Coleção pessoal de testeteste123

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"O lucro ordinário compra o presente, mas uma ideia trilionária e mirabolante privatiza o destino de universos paralelos antes mesmo que eles decidam existir."

"Quem pensa em bilhões busca o topo do mundo; quem mira a riqueza de um googolplex transforma o próprio tecido do espaço-tempo em uma subsidiária de capital aberto."

"Ideias mirabolantes não precisam fazer sentido na Terra de hoje, porque o lucro líquido de um googolplex de futuros prováveis paga a fatura de qualquer impossibilidade física."

"O pensamento trilionário não gerencia escassez; ele constrói um monopólio intergaláctico sobre a improbabilidade, cobrando royalties de cada estrela que ousa nascer fora do roteiro."

"Esqueça o PIB das nações: o verdadeiro padrão-ouro do futuro é a engenharia do absurdo, onde cada delírio visionário rende dividendos em um mercado de um googolplex de dimensões."

"A genialidade mirabolante não pede permissão à física: ela cria um monopólio sobre o impossível, transforma o absurdo em infraestrutura global e cobra o aluguel em escala cósmica."

"Enquanto os prudentes contam centavos para garantir o amanhã, o verdadeiro visionário calcula o valor de mercado de um googolplex de futuros paralelos — e fatura a taxa de câmbio de cada um deles."

"Não busco o primeiro trilhão por ambição financeira, mas como o trote inicial para abrir capital em galáxias ainda inexploradas e emitir ações indexadas à pura imaginação."

"O pensamento linear constrói pontes na Terra, mas as ideias mirabolantes constroem elevadores quânticos para a borda do universo, onde a única moeda de troca é a audácia de redesenhar a própria realidade."

Casinha Branca de janelas azuis

José Nilton de Faria

​Era uma casinha branca de janelas azuis e um alpendre em vermelhão...
E eu com os pés no chão,
Era feliz e não sabia.
O inverno em Brejaúba era rigoroso,
Com a temperatura mais baixa do Estado,
E o frio e a brisa encontravam o aconchego da névoa que cobria todo o largo da igreja
Que beleza.........

​Do alto da torre da igreja,
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito...
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus! Que beleza...

​De manhã era hora de buscar o gado
Do Joãozinho do Aldo, e ganhar um pão sovado.
À tarde era hora da escola,
E logo após, a cachoeira e a bola.
À noite era hora de lavar o rosto e os pés,
Ouvir a conversa dos meus pais com os amigos,
Tomar o café com leite adoçado com açúcar e dormir feliz.

​No sábado de manhã, era a hora de caminhar
Com a moçada e a meninada até a região da posse.
À tarde era hora de tomar o banho... E que banho!
E aos domingos de manhã, abrir a igreja, ou seja, tocar o sino pra anunciar a conferência de São Vicente de Paulo.

​Quando no final havia leilões, e
Do alto da torre da igreja...
Tinha-se uma vista panorâmica do distrito,
E da casinha branca de janelas azuis,
Jesus!

A falta cercou a minha infância, mas nunca alcançou o destino de vitória que havia em mim.

¡Não recebi caminhos prontos.
¡Abri passagem.
Venci!

Querer? Até os condenados no fundo de suas almas desejaram o paraíso. Merecer? Até os demônios reivindicaram inocência diante do Trono de Deus. O Oráculo apenas sorriu, pois sabia que o destino não negocia com desejos, nem se curva ao mérito. Cada alma colhe aquilo que escolheu semear; e, quando o último sino da eternidade ressoa, reis e mendigos atravessam a mesma porta

Diz a lenda que se você sorrir, eu sobrevivo...

Não recebi caminhos prontos; abri passagem e perseverei!

Ah!! não fossem as incertezas,
que tentam nos tragar
novos tempos?
harmonia?
quem viver verá
quem (sobre) viver entenderá
o novo como única verdade
e o velho, como superação...

Dar-se conta
do que se quer
ir atrás
e merecer muito
mas muito mesmo
para não ser tanto faz.

Onde faltou oportunidade, a perseverança me fez construir.

Desculpe-me flor a falta de cordialidade! É que as ideias florescem na mente, como a água brota do chão

21


Por que você se foi?
O que foi que eu te fiz?
Em que momento meu abraço
deixou de ser um lugar para ficar?


Você escolheu partir.
E eu fiquei.


Fiquei com a casa cheia de silêncio,
com as conversas que nunca terminaram,
com a mania de imaginar
como seria se você ainda estivesse aqui.


Passei dias procurando respostas
em detalhes que talvez nunca tenha existido.
Revivi cada palavra,
cada gesto,
cada despedida disfarçada de "até logo",
tentando descobrir onde eu poderia ter agido diferente.


Mas no fundo,
acho que nada mudaria.


Porque quando alguém decide ir,
não é o amor do outro que o faz ficar.


Hoje é dia 21.
O nosso dia.


Hoje seriam seis meses.
Seis meses de nós,
de planos,
de promessas,
de uma história que eu ainda imaginava escrevendo.


Mas fazem três meses
que você escolheu colocar um ponto final.


E, desde então,
eu sigo aprendendo a conviver
com a saudade de alguém
que ainda existe em mim,
mesmo tendo deixado de existir ao meu lado.


Ainda dói.


Dói porque eu não perdi apenas um amor.
Perdi o meu melhor amigo,
o porto onde eu acreditava poder voltar.


Talvez um dia eu pare de esperar
uma mensagem que nunca vai chegar.
Talvez o dia 21 volte a ser apenas um dia.


Mas hoje...


Hoje ele ainda carrega o peso
de tudo aquilo que nós poderíamos ter sido.


E de tudo aquilo
que você escolheu deixar para trás.