Coleção pessoal de testeteste123

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Não tema obstáculos, tema apenas ⁠sua cara em frente ao espelho após um feriado prolongado.

⁠Hoje é um dia lindo de sol, mas se chover, será somente em você, logo use seu guarda-chuva.

Há dores que apertam o peito e fazem acreditar que a luz se apagou.

Mas quando o coração se abre, o sol nasce de dentro, e a vida floresce outra vez.

As mãos que nos levantam, visíveis ou invisíveis, lembram: nunca caminhamos sozinhos.

O Amor nos sustenta, transforma a dor em força e devolve o brilho da alma.

Respira… a luz já está em você e sempre esteve ❤️

A sua preocupação não mudará fatos ou verdades. Você apenas degradará o seu próprio mental.

Afinal, você, eu ou todos nós não temos a capacidade de mudar o nosso redor; podemos mudar apenas a nós mesmos, e nem isso muitas vezes somos capazes.

Pois se de nada sabemos, também nada podemos. Somos uma existência ínfima neste imenso jardim que é tão grande quanto seu Criador. Por isso, nada temas: tudo o que ocorreu, ocorreu, e nada pode mudá-lo. E tudo que há por vir, ocorrerá, mas como ainda não ocorreu, nada temas.

Foque-se no agora, pois, como disse o Mestre Oogway: "O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente."

A sua preocupação não mudará fatos ou verdades. Você apenas degradará o seu próprio mental.

Afinal, você, eu ou todos nós não temos a capacidade de mudar o nosso redor; podemos mudar apenas a nós mesmos, e nem isso muitas vezes somos capazes.

Pois se de nada sabemos, também nada podemos. Somos uma existência ínfima neste imenso jardim que é tão grande quanto seu Criador. Por isso, nada temas: tudo o que ocorreu, ocorreu, e nada pode mudá-lo. E tudo que há por vir, ocorrerá, mas como ainda não ocorreu, nada temas.

Foque-se no agora, pois, como disse o Mestre Oogway: "O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente."

🇵🇹 Portugal em Chamas 🇵🇹

Yeah, yeah… fogo no mato, cinza no ar,
Portugal unido, ninguém vai recuar!

Chamas a subir, fumo preto no horizonte,
bombeiro na linha da frente, suor a escorrer na fronte.
Sem medo da morte, enfrenta labareda,
herói verdadeiro, luta sem moeda.

O povo tá na rua, mangueira na mão,
balde d’água, fé e coração.
Aldeia acordada, ninguém fica parado,
quando a terra chama, o sangue é chamado.

[Refrão]
🔥 Portugal em chamas, mas o povo resiste,
na luta contra o fogo, união é o que existe.
🔥 Portugal em chamas, coragem no olhar,
ninguém vai tombar, ninguém vai recuar.

Helicóptero baixa, despeja esperança,
gota a gota apaga a dor que avança.
Choro no campo, gado a fugir,
mas o povo insiste, não vai desistir.

Cinza na pele, tosse no pulmão,
mas firme na luta, firme na missão.
Do norte ao sul, grito ecoa no vento,
“Portugal não cai”, esse é o sentimento.

[Refrão]
🔥 Portugal em chamas, mas o povo resiste,
na luta contra o fogo, união é o que existe.
🔥 Portugal em chamas, coragem no olhar,
ninguém vai tombar, ninguém vai recuar.

Respeito ao bombeiro, respeito ao povo,
na guerra contra o fogo, tamo juntos de novo.
Portugal em pé, no calor da batalha,
da cinza renasce quem nunca falha!




-

hoje me apaixonei por alguém
que vi uma única vez.

claro, não era amor,
era só aquele desejo sujo
que te acerta no meio do peito
como um tiro que nem sangra.

ela tinha o rosto coberto de tatuagens,
olhos fundos de quem briga com o travesseiro
todas as noites
e sempre perde.

fumava cigarro
como quem queria morrer
Afogada em cada trago.

dava pra ver no rosto:
álcool misturado com
Remédio sem receita,
provavelmente um corpo cansado
de lutar contra a própria cabeça.

mas linda,
meu deus,
como ela era linda.

com aquela beleza profana,
deturpada,
quase um quadro renascentista
pichado no muro de um bairro fodido.

a mente dela—
um campo de guerra.
o corpo—
um templo em ruínas.

e mesmo assim,
me deu um tesão
tão maldito, tão absurdo,
que meu coração quis bater palmas
com as próprias veias.

