Coleção pessoal de testeteste123

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⁠Quem só deseja perde; quem age hoje, governa o amanhã.

No futuro, o mundo será dominado por máquinas, mas não de metal ou circuitos, e sim de carne e osso: humanos que, seduzidos pela facilidade da tecnologia, se tornam mecânicos, perdendo sua humanidade, o amor e o afeto pela vida

⁠Nas noites de inverno e de verão, com fim do dia e de seu coração, infinito é o que dura quando chego perto de suas mãos.

Se meu silêncio te desconcerta, é que minha essência não é porta aberta.

Das certezas que eu tenho …

Na verdade eu não sei de nada, eu fico vagando e tendo pensamentos confusos sobre tudo e sobre mim.

Muitas vezes quero estar em outro lugar, viver outras experiências, criar uma base onde eu não oscile tanto.

Eu viajo em mim e não sei de fato de nada que não seja dor.

São vários tipos de dores, são físicas, mentais, são dores que parecem estarem intrínsecas em mim e faz tempo que elas estão aqui.

Fugir? Mas, pra onde? É confuso, é “truvo”, é incerto.

Nesse momento eu rogo ao bom Deus que me direcione, que tome conta do meu ser, que não me deixe sem sua misericórdia.

Só Ele pode me ajudar, só Ele pode me tirar daqui, me faz seguir com retidão ao Seu encontro meu Deus.

Me ajuda, sou dependente de ti, me encontro perdido, me acha Senhor, me resgata.

Onze de março, “um atrás do outro”…

É assim segue nossos dias, enfadados com a ideia de acontecimentos trágicos, de vivenciar momentos desagradáveis, aquele pouco de diversão que o mundo oferece é finito e rápido.

Por isso, coloco meus olhos para o Senhor a fim de que Ele me perdoe por tanto errar, a fim de que Ele me encha com seu Espírito Santo, que me transforme em servo fiel.

É isso que peço, não antes sem agradecer por Seu cuidado e proteção, sim, mesmo em meio ao caos, Deus nos dá a oportunidade de experimentar de suas bênçãos, de sentir o que o futuro nos reserva, somos feitos a imagem e semelhança de Cristo, temos o livre arbítrio de escolher está com Ele todos os dias.

Porque é Ele que nos coloca de pé, mesmo na escuridão provém lâmpadas para nossos pés, luz para o nosso caminho. Só precisamos olhar com mais fé, mover a montanha é possível, visto que há fé em cada um de nós.

Que a semana seja abençoada e que possamos colocar nossas orações ao Criador e que nossa oração tem como foco o reino eterno.

Já finda o dia em que essa terra não mais existirá, então nós apressemos para ir morar na companhia Daquele que deu a vida por nós.

O sacrifício que nos deu a graça que será alcançada por meio de nossa fé, além disso por meio do nosso amor e compromisso em sermos melhores.

Minhas tentativas são fracassos que eu insisto em repetir.

Eu tentei, “juro” que tentei, na verdade tenho tentando, não ligar, não olhar o telefone, não gritar pelo seu nome.

Eu tento, não ficar tão perto, atento, não deixar de ser nascente, eu durmo, acordo e ainda tento.

Minha vida tem sido assim, fugindo de mim pra que outros encontrem a si, na verdade nada importa, palavras ecoam e se perdem em meio ao vento, o que passo é sofrimento.

Já não sei como estancar tamanha dor, já sei por que não vivo sem amor, sem esse amor. Já não basta minhas lutas, já não saio sem vitórias, faz um tempo, estou aqui, sem algum bônus ou a glória.

Se eu olhar para o passado, não vejo com memórias de alguém que quis assim, ter o coração de histórias, de amor, do grande fim.

Para mim é um tormento, é de dolo, não aguento, só me resta o lamento e eu não sei pra onde vou.

Passam dias, passam lentos, e eu aqui em sofrimento, minha vida eu entrego ao prazer do próprio tempo.

São estrofes, rimas tristes que transbordam aqui dentro, já não vejo mais a ilha, já não saio desde sempre.

Mas, porque não vejo a ilha? Porque nela eu habito, e de dentro é impossível ter que olhar e achar bonito.

Meu presente são de dores, de temores e sem alento, meu futuro é uma tela, que o pintor não fez a tempo.

