Coleção pessoal de testeteste123

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Montes

Mas o que é o amor se não um monte de montes
Punhados, litros, exageros, hipérboles
É um cair das estrelas, um apagar do sol
Uma vela de cera derretendo
Uma brisa da madrugada que se dissipa ao início do dia
Uma felicidade triste, uma dor com alegria!
Um poeta que não viveu, nenhuma de suas poesias

(Por bruno.g9)

Tem gente que não possui beleza exuberante pra ser o amor à primeira vista de alguém! Alguns são belos por dentro, e se tornam o amor as primeiras horas!
Melhor que um corpo bonito é um cérebro bonito!

(Por bruno.g9)

Acho que estou doente
não do vírus que ronda as ruas
pois me isolei, tomei cuidado
mas do veneno invisível que corrói a mente,
o caos que desmancha a paz
o medo que rasga a pele por dentro

nos últimos dias
as notícias ruins caíram sobre mim
como chuva de chumbo
nem a escrita conseguiu dissipar essa dor
Pelas redes sociais vi um homem na rua
gritando “estou com fome” —

cada grito dele era uma facada
uma punhalada cravada no meu peito
um clamor que o Estado ignorou
um grito que ecoa no vazio da cidade

⁠Vamos Contribuir Conosco Mesmos?
* Disciplina.
* Harmonia.
* Dar Andamento aos Nossos Projetos.
* Compartilhar Palavras Positivas.

Aproveita cada segundo ao lado das pessoas que estão com você.


Porque Amanhã você pode estar sozinho (a)⁠

Quem escolhe viver lúcido encara a verdade nua; quem escolhe o automático vive cego, mas confortável.

Sozinho no silêncio, esperando ouvir sua voz, de coração apertado e mãos trêmulas. Borboletas florescem em meu estômago, fazendo um nó na garganta e me falta o ar. Seu nome me chama, Bárbara, e eu sou teu, como o dia é da noite, para toda eternidade. Juntos, imperfeitos, mas belos aos seus olhos, como os meus. Quero te tocar todos os dias e sentir seu cheiro pela manhã, seu corpo quente, seus cabelos encaracolados, seu corpo entrelaçado ao meu, com todas as curvas, como compõe a galáxia. E seus laços nos amam e nos unem para ser maior e melhor. Amo poder te amar, e te amar me faz poder !!Te amo ...
HUMIDAN

Louco por amar o louco

Quero deixar aqui minha maior e grande admiração pelo louco e sua loucura.
O louco é um presidiário, com seu presídio sendo a própria loucura.
Um ser como nós, mas longe de vós, pois apenas um algoz com tanta voz para o oprimir.

Esta minha carta digital é escrita para aquele que está aceitando sua degradação mental; que, por um instante, se perdeu de si, mas ainda se vê. Assim como qualquer louco. Assim como um louco qualquer.

Como tanta filosofia, religião e coisas deste mundo cabem na citação desse ser?
O mundo se adapta a partir dele, e ele não sabe. Deus — ou até mesmo deuses — tapam seus olhos e ouvidos quando eles começam a falar, ou pior, quando começam a cantar.
A regra dos porquês não os abala: são como uma bala sendo disparada.

Ora, que eu consiga fugir dessa prisão; para o desespero do meu peito, minha solução será colocar, em minha mão, uma faca.

No fundo não precisamos
de terra:
Terra nos condena [a] alma.
Precisamos de mar:
Mar nos liberta à visão.

Costurar o Tempo


Se a vida fosse tecido, eu escolheria linhas invisíveis para bordar os dias. Cada ponto seria memória, cada nó, resistência. Costurar o tempo é remendar o que a vida rasgou, é unir o ontem ao amanhã sem perder a delicadeza do agora.


Às vezes, o fio se parte e minhas mãos cansam. Mas ainda assim insisto — porque sei que o bordado só existe no processo, nesse gesto de refazer, de alinhar, de acreditar que o tecido pode sustentar o peso da história.


Se eu pudesse, costuraria o tempo com calma, deixando espaço entre as linhas para que a esperança respirasse. Assim, mesmo que o hoje doa, haveria sempre a chance de o amanhã se encaixar sem pressa, como peça que se completa no avesso da vida.


