Coleção pessoal de testeteste123

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A promessa é uma dívida que se carrega, vivendo a contagem do tempo, somando os anos sem nunca alcançar o fim.

A sinceridade é uma navalha afiada no fogo da alma.
🕊

O ignorante coloca a culpa no outro;
O culto coloca a culpa em si;
O sábio não culpa ninguém.

O medo não vem de perder tempo, mas de não poder aproveitar esse momento que passa como fogo no vento.
🕊

Contar os anos é como dividir o mesmo prato de comida: nunca terão o mesmo sabor.

O que me inspira? A viagem de domingo.

E eu que estou com mania de jeans preto, camiseta básica preta ou branca e jaqueta jeans, junte-se a isso uma botinha ultra confortável, com solado tratorado.

Porque estou falando isso?
Saí no domingo, e do nada estou em um trem lotado de gente vestida igual a mim, esqueci de tirar uma fotinho, olhei para os lados e pensei: " O que tá acontecendo? Aí lembrei de um show de rock em Interlagos.
Fiquei com medo, de chegar na estação e alguém me chamar e falar;
- hey tia, chegamos! Bora pro show!😳
Agora não sei se preciso mudar meu estilo.
Aiai

Por que que tudo que é belo
revoluteia de forma breve!?

A vida não se mede pelo que conquistamos nem pelo que perdemos, mas pelo que tivemos coragem de não trocar por nada, porque é nesse resto irredutível que mora a verdade de ser humano.

Somos de humor flutuante, situações de gatilho, dias insuportáveis, comparações e expectativas desnecessárias e exigências tolas sobre o outro...

Quem espera pelo futuro sem agir no presente, fabrica ruínas com a própria esperança.

Crescer não é acumular anos, é rasgar ilusões até que reste apenas o que se sustenta em pé.

Quem foge da dor adia a vida; quem a encara aprende que até o sofrimento é matéria-prima de grandeza.

Felicidade não é direito de ninguém; é dever de quem luta com honestidade contra a própria covardia.

Ai que morro com
sol descendo encosta
para a noite tocar o peito
querendo amor
querendo mais
e mais...
Ai, que ainda morro
correndo atrás.


⁠

Não coleciono finais felizes; cultivo começos que não mentem.

A dor ensinou gramática: até o silêncio ganhou sujeito.

O medo ainda late; abro o portão e sigo,o passo é meu.

Quando o coração desaperta, o mundo cabe no bolso da camisa e respira.

Aprendi a carregar o silêncio como água: pesa no começo, sacia no caminho.

A poeira ainda dança no ar; já reconheço a casa no meio do deserto.