Palavra
Esta decisão está de acordo com a Bíblia?
A — Alinhamento
Esta decisão está alinhada com o propósito de Deus para minha vida?
S — Sabedoria
Pessoas espiritualmente maduras confirmariam este caminho?
S — Shalom
Existe paz produzida por Deus ou apenas ansiedade para decidir?
O — Obediência
Estou disposto a obedecer ao que Deus revelou, mesmo que essa não seja a resposta que eu esperava?
O P.A.S.S.O. parte de uma convicção simples:
Deus normalmente forma nossas decisões antes de revelar suas respostas.
Por isso, a vontade de Deus raramente é descoberta em um único momento. Ela costuma ser confirmada quando a Palavra, o Alinhamento, a Sabedoria, o Shalom e a Obediência caminham juntos, sempre dentro de uma vida de oração.
O Método P.A.S.S.O. é uma sistematização desses princípios bíblicos para auxiliar pessoas a discernirem decisões com mais clareza, maturidade espiritual e fidelidade a Deus.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça-o em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas.”
Provérbios 3:5–6
1613 📜 "Há quem se irrita e se ofende, por exemplo, com Ateus. Mas não se acham irritantes nem ofensores quando abrem a boca (ou o teclado) para afirmar que Deus disse isso ou aquilo!"
A qualidade de um livro não é definida pela quantidade de páginas que possui. Um bom livro não se mede pelo seu volume, mas pela sua capacidade de cativar o leitor, prender a sua imaginação e fazê-lo reviver, em cada página, as palavras que nele estão escritas.
(FURUCUTO, P. D., 2026).
"Amo-te devagar.
Mas quero-te depressa"
Obedes Lobadias, no livro "Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos".
"Você chegou como quem diz: eu sou promotora de eventos, permita-me organizar o festival da sua felicidade!"
Obedes Lobadias
"Eu só queria alguém a quem dizer olá; e você chegou e perguntou se estava tudo bem."
Obedes Lobadias
O arrebatamento não desfaz a gravidade do corpo, mas o peso da ausência; não é o instante em que deixamos a Terra, mas o momento em que a eternidade percebe que já não cabemos nela.
Reno Fioraso
1593 📜 "Sou Medroso, admito! Mas sou Medroso Diferente. Não tenho Medo de Divindades nem do Diale. Não tenho Medo de Ateus, de Atoas nem de Fariseus! Meu Medo não é de Escuro, de Claro nem de Mais ou Menos.
O Vesúvio despertará em uma última dança de fogo, fazendo o homem finalmente compreender que o Apocalipse não se escreve com palavras, mas sim com o silêncio eterno da cinza que nos devolve à terra.
Reno Fioraso
INTROITUS - CAMILLE MONFORT.
Sob a Cúpula do Requiem.
Camille Marie Monfort caminhava sozinha pelo claustro deserto,enquanto as paredes, frias como um silêncio secular,devolviam-lhe ecos invisíveis. Lá fora, a noite era de um azul quase negro, mas, dentro dela, o abismo tinha um tom ainda mais profundo.
No ar, o Introitus erguia-se como um cortejo que não pertencia a este mundo. As primeiras notas vinham lentas, como passos de sombras que ainda hesitam entre o mundo dos vivos e a promessa do esquecimento. Cada acorde era um peso depositado sobre seu peito um peso que não esmagava, mas moldava, como se o sofrimento esculpisse sua forma mais pura.
O violino parecia falar-lhe na língua que só os fantasmas compreendem. Era um idioma sem palavras, feito de curvas sonoras que contornavam suas lembranças as que queria perder e as que temia perder. A cada compasso, Camille sentia que a música não apenas narrava a sua história: ela a descrevia aos olhos de Deus, como um inventário de dores e esperanças não ditas.
Então, no sopro do tempo, a transição: o Lacrimosa.
Ah, ali não havia hesitação; havia queda. As cordas e vozes se erguiam como se o céu estivesse se partindo para deixá-la ver o lado de dentro. A gravidade das vozes corais não era um lamento pela morte, mas um chamado para o reconhecimento de que todo amor carrega consigo a semente do adeus.
Camille fechou os olhos. Sentiu-se ao centro de um universo que respirava no ritmo do Requiem. Era como se cada acorde fosse o batimento cardíaco de um Deus melancólico. O coro, em sua repetição quase ritual, não a enterrava; antes, a preparava para uma revelação silenciosa: a de que toda lágrima, cedo ou tarde, é apenas uma nota que volta para o silêncio de onde veio.
Quando a última ressonância se dissolveu, Camille permaneceu imóvel. Não havia plateia, não havia maestro, não havia corpo físico que pudesse explicar aquele instante. Apenas ela e a música e a certeza de que, naquele encontro, havia tocado o lado intocado da própria eternidade.