A minha falta de coragem é morrer num labirinto, lá eu sei, tem uma passagem, mas, por ela eu já não sinto. Já me falta essa vontade, já me foi meus tantos dias, de achar que um romance seria sim minha alegria.

Sobre os contos e de fadas, o felizes para sempre, não foi feito nessa vida, para mim que envelheço.

Tenho escrito muita coisa, tem feito quase nada, desistir parece óbvio, desistir é uma escada, quando desço nada tenho, pra subir, talvez mais tarde.

Passo o tempo corroendo, lindas coisas para mim, mais já olho e lamento por te deixar partir.

A busca pela cura.

A busca pela cura, não precisa ser depressa, não precisa ser afoito, tato, gosto.

Mas precisa ser o foco, olho, vista, óculos… Necessário ter pessoas, necessário ter a tempo, que carece, vem, de prece.

É meio atormentador, é vazio, canso, lanço-me de esperança, aquieto, quebra, lança, um caminho espinhoso, e a vida dita o tom.

Vai que nessas idas, vindas, num qualquer, dia, noite, não se sabe, de repente a cura invade e eu de canto que sorrio.

Lembre-me não desistir, viver, depende mais de si, depende do querer, de quanto me tiver, de quanto me restar, da fé que tenho aqui.


Que o bom Deus me sustente nesse e nos próximos dias, que sua misericórdia me baste.

É o que te peço em nome de Cristo, ainda sim, te agradeço por ainda estar comigo.

A segunda chegou trazendo a chuva…

Motivação não tenho, estou tentando caminhar, mas, acredito que só Jesus para me ajudar, visto que nem eu estou me ajudando.

Em tuas mãos me coloco Jesus, faz mudanças na minha vida, faz Seus milagres em mim.

Hoje estou como o poema de Vinicius de Moraes:

De manhã escureço. De dia tardo. De tarde anoiteço… De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.

Ainda sobre o que restou em mim…

Numa sexta-feira, começo do terceiro mês do ano e eu estou aqui, estático, sem rumo, decadente.

Só me resta novamente olhar para o alto e entender que de lá vem minha redenção, que de lá vem meu perdão.

Bondoso Deus, me alimenta com seu Espírito Santo, perdoa meus atos falhos, conduz-me pelo caminho estreito, refaz minha vida, molda o meu ser da forma que Te agrada, salva essa alma decadente e transforma-me em alguém digno de receber seu perdão.

No mundo há caos, o inimigo está fazendo o que ele sabe fazer, não nos damos conta de apegarmos mão um pouco a Ti para que possamos lutar contra as investidas do mau.

Te peço meu Deus, usa de Sua misericórdia e visita cada canto desse planeta, consola os que choram, concede força ao que levam a Sua palavra para que marchem falando em Teu nome.

Concede o Seu perdão a quem queira, quebra as correntes e dá ânimo aos que choram, precisamos de Ti Senhor. Carecemos do teu amor.

Te peço, porque hoje eu só peço, em nome de Cristo, amém.

Resquícios de mim…

Hoje é o último dia do mês de fevereiro num ano bissexto. Seria uma data para rever algumas questões sobre mim.

Pensando bem, não me vejo revisando o meu passado, lá tem dor, tem agonia, lá é de onde eu vim porque não queria ficar ali.

No entanto, onde estou é realmente o lugar que quero ou gostaria de estar? Não tenho respostas.

Talvez seja melhor em tom de oração pedir ao bom Deus que me ampare e me envolva em seus braços, me fortaleça e me direcione rumo ao futuro, eu quero estar lá, eu quero ver Cristo voltar, eu quero ser salvo.

Sim, é o contrário do que tenho vivido, a depressão me despedaça, me faz fraco, sei do tamanho de Cristo, sei que o mesmo lutou por mim, me deu a graça, minha fé se abalou, não sou mais o mesmo, não tenho direção, não me encontro.

Acabei acreditando em minhas próprias mentiras, fantasiei um mundo onde eu tinha o controle das coisas, por fim, rogo a Ti Jesus que perdoe meus erros, me faça nova criatura e coloque em mim o espírito de servidão, que eu esteja sendo pastoreado pelo Seu Espírito Santo.

Me encontra Senhor, me salva. Amém!

Quantas vezes podemos sofrer?

Quantas vezes podemos sofrer enquanto vida estiver? Não sei ao certo, varia de indivíduo.