é disso que eu gosto.
da beleza visceral!
da verdade estampada na cara.
da destruição com batom borrado
e cheiro de cigarro barato.

e ela nem sabe
que virou poema.

São milhares de anos-luz,
viagens cósmicas em um universo finito.
Em meio a galáxias imensas,
em um planeta azul com bilhões de vidas,
o acaso — ou o destino —
trouxe você até mim.

E no meio de tudo isso,
do infinito ao íntimo,
é um imenso prazer,
um milagre quieto,
dividir essa vida com você.

Caçando droga como caçam Deus em um beco escuro no final da festa.

Quem vai me julgar?
Quem se tornou meu juiz?
Alguém que não estava ao meu lado quando a dor doía
Alguém que não ouviu meus gritos
Alguém que nunca enxugou minhas lágrimas
Alguém que não conhece a intensidade do meu sofrimento
Essa pessoa me julga?
Essa pessoa se tornou meu juiz?


Marcio H.melo

E o que é a vida meu amigo?
A vida?
A vida, é um instante que lembramos como a melhor fase da vida este é a infância
Ah! A infância onde viver era só viver e mais nada
Sim, com o tempo esquecemos o que já fomos
Crianças felizes que sabiam viver a vida...


Marcio melo

Portugal a arder, mais um verão repetido,
Bombeiros voluntários sem descanso, sem abrigo.
Carros velhos, mangueiras rotas no caminho,
Mas são eles que seguram o país sozinho.


Enquanto isso, férias no estrangeiro,
Primeiro-ministro e presidente sem roteiro.
Na serra o povo luta contra o fogo verdadeiro,
Sem apoio, sem verba, só suor por inteiro.


[Refrão]


É o povo que apaga, não é o poder,
São vizinhos, bombeiros, que dão pra valer.
Do Minho ao Algarve, todos a sofrer,
E quem devia agir tá difícil de ver.


Nas aldeias a sirene não para de tocar,
Idosos a correr, casas prestes a queimar.
Falta água, falta gente, falta tudo no lugar,
Mas sobra coragem pra não abandonar.


Prometem milhões no parlamento a falar,
Mas no terreno é sempre o mesmo a faltar.
É sacrifício humano que não dá pra negar,
E cada chama acesa custa um lar pra salvar.


[Refrão]


É o povo que apaga, não é o poder,
São vizinhos, bombeiros, que dão pra valer.
Do Minho ao Algarve, todos a sofrer,
E quem devia agir tá difícil de ver.


Portugal resiste, mesmo a ser esquecido,
É força popular contra um Estado adormecido.
Entre cinzas e fumo, o retrato é sabido:
Quem salva a nação nunca foi protegido.


-

Houve um tempo na minha vida em que eu era eu mesmo e tão feliz, mesmo com tantas adversidades e fatores que eu nem entendia as coisas de adulto.
Eu era feliz e podia sorrir, correr, cantar, pular, ser uma super-heroí — tudo o que eu queria ser, eu podia fazer sem me preocupar com mais nada.
Ao longo da vida, crescemos e amadurecemos, e tudo em que acreditávamos começa a desaparecer, e a magia se esvai com o sorriso que se perde pelo caminho.
E depois de tanto caminhar, como umo adulto maduro, sobrecarregado e cansado, olho no espelho e não resta nada daquele garotinho, vivo, livre e feliz, que podia voar.
Só cansaço e exaustão, cabelos grisalhos,
Rugas que aparecem.
Acho que meu verdadeiro eu se perdeu lá atrás, no caminho da vida...


Marcio Melo

Enquanto o país arde, eles tão deitado na areia,
Primeiro-ministro e presidente na vibe da plateia.
Selfies na praia, sombra e maré cheia,
Enquanto o povo luta, com a cara na fogueira.


O fumo sobe alto, céu pintado de cinzento,
Bombeiros exaustos, sem água, sem sustento.
O povo aflito, sem governo, sem alento,
E o poder ausente, perdido no vento.


[Refrão]


Portugal a queimar, quem vem apagar?
São os da aldeia, não quem devia mandar.
Heróis sem capa, só mangueira na mão,
Enquanto os chefes da nação tão de férias no verão.


No telejornal é só promessas vazias,
Mas no terreno é luta, é noites sem dias.
A sirene toca, o calor desafia,
É sangue, suor, não é política fria.


O país pequeno, mas coragem gigante,
O povo unido, resistente, constante.
Enquanto lá em cima só discurso elegante,
Aqui em baixo é guerra contra o fogo sufocante.


