Coleção pessoal de testeteste123
Solidão
falta de conexão verdadeira, o vazio que nem sempre se preenche com barulho, companhia ou distrações. Ela chega como um frio invisível, envolvendo o coração e lembrando que nem sempre ser acompanhado é o mesmo que ser compreendido.
Muitas vezes, a solidão se torna um espelho: obriga a encarar quem somos, sem máscaras e sem vozes externas para distrair. Pode ser cruel, quando fere e isola, mas também pode ser um refúgio, quando ensina a se encontrar em meio ao vazio. É nesse espaço silencioso que descobrimos nossas próprias forças, dores e verdades.
Solidão não é só estar só — é estar perdido em meio a si mesmo, é caminhar por ruas cheias e ainda assim sentir um vazio interno. Mas, paradoxalmente, é também nesse deserto que muitas vezes floresce a coragem de recomeçar.
Uma conversa estranha.
Em um belo dia de verão pairou no céu uma forma estranha, totalmente amorfa, jamais vista. Logo, tal aparição gerou as mais profundas especulações. Pessoas se amontoavam para ver a tal forma e dar um jeitinho de registrar e emitir opiniões. Se a curiosidade era tamanha, grande também era a gritaria em torno do fato. Mas tudo que é estranho, é estranho somente no início. Após, torna-se mais um elemento da paisagem. E assim aconteceu.
A forma estranha, começou a fazer parte da paisagem e quando todo o frisson inicial já havia se dissipado, a forma falou: “A verdade que os homens defendem, são mentiras repetidas a si mesmo.” O caos se estabeleceu novamente, o que a forma quis dizer com isso? Como um ser amorfo que, demonstrou ser senciente e consciente se julga capaz de julgar a humanidade, estando a tão pouco tempo entre nós?
Houve intensa discussão sobre a fala. Mas tudo que é massificado, logo perde o valor, e assim aconteceu.
Quando a calmaria se estabeleceu, nova fala: “O homem nasceu para ser escravo. Seja das suas vontades, seja das vontades alheias, seja das suas vãs necessidades criadas, seja das suas ilusões. Escravo de si, escravo dos outros, preso em si, acorrentado nos outros; acredita ser livre.” Neste momento, entre os homens, a ordem natural foi perturbada. Como algo que nem conhecemos diz-nos sermos escravos? Não podemos ficar ouvindo tais impropriedades e ficarmos inertes ante tais desaforos. Matemos a forma!
No entanto todos os esforços foram em vão, e após desistirem do intento assassino, eis que a forma novamente se manifesta: “O homem acredita que matando o tirano é capaz também de matar a tirania, ledo engano. O homem aceita a tirania de braços abertos porque possui a mente fechada e os joelhos dobrados. Só lhe abre a mente se partir teu corpo.” Os homens após ouvirem estas palavras sentiram-se novamente ofendidos. Se não havia como destruir a forma, tentariam destruir a ideia. Mas não se destrói aquilo que não foi criado, e ao tentar fazê-lo, a ideia criou forma e nascedouro em seus opostos. Se queres acabar com os deuses, basta não orar por eles. Em toda negação existe uma afirmação.
Como o ser humano cultua aquilo que não consegue destruir, nasceu aos pés da forma um novo culto, e a forma, ao perceber isso disse: Oh! Hipócritas! Por que prosternais diante mim, acaso sou digno de reverência? Me confundes com teus Deuses? Esperam de mim iluminação ou milagres? Saiam daqui! Porém antes, anotai o que direi: “O homem não consegue enxergar e nem viver sua própria verdade porque se oculta em seus pecados, seus pensamentos impuros o atormentam, sua pequenez é a si conhecida. E se envergonha. O homem age como um animal em eterno cio por bajulações e reconhecimentos, orna-se de títulos e alfaias e é despido de clareza de espírito. Paga-se para alimentar a vaidade, vive-se na miséria da razão. Se coisifica, se vende e se compra pelo melhor preço ofertado. Tu, homem, é um produto ruim em uma prateleira enfeitada. Quem não te agrada não lhe presta, como se tu prestaste! A tua própria covardia, tu nominas como humildade, prudência ou até tolerância. Hipócrita é a tua essência! Em tua falsidade, fazes o bem para barganhar com o Eterno. Se a tua covardia não o faz punir o mau, deixa à mercê de um castigador alheio que quiçá nunca virá. Tu és fraco e se ampara nos braços de quem lhe abre. Um fraco sendo conduzido por outro fraco. Tu és acostumado à chibata e aos grilhões, porque sendo incapaz de produzir um único pensamento, vive das ideias alheias e mesmo sendo incoerentes, as defende. A tua solução final você já a carrega desde o nascedouro, o cordão umbilical rompido é ligado a uma sociedade rica em absurdos e pobre em valores. Tu não consegues sequer enxergar a si mesmo, consertar o que está em ti quebrado, e quer colar os cacos dos males alheios. Oh! Raça perdida! Tu, homem, em sua importância nada és senão um pó que anda, fala e geme, e nem peso tu fazes a este planeta. Seus pensamentos são puros, como o ar puro de uma montanha, cujo solo está contaminado pelos mais diversos excrementos, mas tu dizes: Puro! Incapaz de enxergar o óbvio, aplaude de pé as obviedades, como iluminação recebida. Tenho pena de ti! Escravo de roupas bonitas.” E ao dizer isso, a forma partiu.
