Coleção pessoal de testeteste123

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“Faça as coisas boas de modo a ficar satisfeito com sua consciência, não importa o tempo que leve pra fazer isso.”

“Ser feliz é saber fazer a distinção entre seus próprios acertos e erros, e conviver em paz com suas escolhas.”

Se ontem foi bom, não sei afirmar — passou.
Amanhã é futuro, não há o que somar.
Tudo muda de repente:
amor, paixão, encontro e desunião.


O que posso dizer é que sigo em frente,
sem pressa de chegar.
Preparo meu coração,
fortaleço meu corpo,
acolho novas ideias,
e vou em busca de um novo amor,
para, enfim, ser feliz.

O silêncio dói, mas cura.

A vida é estranha do seu jeito mais, mesmo assim vivemos seguindo...

Eu sei o que está passando: depois de tudo, não há retorno para nós.
Os caminhos não vêm em nossa direção,
nem seguiremos por trilhas que nos levem de volta.
Somos fagulhas minúsculas,
que o tempo soprou para longe,
incapazes de se reunir,
E jamais formar de novo
as gotas de esperança adeus.

“No Código de Hamurabi, a lei não era cega: via privilégios para ricos, multas para pobres e correntes para escravos.”

“No Código de Hamurabi, a pena dependia da classe: sangue para os livres, moedas para os pobres, silêncio para os cativos.”

Soneto da declaração

Gostaria de dizer que te amo

Sem você ter como saber

Que seu nome, à noite, chamo

Talvez nem mesmo perceber

O quanto você faz meu coração

A bater por ti e o dia a pensar

És a minha inspiração

Que me faz a dia melhorar

Sua voz é tão doce

Chega a ser mais do que o mel

Amo também a sua delicadeza

Posso até parece precoce

Contigo gostaria de ter uma relação estável

Pois sou escravo da sua beleza

Você é descartável e substituivel para pelo menos 90% das pessoas que te cercam, inclusive aquela que dorme ao seu lado.


Então; Pense mais em você, pois as pessoas são mutáveis e ingratas.

Do Universo Militar espiritual




Pedi bençãos grandiosas para Deus. Mas ao invés de prontamente me concede-las, por acreditar de forma quase que inabalável, Ele me mostrou o caminho do Inferno e, no final dessa trilha, o Trono de Satã, com ele, nele, assentado. Pegou todas as valiosas bençãos de que desejam minha Alma, pós no colo do Demônio, olhou firme para mim e em seguida me disse: "agora, você irá lá, buscá-las!!!




Às 16:46 in 11.09.2025

"Deus e a Escuta Silenciosa com os Adolescentes.”




Na correria dos dias, entre relógios apressados e adultos sempre ocupados, os adolescentes crescem em meio a um silêncio que não é apenas ausência de palavras, mas ausência de atenção. O coração jovem, cheio de perguntas, sonhos e inseguranças, encontra muitas vezes portas fechadas: pais cansados, professores sobrecarregados, e amigos que também lutam com seus próprios ruídos internos.
Os adultos não têm tempo. Estão sempre correndo atrás do trabalho, das contas, das preocupações que o mundo exige. Os mais velhinhos, quando poderiam oferecer escuta, já carregam em seus corpos a doença, o cansaço e a fragilidade do tempo. Assim, o adolescente, com seu turbilhão de emoções, muitas vezes se vê sozinho.
E é nesse espaço de solidão que um silêncio diferente se abre: o silêncio onde Deus se encontra.
Quando ninguém mais escuta, só resta Deus. Ele se faz presente na oração tímida antes de dormir, no pensamento escondido no meio da aula, no choro abafado no travesseiro. Deus é a escuta silenciosa que não julga, não se apressa e não cansa. Ele acolhe a inquietude, o grito e até o silêncio dos jovens que não encontram eco em mais ninguém.
É nesse colo invisível e eterno que os adolescentes descobrem que não estão sozinhos. Porque, mesmo quando os adultos não têm tempo e os velhinhos já não têm forças, Deus continua sendo o ouvido atento e o coração aberto.
No fim das contas, quando as vozes do mundo se calam, só resta Deus — e é justamente aí que o adolescente aprende que o silêncio pode ser cheio de presença.

"A cada amanhecer, a vida nos oferece uma nova página em branco. Escreva nela com coragem, pinte com gentileza e revise com sabedoria — porque ser melhor não é um destino, é uma escolha diária."


Roberto Ikeda

EU TIVE/TENHO TEMPO


Eu tive tempo de plantar flores,
mas deixei o jardim em silêncio.
Tive tempo de escrever versos,
mas calei o papel em branco.
Tive tempo de abraçar mais forte,
e, às vezes, abracei o vazio.