Eu já passei várias vezes e aparentemente vou continuar passando, não sei se a vida faz essas coisas pra aprendizado, mas, eu ainda não aprendi nada e não sei se terei tempo.

Mas, se falando de amor, que é o que devemos levar adiante para todos os seres humanos que encontrarmos, cito um trecho do meu livro: “Quando se ama.”

No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.

Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores.

Eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim, no pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza e desprezo do meu choro em pranto.

Amei sem poder amar, mas, amei!

Terças Feiras

As terças-feiras tem sido nubladas e chuvosas aqui dentro, não sei se é “sina,” se é algo da minha mente, mas, assim tem sido.

As terças me fecho, as portas se abrem, mas, aqui é tudo escuro, é tudo “truvo,” e faz tempo que estou aqui.

Bastado de sentimentos, desafortunado por natureza, a vida é mesmo essa roda do tempo em que esperamos por dias melhores e eles nunca vem.

Enquanto isso eu espero o ciclo: “ame, viva, sonhe!”

“Ame”, amar é o principal meio a que devemos nos apegar, portanto se amamos conseguimos passar para o segundo ponto, “viva”, viver é da natureza humana, com desafios, com obstáculos, criando meios sustentáveis, mas, vivendo.

E, quando vivemos podemos descansar no “último” ponto dessa estrada “sonhe”, sonhar é divino, tudo acontece no sonhar, sonhar é ciclo infinito, e aliança, é desejo, esperança.

Tente um pouco e, mais um pouco, mais um pouco e verá que você consegue.

Ame, viva, sonhe e, segundo a canção eternizada na voz de Mariza Monte:

Sem botão, no tempo
No topo, no chão
Em cada escada há caminhada
À pé, de caminhão

Seu horário nunca é cedo
Aonde estou?
E quando escondo a minha olheira
É pra colher amor

Um domingo de calmaria, cuidei das minhas plantas, limpei a piscina e enchi meu ser de música, música boa.

Uma delas “A voz” por Vander Lee, um mestre da música popular brasileira, um poeta que nos deixou em 1996, mas, que nos presenteou com um legado eterno.

(…) Saiam luas, desçam rios
Virem páginas dos pensamentos
Lanço estrelas do meu canto
Sobre as camas dos apartamentos
Virem mares todos os sertões
Que choram pedras aqui
Dentro

Pra esse fogo que queima tão lento
Vento, vento, vento
Aos cantores nos televisores
Flores, flores, flores
Para o povo la em bocaiúva
Chuva, chuva, chuva, chuva,chuva
Bate tambor de crioula
Sangra o dedo no tambor
Que as crianças ainda cantam
Numa orquestra de cavacos
E os velhos ainda choram seus bordões
Que palavras sejam gestos
Gestos sejam pensamentos
Da voz que move nossos corações.

O dia da terapia

Hoje eu vivi mais um dos meus dias, apenas deixei as horas passar, mas, também foi dia de terapia.

Pela primeira vez eu tremi durante aquela uma hora, eu cheguei a ter momentos de choro, quanto mais eu falava era pior. Os olhos da minha psicóloga concentrados em mim eram desafiadores. Eu senti medo, angústia, dor, questionamentos, parecia estar numa redoma, preso em mim.

Sai da terapia e ainda tremendo voltei pra casa, aqui estou agora, sem quase nada, sem fazer nada, apenas pensativo no quão inútil me tornei, por não achar solução para tudo que me apavora, para o caos que me aprisiona.

Vem a noite e tomarei meus medicamentos, os quais vão me “apagar” por algumas horas enquanto espero pelo novo dia, não sei o que tem lá, talvez eu nem queira estar lá.

P.S Lembrando agora, hoje não “comi nada,” uma laranja e alguns copos d’água.

Difícil conviver com esses demônios, monstros que as pessoas criaram e eu deixei que colocassem na minha vida.

A liberdade de cometer meus próprios erros é o que eu sempre quis.

Menses - Game of Thrones

Por que o caos não é poço, é uma escada.

Escada ao qual, descer me olha, e olhando, cada vez eu desço, um dia a mais, que dias são esses?
Os que não conseguir subir, o tempo passa, deteriora, reconstruí-lo, me apavora.