E no fim, talvez eu descubra que costurar o tempo não é prender instantes… é libertá-los para que continuem existindo em mim.

Texto de Introdução/Reflexão: A Experiência da Fotografia


A fotografia não é apenas sobre técnica ou conhecimento; ela é sobre presença, sensibilidade e conexão com o momento. Cada clique é uma escolha, um instante de entrega, uma oportunidade de capturar não apenas o que os olhos veem, mas o que o coração sente.


Ao longo desta série, você encontrará reflexões sobre luz, composição, movimento, cor, narrativa, direção e, acima de tudo, espontaneidade. São textos que unem prática e sensibilidade, conhecimento técnico e olhar poético, mostrando que a essência da fotografia está na experiência, na emoção e na alma que conseguimos revelar através da lente.


Cada imagem é um convite: perceba o instante, sinta o movimento, observe a luz, conecte-se com o assunto. O verdadeiro aprendizado não está apenas nas regras, mas na prática, na percepção e no olhar que se entrega à vida que se desenrola diante da câmera.


Esta série é um convite para explorar, sentir e viver a fotografia de forma completa. Não importa se você está começando ou já tem experiência: cada texto é um passo na descoberta de como capturar o que realmente importa, a essência, a emoção, a espontaneidade que dá alma à imagem.


Espontaneidade: A Alma da Imagem

Perdoe esse meu vício de linguagem,
Minha língua,
Sempre interrompendo a sua.
Sem meias palavras,
Te ganhando no beijo.

Não existe rompimento sem dor. Se rompeu e não doeu, é porque aquilo que ligava já estava apodrecido

Taças roubadas,
corações feridos,
histórias que doem
sem pedir licença.


Um encontro intenso,
na ânsia de ser,
de ter,
de sentir,
de estar.


A razão grita: não.
O desejo arde: sim.
E o óbvio infame
se impõe —
não dá.


Fica o gosto amargo
do fracasso,
a sombra da inutilidade,
o eco da insuficiência.


A realidade,
crua e implacável,
não tem como consertar.

Teatro da vida
E se nossos dias
For apenas um roteiro
E cada detalhe já foi escrito
E nós somos só atores que
Tem que ser fiel ao roteiro?
E se formos atores que não
Sabe que só está cumprindo
O roteiro e nosso personagem
E falas já fossem inserido em
Nós.
E se um dos autores do roteiro
Quisesse que adquirimos
Consciência que só estamos
Em roteiro, e que tem um autor
Que quer nossa destruição
Condenação e morte no final do roteiro.
E se um autor que é bom,
Justo, misericordioso, e quer
Que sejamos felizes
Quer que vivamos o
Presente e quer nos
Dar o maior presente
Quer que falar conosco
Durante esse teatro.
Então podemos dizer
Eis me aqui senhor
Que teus planos e sua
Vontade seja feita.
E então por um momento
Vivemos o presente mais
Vivo e Vivemos um
Momento eterno.
E um dia sairemos desse teatro
E viveremos com esse autor
Bom ,justo, para sempre.

Somos TODOS IGUAIS,
Na CHEGADA e na PARTIDA, NO AdEUS e Despedida...
Sentimos dores, amamos os eternos Amores,
Plantamos e também colhemos Flores.
As damos e talvez as recebemos tudo em volta de um atenção que quase sempre não temos.
Somos todos iguais...
Até na árdua estranheza de Amar...

A vulnerabilidade do motociclista nas vias urbanas é um reflexo da fragilidade da segurança viária no Brasil, que cobra um preço alto em vidas e saúde pública.

Ao debruçar-se no leito repense todo o seu dia pra perceber se não ficou em falta com alguém!
E se, em algum momento ficou em falta com algum compromisso, volte e refaça sua trajetória; e desta vez sendo honrado em ações para com o todo.

A imprudência ao volante não é apenas uma falha individual, mas uma ameaça coletiva que compromete a harmonia e a segurança nas vias.

⁠😔 Parece que o mundo todo apertou e você só quer desaparecer
um pouco pra não
sentir tudo de uma vez.