Coleção pessoal de testeteste123

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Cadê o resto ? A minha raça todo mundo sabe .

Título: Presente do Céu


Deus me deu um lar
e dentro dele colocou eternidade.


Chamou de família.


Diana,
meu abrigo nos dias difíceis,
minha paz quando o mundo pesa,
presença que transforma rotina
em milagre diário.


Em teus olhos eu aprendi
que amar é decisão
e também cuidado.


Isaque, meu primogênito,
força que cresce diante dos meus olhos,
promessa viva de futuro,
eco do meu nome
caminhando mais longe que eu.


Ismael, meu pequeno raio de luz,
riso que quebra qualquer cansaço,
mãos pequenas que seguram meu dedo
como se segurassem o mundo.


Vocês três
são a resposta de muitas orações
que eu fiz em silêncio.


Família não é acaso,
é presente de Deus
embrulhado em responsabilidade,
amor
e eternidade.


Se eu tiver vocês,
tenho riqueza que não se conta,
tenho herança que não se perde,
tenho céu começando aqui.

Quando nascemos, já ganhamos um dom de Deus, sem saber qual? Basta crescermos, pra descobrir, quais são? Descobriremos com o tempo de vida que Deus nos dá, aqui na terra, para usarmos. Descubra o seu dom e usa o seu talo, pra fazer coisas boas. E será abencoado nesta vida por Deus.

"Recomeçar é sempre uma possibilidade."

O tempo é um alfaiate cruel que vai apertando nossas roupas de esperança até que não consigamos mais respirar sem sentir a costura do passado nos sufocar. Aprendi a andar nu de expectativas, vestindo apenas a pele crua da realidade, por mais fria que ela seja nas manhãs de junho.

Título: O Nazareno Passou


Jesus Cristo de Nazaré
não chegou fazendo barulho.
Não trouxe trombetas,
nem anunciou a própria grandeza.


Passou como quem conhece a rua,
como quem sabe o nome das dores
antes mesmo que elas falem.


Tinha poeira nas sandálias
e eternidade nos olhos.


Sentava-se perto dos esquecidos,
como se ali fosse o centro do mundo.
E era.


Dizem que era Deus.
Mas eu gosto de pensar
que era também silêncio —
desses que consolam
sem explicar nada.


Na cruz,
quando tudo parecia fim,
Ele apenas amou.


E desde então,
quando a tristeza me visita sem avisar,
eu imagino o Nazareno passando outra vez
pela rua estreita do meu coração —
sem barulho,
mas ficando.

A perfeição não se conquista, nós a temos consciência.

A educação tem raízes profundas, tronco robusto, galhos longos, folhas verdes, mas frutos doces e saborosos.

A felicidade não cai de paraqueda, ela virá no momento certo da sua vida.

Sair das sombras, e entrar na luz, não quer dizer, que você vai se esconder por muito tempo. Tudo que se esconde no oculto, não se esconde da luz de Deus.

Mesmo quando eu penso em parar, Deus continua acreditando em mim.

Amo os livros porque, enquanto o mundo faz barulho, eles me ensinam a pensar em Silêncio.

Se está pensando em conquista ela, regue a semente, pra que ela der flor e seja visto com amor.

Vencer o medo, é a garantia de ficar bem contigo mesmo.

Uma borboleta entrou na minha casa
como quem não pede licença,
mas traz recado.
Veio leve…
pousou no silêncio da sala
e, sem dizer palavra,
falou direto com a minha alma.
Talvez não fosse só asa e cor.
Talvez fosse transformação
batendo à minha porta,
me lembrando que o casulo
não é prisão —
é preparo.
No espiritual, ela sussurra:
“Ciclos se encerram.”
No emocional, ela abraça:
“Você sobreviveu.”
Veio dizer que o peso não é eterno,
que a dor não é morada,
que o inverno não impede
a primavera de acontecer.
Entrou como sinal,
como visita invisível de esperança,
como quem diz:
— Você já não é quem era.
E isso é milagre.
A borboleta foi embora.
Mas deixou em mim
asas que eu ainda estou aprendendo a abrir. 🦋

EM ALTA DEFINIÇÃO.


Narciso voltou.


Não das águas turvas do mito antigo,
mas do brilho polido das vitrines digitais.
Renasceu, qual fênix perfumada,
das cinzas do próprio reflexo,
com legenda estratégica e luz lateral.


Já não precisa inclinar-se sobre o lago.
O lago agora o segue, portátil e obediente,
no bolso da vaidade.
Multiplicou-se em telas,
em ângulos estudados,
em versões de si mesmo,
sempre a melhor, por certo.


Como dizia aquele,
“é preciso ter caos dentro de si
para dar à luz uma estrela dançante”.
Narciso levou ao pé da letra:
fez do próprio caos um espetáculo
e da estrela… um holofote.


E recorda, comovido, o outro:
“O poeta é um fingidor.”
Ah, mas Narciso superou o mestre:
finge tão completamente
que chega a crer na própria encenação.
Sua dor é estética.
Sua alegria tem enquadramento.
Seu abismo tem alta resolução.


Outrora morreu por não suportar
a distância entre si e a imagem.
Hoje morre aos poucos
se a imagem não recebe o aplauso.
Antes, o lago era silêncio.
Agora, o silêncio é algoritmo ingrato.


Pergunta-se, entre um elogio e outro:
o que pode detê-lo?


Talvez o olhar que não o reflita,
mas o confronte.
Talvez o amor,
essa imprudência que exige entrega
e não performance.


Ou, quem sabe, como sussurraria mais um:
“o inferno são os outros”,
mas apenas quando não o admiram.


Até lá, Narciso reina.
Imperador do próprio contorno,
devoto da própria imagem.
E aplaude-se com fervor,


sem perceber
que nenhum espelho,
por mais fiel que seja,
é capaz de abraçar.

Pra ser visto, não precisa de prateia, basta deixar, que elas te vejam. Seja luz e brilhará sobre elas.

Aumentar a ignorância é uma limpeza da mente.

Olha, nem todo dia alguém vai estar no mesmo tom, mas respeito e profissionalismo não são opcionais. Oscilar entre tratar bem ou mal as pessoas só mostra que falta direção. Quem quer conquistar de verdade, foca em crescer com equilíbrio, não em oscilar entre ego e inveja.

Enquanto muitos persegue milagres, eu cultivo fé. E como o vento que sopra sem alarde, as bênçãos me alcançam naturalmente.