Informação nenhuma eu tenho, sobre o caos, a escada, feita cal, do que é feito? Já não lembro, dito e feito, quem a fez? Eu não sei, só desci, se me lembro não subir.

Não é queda, não é prática, ela é rápida e costumeira, levantar-se nem que eu queira.
Frente a frente tenho medo, já contei, nenhum segredo.

Absurdamente assustadora, já é noite? ou é dia? Me cintila de agonia. São luzes, são cores, são feixes luminosos, é o cansaço que me bate, é a pancada que me arrasta.

Minha direção é caos, claro, não quero ficar, mas, também não tenho forças para voltar.

Senta, pensa, se refaz, gaste o tempo que gastar. O poço existe é fato, é real, espaço, a tempos que ele é visto, há tempos não bem quisto. E o que importa, é grito.

Mais ainda há tempo, querer sair. Mas, se ainda é tempo, da pra fugir. Mas, se não der tempo eu fico aqui.

O caos é laço, é cais, é porto, não se refaz, de longe olho, vem tempestade, coragem ausenta, meu ser imprensa, não posso mais.

Quero armadura, coragem pura, se é bondade, se é voraz, se é fraqueza, ainda mais.

Mas, tem um jeito, por ele almejo, no tempo certo, na minha maneira, e do meu método, caminhos, carreira.

Vai se montando, vai por vielas, minha alma salta, chorei por ela, então eu vejo, longisco e fosco uma aquarela.

Meu rosto brilha, meu eu, devora, pensar me gasta e que demora, são erros, pague, são seus, não rasgue. Avista a luz, formas e gestos, sou eu num encontro com a bela fera, criei temores, passei por guerras, que eu criei, bela novela.

De vez ou outra, meu ser revela, subindo escada, desci por ela, aprisiono um eu de antes, agora olho, ser ofegante, não mais estou, sair da cela.

Marcio Ribeiro

Resta-se 12 meses

O ciclo que se encerra, a morte pronta e certa.

A vida nos deu escolhas, a morte nos deu descanso, mas, eu canso em ver gente partir.

Agora eu sei de cor, a brevidade da vida me deu um prazo, de mês em mês, eu me atraso. Mas, como pode essa viagem?

Vejo vim janeiro, com seu ar vapor, com sua pele em brasa e mar de amor. A água salga a alma, mas, nem lá eu vou. Ele é só começo, a vida não acabou. Começou o ano planos são refeitos, mas, eles não duram, só olhar direito.

Fevereiro é festa, vejo as fantasias, todo mundo erra, só por 5 dias. Colombina é a bela jovem, responsável, despertou amor de “de um pobre coitado.” Pierrot, é tímido, honesto raro, mas faltou coragem de fazer-se amado.

Ele escreve cartas que jamais irão, um sofrer calado, rito de paixão. Mas, em meio a tudo Arlequim encanta, sedutor de berço, ele passa e canta Colombina crer ser o seu amado, e com ele vai pela longa estrada.

O meses se passam, e agora é março, não tem tanta graça, mas tem água farta. Tira o dia 8, da mulher que caço, linda, rubra, bela, feita toda em aço.

És que vem abril, a mentira surge, como um festejo, ser humano abusa, não tem nada mágico, o engano tolo, de verdade é ato, que poucos toleram, e a melhor mentira é o que o mundo era.

Maio é mês das noivas, flores em buquê, branco vem vestido, todo mundo vê, não sei bem se dura, só casar pra ser. Os casais prometem, beijam-se e no mel se banham, poucos sobrevivem a terrível trama.

Junho traz a chuva, ela vem lavando, como lava o choro, rostos e engano. É festa junina, milho, amendoim, mas, uma breve festa pra encantar Luíz. Suas fogueiras queimam, dizem a São João, que de santo é barro, mas, é tradição.

Julho desce em férias, nordeste vira sul, sudeste por algum, não me lembro ao certo, o Brasil começa, mas, não finda aqui. Somos marginais de lugar algum.

E com isso segue, romaria e prece, se não se deu conta de metade serve, dias passam lentos, mas, também vorazes, e eu nem me lembro do que tem no auge.

Meu último ano, e o que eu fiz? Já se foram meses e eu nem sair. Penso e repenso, crio alegria, vou viver intenso, raia novo dia.

De agosto o gosto, de sufoco o rosto, eu não me movi e se aproxima, meu real, meu fim. Chego e enlouqueço, que será de mim, tenho poucos meses de estada aqui.

