Coleção pessoal de testeteste123
🎹 Ruas Sem Volta 🇵🇹
Yeah…
Isto é Portugal, mano…
Nem todos os becos têm saída…
Nem todos os putos têm segunda vida…
Era só um puto do Porto, com 13 na cara,
O pai sempre bêbedo, a mãe sempre a chorar,
Queria ser jogador, mas a escola não dava,
Faltava pão na mesa, a rua é que ensinava.
Primeiro foi cerveja na tasca do Ti Manel,
Depois um copo de whisky e o vício veio com ele,
Achava que era “gangsta”, sentia-se no papel,
Mas cada gole dado cavava mais o seu buraco cruel.
Os amigos riam, “bora curtir, não sejas fraco”,
Fumar um charro atrás do pingo doce no barraco,
A mente desligada, o futuro lá no vácuo,
No bolso zero paus, mas no copo mais um trago.
As notas a cair, professores já cansados,
A mãe dizia “filho, olha por ti, tá estragado”,
Mas o puto ria, dizia “isso tá controlado”,
Mal sabia ele, o jogo já tava marcado…
[Refrão]
E a rua chama… mas não devolve ninguém,
Tás a fugir de ti, mas já não controlas quem,
Vícios, dívidas, a vida a perder a conta,
Quem entra no beco, mano, quase nunca volta…
17 anos, o puto tá no pó,
Começou com uma linha, agora mete o quilo só,
Porto à noite, o corpo já pede mais,
Alma vazia, coração a gritar “sai!”.
Chegou a heroína, mal viu, já tava preso,
Disse que era “só pra teste”, mas o vício foi o peso,
Começa a roubar, leva fio da mãe,
Vende tudo em troca de um shot que lhe cai bem.
No bairro já não confiam, chamam-lhe Taco,
Amizades morreram, mano, isso é fato,
Um gajo que via como irmão, hoje quer-lhe o prato,
A rua não perdoa, só te engole no contrato.
Com a dívida ao Zeca, 300 paus pra pagar,
Sem guito, sem família, sem ninguém pra ajudar,
A pressão a subir, ele pensa em bazar,
Mas o cerco tá fechado, não há pra onde escapar.
[Refrão]
E a rua chama… mas não devolve ninguém,
Tás a fugir de ti, mas já não controlas quem,
Vícios, dívidas, a vida a perder a conta,
Quem entra no beco, mano, quase nunca volta…
19 anos, um corpo frio no chão,
Atrás do prédio velho, junto ao portão,
Uma seringa caída, uma garrafa no chão,
Mais um puto do Porto engoliu sem perdão.
A mãe na morgue, lágrimas no rosto,
“O meu menino era bom, só seguiu o mau gosto”
Os amigos no bairro nem quiseram ir ao posto,
Porque sabem que amanhã podem ser mais um corpo exposto.
A rua não fala, mas grita no silêncio,
Quantos mais caídos, quantos mais sem alento?
Portugal tá cego, o sistema é lento,
Enquanto os putos morrem, o governo tá isento.
Se pensas que controlas, enganas-te, irmão,
O vício não dorme, tá sempre na tua mão,
Porto brilha à noite, mas é fogo de dragão,
Cada beco tem um morto… mais um nome no caixão.
Yeah…
Mais um puto do Porto perdeu…
Mais uma alma vendida ao copo e ao pó…
Mais uma mãe a chorar…
E amanhã, outro cai…
-
Paulo e Silas não tinham liberdade, mas tinham louvor.
E o louvor abriu as portas.
Josafá não tinha força, mas tinha louvor. E o louvor confundiu os inimigos.
Hoje, não é diferente.
O teu louvor pode ser o som que o inferno teme e que o Céu responde.
Então, levanta a sua voz, não como quem canta uma canção,
Mas como quem empunha uma espada.
Louve… até o inimigo fugir, até as cadeias caírem, até a vitória chegar.
Louvar é dizer ao inimigo:
“Você pode me cercar, mas meu Deus me envolve.”
Louvar é declarar:
“Não importa o tamanho do gigante, minha voz é maior, porque ela carrega o nome do Senhor.”
Cada nota que sai dos seus lábios é como flecha lançada no campo de guerra.
Cada palavra exaltando a Deus é como muralha erguida contra as setas do inimigo.
Até quando você vai parar para ouvir opiniões que confundem suas atitudes? Lembre-se: você não pode mudar os fatos vividos, mas pode escolher ficar longe de pessoas negativas.
Ter filhos com a expectativa de que eles cuidarão de você na velhice é uma ilusão perigosa. Essa lógica distorcida alimenta o narcisismo no presente e, quando a realidade não corresponde à fantasia, gera frustração capaz de corroer a vida e antecipar o fim. Não se engane: filho não é investimento para ganhos futuros! C-Rock
A palavra bem colocada constrói uma vida
A palavra mal colocada destrói uma vida...
Então, antes de falar, pense!
Me encontro preso em uma encruzilhada invisível do tempo.
O relógio marca 2025, mas dentro de mim ainda é fim de 2019...
Uma estação parada, como um trem que nunca anuncia a próxima parada.
Os sonhos parecem ter ficado esquecidos em algum banco de praça, e os planos, esses, dissolveram-se como papéis molhados pela chuva.
Ainda há ecos de 2017: perdas que, mesmo antigas, insistem em deixar cicatrizes frescas.
E a cada lembrança, meu peito se encolhe, como se fosse possível recusar-me a respirar o ar do presente.
Para completar a ruína, 2021 foi um golpe que não cicatrizou...
Um luto que não se fecha, uma ausência que continua presente, como uma cadeira vazia sempre posta à mesa.
No meio de tudo isso, a vida não parece andar, mas também não se entrega ao fim.
É um estado suspenso: um corpo que respira, mas não sonha; um coração que bate, mas hesita em acreditar.
Às vezes, entre um silêncio e outro, surge a pergunta que não se cala:
"O que eu faço agora?"
Mas a resposta nunca vem.
E o tempo segue...
Implacável, indiferente, carregando anos como quem carrega malas pesadas em um corredor sem janelas.
Talvez o que falte não seja um plano, mas o primeiro passo.
E o futuro ainda não tem forma porque, em algum lugar, o passado ainda pede para ser chorado por inteiro.
E esta pessoa, que aqui escreve, mas que poderia ser qualquer um que agora lê, permanece entre o ontem que sangra e o amanhã que não ousa nascer.
O Templo do Senhor não é mercado
O Templo do Senhor é ordem e Zelo
Seja zeloso no Templo do Senhor
Seja zeloso com o que Deus te entregou
Inspiração
Se distraiu, na nave da mente, olhou
e não viu mais o pensamento, batendo cabeça no branco da confiança... amassando às palavras que não são
as mesmas da loja da surpresa da
língua, agora então? é o jeito martelar
o poema com versos da própria
cachola depois do prejuízo de bater
pestana e a frase não ter na mão...
