Coleção pessoal de testeteste123
Deus lançou-nos, sem nosso consentimento, à existência — ora, não será essa a mais terrível das injustiças?
(Uma Expedição ao Inferno)
A cruz não é apenas o lugar onde Deus resolveu o problema do pecado; é o lugar onde Deus revelou, de forma definitiva, quem Ele sempre foi: amor que se entrega sem deixar de ser justiça. Em Jesus, Deus entrou na nossa dor, assumiu a nossa condição e carregou sobre Si tudo aquilo que nos afastava da vida. Na cruz, o perdão deixou de ser um discurso e tornou-se um acontecimento; a reconciliação deixou de ser uma esperança distante e passou a ser um convite presente. Quem crê em Cristo descobre que a cruz não anuncia condenação, mas graça; não celebra a culpa, mas a libertação; e aponta para a ressurreição como a vitória da vida sobre toda forma de morte.
Na cruz, o amor e a justiça de Deus se encontram em perfeita harmonia. Ali, Cristo tomou sobre Si o pecado da humanidade, satisfazendo a santidade divina e abrindo o caminho da reconciliação. Todo aquele que crê encontra na Cruz perdão, vida e a esperança eterna da
"A menina que eu fui um dia funde-se na mulher que hoje sou, e de vez em quando a menina sem juízo vem aprontar..."
Haredita Angel
12.07.24
Levei-te flores.
Não por esperança,
mas porque o amor,
às vezes,
não aprende a partir.
Cada pétala
carregava um "eu te amo"
que nunca encontrei coragem
de deixar morrer.
Mas, ao pensar em ti,
senti pena delas.
Flores não nasceram
para conhecer o ódio.
Não merecem murchar
diante de alguém
que já não consegue
olhar para mim
sem desprezo.
Talvez eu devesse
tê-las deixado no jardim.
Lá, ao menos,
morreriam pelo tempo...
e não por um amor
que só sobrevive
em mim.
A NECESSIDADE DE ALLAN KARDEC E DE JOSÉ HERCULANO PIRES HOJE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Capítulo I
— O esquecimento do método e o surgimento dos corpos estranhos.
A diferença entre Doutrina Espírita e movimento espírita.
Como práticas alheias foram sendo incorporadas.
O abandono do estudo sistemático.
O fenômeno da "igrejificação".
A substituição da investigação pela crença.
Capítulo II
— Allan Kardec: o método acima da personalidade:
O Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos.
O papel da razão.
Ciência, filosofia e consequências morais.
A rejeição do dogmatismo.
Capítulo III
— José Herculano Pires: o defensor da fidelidade kardequiana.
Sua crítica ao misticismo.
A denúncia da burocratização.
O combate ao personalismo.
O conceito de "Espiritismo de base, exemplo de Allan Kardec, porque o que temos visto hoje é um Espiritismo do achismo". Sendo assim surgem os desvios como:
Capítulo IV
— Os corpos estranhos introduzidos no movimento espírita.
Ritualismos.
Sincretismos.
Culto à personalidade.
Fascinação mediúnica.
Mensagens sem controle.
Superstições.
Práticas sem fundamento na Codificação.
Capítulo V
— A mercantilização da palavra.
A questão da cobrança por palestras.
O princípio da gratuidade em Kardec.
Distinção entre remuneração profissional por despesas e comercialização da atividade doutrinária.
Referências em O Livro dos Médiuns e Obras Póstumas.
Capítulo VI
— Quando o centro deixa de ser escola.
O abandono do estudo.
O excesso de eventos.
A superficialidade.
O enfraquecimento da pesquisa.
Capítulo VII
— A fascinação coletiva
A idolatria de médiuns.
A infalibilidade de dirigentes.
Redes sociais.
Influenciadores espíritas.
A crítica kardequiana.
Capítulo VIII
— Como Kardec resolveria os problemas atuais
Aplicação do método.
Crivo da razão.
Universalidade.
Pesquisa permanente.
Atualização sem deformação.
Capítulo IX
— O legado de Herculano para o século XXI.
Filosofia espírita.
Liberdade de pensamento.
Responsabilidade intelectual.
O combate ao fanatismo.
Capítulo X
— Conclusão.
Um chamado ao retorno da Codificação.
Fontes completas.
Todo estudo deve ser fundamentado em:
O Livro dos Espíritos.
O Livro dos Médiuns.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Obras Póstumas.
Revista Espírita (1858–1869).
Obras de José Herculano Pires.
como O Espírito e o Tempo, Introdução à Filosofia Espírita, O Martírio dos Doutrinadores e Curso Dinâmico de Espiritismo.
A análise distinguirá cuidadosamente a Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec das práticas adotadas por diferentes instituições e grupos ao longo do tempo, evitando generalizações e fundamentando as críticas nos princípios metodológicos da própria Codificação.