[Refrão]


Portugal a queimar, quem vem apagar?
São os da aldeia, não quem devia mandar.
Heróis sem capa, só mangueira na mão,
Enquanto os chefes da nação tão de férias no verão.


Então grita alto, não deixes esquecer,
Quem segura o país não tá no poder.
É o bombeiro, o vizinho, o povo a sofrer,
Enquanto eles descansam, nós vamos renascer.


-

Obrigado, Deus


Obrigado por Tua graça, Senhor,
por cada milagre que eu não percebi.
Obrigado por me livrar
das maldades que eu nunca vi.
Sou grato por me guiar,
me fazendo enxergar
o caminho para seguir.


Nessa minha trajetória,
tenho muito mais a agradecer.
Já ganhei, já perdi,
procurando aprender.
O Senhor fechou e abriu portas
que eu custei pra entender.
Hoje eu acordo e só agradeço,
pois sei que o que eu mereço
o Senhor vai me devolver.

Portugal em chamas, verão sem descanso,
Na serra só se ouve sirene e cansaço.
Bombeiro é voluntário, vai sem proteção,
Mas quem manda no país tá de férias no verão.


Povo com baldes, mangueira na mão,
Enquanto arde a floresta, arde a nação.
Falta coordenação, falta investimento,
Só sobra propaganda e muito fingimento.


[Refrão]


Quem segura a terra é quem nela nasceu,
Não é quem governa nem quem prometeu.
De Lisboa ao interior, o retrato é fiel:
O povo no inferno, o poder no hotel.


Velhos a chorar, lembranças a queimar,
Aldeias cercadas, sem nada pra salvar.
Falam em milhões que nunca cá chegaram,
E no fim do dia só os do povo ficaram.


É sempre o mesmo filme, ano após ano,
Os de cima desligados, parece engano.
Mas não é, é sistema que vive a falhar,
E quem paga a fatura é quem vem apagar.


[Refrão]


Quem segura a terra é quem nela nasceu,
Não é quem governa nem quem prometeu.
De Lisboa ao interior, o retrato é fiel:
O povo no inferno, o poder no hotel.


Portugal resiste, mas precisa acordar,
Não há país de pé se só arder o lugar.
Se quem manda some quando é pra enfrentar,
Então é o povo que tem que governar.


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Portugal arde, todos os anos igual,
De Norte a Sul o cenário é brutal.
Bombeiros são voluntários, sem salário decente,
Arriscam a vida, esquecidos pelo Presidente.


Primeiro-Ministro na praia, bem protegido,
Enquanto aldeias morrem no fogo desmedido.
Carros sem travão, mangueiras rotas no chão,
E ainda dizem que há milhões na televisão.


[Refrão]


Quem paga é o povo, quem sofre é o povo,
Enquanto lá em cima jogam o jogo.
Portugal em cinzas, mas eles de férias,
Heróis sem apoio, só promessas sérias.


Idosos a fugir, casas viram carvão,
Histórias de família perdidas no chão.
Bombeiro sem descanso, turnos sem fim,
Sem máscara, sem luva, mas não desiste assim.


De Norte a Sul, aldeias no sufoco,
É o povo que enfrenta, o governo é pouco.
Quem apaga são vizinhos, são homens do mato,
Não é quem se esconde atrás do palácio exato.


[Refrão]


Quem paga é o povo, quem sofre é o povo,
Enquanto lá em cima jogam o jogo.
Portugal em cinzas, mas eles de férias,
Heróis sem apoio, só promessas sérias.


Este é o retrato real do país,
Quem devia liderar já partiu feliz.
Mas no meio da chama nasce a verdade:
Portugal só vive da força da comunidade.


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A arte de olhar é também a arte de resistir.
De não se afogar nas próprias marés,
de aprender a respirar mesmo quando o silêncio pesa,
de transformar dor em força,
sofrimento em poesia.
Porque até nos dias mais sombrios,
há sempre um modo de florescer.

Carrego no olhar a música das coisas simples,
faço da vida poesia,
e do instante, eternidade.

A batalha é espiritual,
Minha arma é oração.
E quando dobro o joelho,
Já começa a solução.
Não ando por impulso,
Sigo a voz que me guia.
Quando tá escuro,
Ele traz a luz bendita.
O inimigo trama queda,
Mas meu Deus desfaz o laço.
Transforma dor em poesia,
E a porrada em abraço.