Meu setembro em flores, rosas, azuis, febris, me vejo tão perto, vivo mesmo assim. Não sei se me lembro, do meu afazer, também não entendo, há sofrer em mim. Volto e repenso, o que será de mim, viro, volto, penso, só sei do meu fim.

Rubro vem outubro, sigo a caminhar, nos versos mudos, sem ninguém falar, eu desejo a fuga, mas, pra que lugar? Se é certo a morte, já não caberá.

Novembro é cruel quero só fugir, fugir de mim, mesmo, eu me trouxe aqui, tive tanto tempo e não soube usar de chorar intenso, chego a soluçar, vem chegando a hora, veio devagar, eu que não atento nem relógio andar.

Só mais 30 dias, um dezembro em cor, pura poesia, vou morrer de amor, sei que não fiz nada, de inércia eu vim, sei que não sou nada, sinto isso aqui, vai passando o tempo e meu ser se entrega, sem nada a fazer, o sepulto serve.

Se eu morresse hoje…

Penso se eu morresse hoje...O que mudaria?...

Mortos não estão concios de nada, não respiram, não piram, não falam.

Na brevidade da vida meu suor escorre por minhas mãos, minha vida escorre pelo tempo e minha história a vida se encarrega de contar.

Ao passo que caminhamos pra morte, natural, ela é bela e forte, ao passo que há despedida da vida, ela nutre o que nos é vital.

Penso em pessoas, penso em mudanças, penso em tristeza, dor, alegria em pranto.

A vida nos é pequena, a morte um ser durável, as vezes é serena, por vezes condenada.

Se hoje me vier, de certo não aprovo, não fiz planejamento, não quis um breve norte.

Se ela surge do além, se ela vem sem dar aviso, já não sei se fico aqui, esperando ou se só vivo.

Quem é você?

Estamos vivendo épocas de aflições intensas, aflições externas e sobretudo internas, sempre costumo dizer que nossas ações são resultados do nosso querer, primeiro pensamos e depois agimos, porém, não temos mais esse tempo, misérias, pandemias, pobreza extrema, violência, um caos instaurado em todo o canto que olhamos, mas, temos uma questão a resolver, alguns erros que cometemos sem perceber talvez possa explicar melhor através de exemplos:

Síndrome da Gabriela - Dizia “ela”: Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim… Ledo engano, o mundo mudou ?, sim, mas, não perca sua essência, admita que existe padrões que precisam serem respeitados, amor, respeito, humildade, bondade são termos abstratos que precisamos manter, seja a situação que for, aquele que tem mais “inteligência” emocional é quem deve ser o solucionador, é quem dita as regras, mesmo que o outro ache o contrário.
Síndrome Self Made Man – “O homem esculpindo a si mesmo” - Precisamos nos olhar no espelho todos os dias e nos moldar ao melhor que podemos ser, necessitamos nos esculpir, nos recriar, nos permitir ser alguém melhor, isso independe do ambiente em que vivemos, acredite, nunca vamos estar num ambiente confortável, nunca será fácil, é melhor mudar nosso jeito do que querer mudar o outro, aceite que você só é responsável pela mudança que você controla.
Síndrome de Hardy… A famosa hiena do desenho animado, Lippy e Hardy, onde nada está bom para ela? "Oh céus, oh vida, oh azar, eu sei que nada vai dar certo”. Essa última não podemos ser nunca, por mais que os desafios nos encontre e nos empurre para lugares ruins, precisamos olhar e extrair o melhor dali, como ? Só você sabe!

Ame, viva, sonhe…

Hoje tenho em mim palavras que gosto de seguir, são elas:

Ame - Porque o amor é o princípio de tudo, com ele enxergamos melhor o outro e nos leva a um caminho de empatia, de união e resiliência.

Viva - Porque estando cheio de amor, viver se torna mais leve, a vida flui com sutileza e não encontramos tempo pra reclamar.

Sonhe - Sonhar é mágico, é o nascer de nossas realizações, “se você pode sonhar, você pode realizar” dizia Walt Disney.

Quando juntamos essas palavras vemos o quanto o amor impulsionou nossas aspirações, somos agentes do destino, donos do tempo, basta utilizarmos os dois princípios basilares que resumem os dez mandamentos:

“Ame a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.