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Pega a visão. Deus perguntou a Satanás: "OBSERVASTE tu O meu SERVO Jó", e não: "observaste tu o que Eu lhe tenho dado", porque, para Deus, o SER é mais importante do que o ter. Ao passo que, de modo inverso, quando Satanás O responde dizendo: "porque TU o cercaste de BENS", é porque para Satan, o TER, é melhor que o SER. Deus olhou para o que Jó era. Satanás, para o que Jó tinha!
Às 12:56 in 24.07.2026
A Vinda da Tua Felicidade e o Agradecimento do Teu Sorriso
Veio uma brisa suave e chamou alguns fios dos teus cabelos para dançar; o teu belo sorriso estava emocionante, brilhando como raios de sol em um fim de tarde — uma cena hipnotizante; o real ornado pela ludicidade.
Tu parecias uma arte singular, cheia de amor em movimento, usufruindo de uma felicidade sincera que não sentia há muito tempo, que reanimou a tua essência e acelerou os teus batimentos; tudo numa mesma frequência.
Logo, aquele cenário à tua volta foi tomado por tua intensidade, por teus sentimentos — um fervor incansável de liberdade, elegância e um toque de atrevimento. Graças ao meu imaginário, pude ver de perto o teu avivamento.
É recolhendo os tijolos da travessia que construímos o laboratório onde examinamos as texturas dos dias comuns e suas batalhas invisíveis.
Ali, cada perda se torna vestígio.
Cada escolha, evidência.
Cada silêncio, um dado ainda não interpretado.
O abismo do ser deixa, então, de ser apenas lugar de queda e passa a funcionar como profundidade investigativa: um espaço onde a consciência observa aquilo que a superfície jamais conseguiria revelar.
É nesse laboratório interior que o indivíduo desenvolve um senso próprio, revisa crenças, reconhece padrões e arquiteta estruturas de potência capazes de sustentar uma existência mais lúcida.
Não para eliminar a dor.
Não para transformar toda ruptura em lição conveniente.
Mas para impedir que a experiência permaneça governada por interpretações automáticas.
Porque o observador amadurece quando compreende que sentimento é informação, mas não sentença; memória é testemunho, mas não verdade absoluta; percepção é uma fresta, não o céu inteiro.
O fato descreve o que aconteceu.
A narrativa revela como aquilo passou por nós.
Discernimento é saber acolher ambos sem permitir que um se disfarce de outro.
A qual ponto a gente percebe que a vida é como um vento, aquele que passa de repente ou aquele que passa e leva tudo, a partir do primeiro sopro de vida.
Aquela que a gente sente falta de um dia ter sido, de um dia ter vivido, como um tornado aquilo não existe e às vezes não sentimos falta.
As vezes sentimos uma nostalgia que não cabe dentro do peito, como a saudade ou como uma ilusão de ter pensado que era aquilo que era vivido.
Às vezes, para não sofrer novamente, levantamos muros tão altos que nem a dor consegue entrar. Mas, junto com ela, também impedimos a entrada do amor, da amizade e da esperança. O coração que vive apenas para se proteger corre o risco de esquecer como é confiar. A verdadeira cura começa quando encontramos coragem para construir pontes onde antes existiam apenas muros.
— Fabinho Martins
Ainda existem aqueles que só pensam em si, e vai continuar existindo aquele que que oprime e aquele que é o oprimido, em uma sociedade em na qual o que se sair melhor é o que vence na vida.
A busca pelo pensamento profundo começa quando o pensamento volta-se sobre si mesmo. É da metacognição que germina a sabedoria, pois somente quem examina a própria consciência prepara o terreno onde a verdade pode florescer.
Te olhei e você nem me viu.
Fale o que há contigo amiga,
Nossa amizade é bem antiga.
Te encontrei, você nem sorriu.
Não fique assim com a cara feia,
É o seu sorriso que te aformoseia,
E faz você ser a mulher de nota mil.
Um dia você abre os olhos e vê a luz: nasceu.
Outro dia, acorda e tá na hora de ir ao colégio.
Outro dia, o despertador berra: atrasado para o futebol com os amigos do Clube da Esquina.
Outro dia, desperta ao lado do primeiro amor, depois de muito amor.
Outro dia, de madrugada, o alarme dispara: primogênito com fome.
Outro dia, o celular interrompe a soneca pós-almoço: mensagem da neta distante.
Outro dia, acorda assustado por ter passado do horário dos remédios.
E chega o dia do agradecimento, de abrir os olhos e ver a luz de um novo dia.
Ter fé em suas metas é essencial para alcançar o sucesso, mas a realização desse sucesso depende da intensidade do seu anseio por atingi-lo.
Para onde você vai nada levará; por isso a sua alma vale mais que o mundo inteiro desde que ela foi comprada à preço de sangue.