As pessoas que ali estavam e a tudo ouviram e anotaram, fizeram um ato de humanidade. Queimaram as anotações e foram se embriagar.
Massako.
Você existe, por isso, pensa.
A proposta não nasce do nada. Quem propõe já viu no outro uma equivalência de desejos, de vontade, de reciprocidade, de intenção.
Quem propõe percebe que o outro está propenso a aceitar.
Logo, toda loucura, pecado, crime sempre será compartilhado essencialmente pelo desejo doloso; explícito ou não, sendo a inocência sua primeira vítima.
Consequentemente, ninguém poderá dizer que não sabia o que estava fazendo.
Há pregadores da esperança que vivem órfãos dela — e, assim, encontram nobre sentido para suas vidas.
"O resultado da preguiça é a miséria.
Mas o fruto do esforço é a conquista.
Levante-se, mova-se, lute;
Porque nada floresce na zona de conforto".
— Jonas Feijó.
Emoções eu senti,
Quando eu decidi viver,
Sempre sinto isso,
Parece que não vou conseguir...
Mas sempre me renovo,
Cada caída, me traz um novo renascer!
Cultive o otimismo como a melodia que embala a alma, e a cada despertar, celebre o milagre da vida. Encontre a beleza nas pequenas coisas, a força nos desafios e a alegria em simplesmente existir. Valorize cada sopro, cada sorriso, pois são eles que tecem os fios da nossa preciosa jornada.
Há o tempo de sorrir,
há o tempo e chorar.
Hoje podemos sentir,
amanhã poderemos sonhar..
Há também o tempo de agradecer, há
o tempo de chorar!
Mas,hoje, vamos refletir para viver esse dia e.se alegrar!
O amor é o milagre que floresce sob a Luz de Deus, quando dois corações se tocam na alma e se revelam como partes de um mesmo propósito.
Dedicar uma vida aos confortos materiais e emoções é como jogar dinheiro em um buraco. Mas investir uma vida na obra de amor produz lucros de alegria insuperáveis e intermináveis.
Extremista é aquele que NÃO aceita o contraditório e quer ANULAR quem se opõe, ELIMINAR de todas as formas possíveis indo até o extremo.
AOS MEUS IRMÃOS NA FÉ
Não é que o nosso sofrimento seja uma ilusão. Esse sofrimento existe.
Por vezes, sentimos na pele o que Jesus sentiu: medo, pavor, frio, fome, dor, cansaço e desânimo.
Por vezes, o que queremos é dizer as palavras do Mestre: "Pai, se possível, passa de mim este cálice".
Por vezes somos maltratados, julgados mal, caluniados, xingados, desprezados e tratados como se nosso valor fosse muito menor do que é, na realidade.
Por vezes, nossas palavras e "gritos" não serão ouvidos, ainda que utilizemos um alto falante, ou um megafone.
E se formos ouvidos, por vezes não seremos compreendidos.
É assim na vida de quem quer servir a Deus. É assim na vida de quem quer ser fiel.
Por vezes, vamos agir tal qual o profeta Jonas: pagar uma passagem e nos mandarmos para bem longe do problema e da luta, só porque a gente não quer sofrer, nem se envolver com aquilo que a gente "acha" que não é problema nosso.
Em tudo isso, é preciso que a gente abra bem os ouvidos. Que a gente apure a audição espiritual, para "enxergarmos" que é preciso passar por todo esse Processo porque:
1) Sairemos melhores (aperfeiçoados) dessa provação. Sairemos mais parecidos com Cristo, pois Ele também sofreu aqui, por amor a nós.
2) O nome do Senhor será glorificado no mundo espiritual, e entre os homens.
3) Ao final, já aperfeiçoados, iremos desfrutar do banquete preparado pelo Senhor para nós, que tem o gostinho maravilhoso de vitória!
Deus nunca perdeu uma batalha. Não vai ser desta vez que Ele irá perder.
Coragem, servos de Deus! Vamos adiante, porque o Senhor é conosco!
(Fabi Braga, 20/09/2025)