Eu tive tempo de sonhar alto,
mas temi o vento das alturas.
Tive tempo de arriscar caminhos,
mas caminhei na margem segura.


E, no entanto, o tempo não partiu.
Ele pulsa agora, dentro de mim.
Ainda há sementes à espera da terra,
a canção ainda mora na garganta,
o abraço ainda cabe nos braços,
e os sonhos ainda sabem voar.


Pois nunca é tarde quando há desejo,
e nunca é distante quem tem coragem.


Eu tive tempo…
e, mais que isso,
eu tenho tempo.

"A Melancolia Que os Alunos Carregam Dentro Deles.”


As salas de aula parecem cheias de vozes, risadas e movimentação, mas, se olharmos com atenção, veremos algo escondido por trás dos cadernos abertos e das telas iluminadas: uma melancolia silenciosa que muitos alunos carregam.
Ela não é sempre visível. Às vezes se esconde num olhar cansado, num suspiro diante de uma prova, na falta de entusiasmo para responder a uma pergunta simples. Outras vezes aparece no corpo que está presente, mas na mente que vaga para bem longe.
Essa melancolia nasce de muitos lugares: da pressão em ser perfeito, do medo de decepcionar, da comparação constante, da falta de tempo para viver fora da escola, do peso das expectativas. Nasce também da solidão disfarçada, da sensação de não ser ouvido, de que suas dores são pequenas demais para importar.
No fundo, cada aluno carrega uma batalha invisível. E a escola, que deveria ser espaço de descoberta e crescimento, tantas vezes se torna palco de ansiedade, cobrança e silêncio forçado.
A melancolia dos alunos é um pedido de pausa, de escuta, de acolhimento. É o coração dizendo que aprender não pode ser apenas decorar fórmulas e datas, mas também encontrar sentido, encontrar lugar, encontrar-se.
Porque só quando a escola aprender a enxergar o que os olhos não mostram, os alunos poderão estudar sem sentir que precisam esconder dentro deles a parte mais humana que possuem: a fragilidade.

"A Falta de Entendimento dos Irmãos Mais Velhos e Mais Novos”


Entre irmãos existe um laço que parece inquebrável, feito de sangue, infância e lembranças. Mas, ao mesmo tempo, esse laço é atravessado por diferenças que tornam o convívio um território delicado. O mais velho sente o peso da responsabilidade, como se fosse chamado a ser exemplo, guia, quase uma extensão dos pais. Já o mais novo cresce à sombra desse exemplo, desejando liberdade, querendo ser visto por si mesmo, e não apenas comparado.
Daí nasce a falta de entendimento. O irmão mais velho olha para o caçula e o vê como imaturo, irresponsável, sem a seriedade que a vida exige. O mais novo, por sua vez, enxerga no mais velho alguém duro, exigente, que parece ter esquecido o que é sonhar e brincar. Ambos se cobram, ambos se julgam — e pouco se escutam.
Essa distância não é apenas de idade, mas de percepção do mundo. O filósofo diria que cada um vive em sua própria temporalidade: o mais velho já se preocupa com o futuro, enquanto o mais novo ainda se agarra ao presente. É como se olhassem a mesma estrada por ângulos diferentes.
O problema é que, nessa falta de entendimento, se perde algo precioso: a possibilidade de aprender um com o outro. O mais velho poderia ensinar paciência e prudência; o mais novo, leveza e espontaneidade. Mas muitas vezes ambos preferem se proteger em suas certezas, em vez de abrir espaço para a escuta.
No fundo, irmãos se amam, mas também se estranham. Talvez a verdade seja que esse estranhamento é inevitável — e, paradoxalmente, é nele que mora a chance de crescimento. Porque compreender o outro, quando ele é tão diferente, é também compreender melhor a si mesmo.
Assim, a falta de entendimento entre irmãos é uma escola silenciosa: ensina que o amor não é feito de iguais, mas de diferenças que precisam ser acolhidas.

E talvez seja esse o segredo: não conquistar a complexidade, mas reaprender a escutar o óbvio, a habitar o claro, a deixar-se tocar pelo simples. Pois é aí, no chão limpo da simplicidade, que repousa a grandeza que tanto buscamos.

A simplicidade, afinal, não é ausência de profundidade, mas a sua face mais pura. É quando o ser se mostra sem ornamento, e o que encontramos já não pertence aos livros nem às teorias — pertence a nós, pertence ao mundo.

No raro instante em que conseguimos despir o olhar, tudo se revela. A folha caída não é apenas botânica, é tempo que se dobra; a água que escorre não é apenas física, é eternidade em movimento. Nesse momento, não pensamos — vemos. E ver, assim, é transcender.

Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.