Coleção pessoal de testeteste123
Será que existem realmente muitas perguntas sem respostas?
Ou será apenas o nosso consciente não querendo respondê-las?
Era uma vez um menino que sonhava em versos
E descobriu que o mundo é um moinho,
Moendo sonhos em chão de giz,
Transformando flores em espinhos.
Aprendeu que ser sensível demais
É carregar uma cruz de vidro,
Que a vida corta quando toca,
E que o amor pode ser um vício.
Pediu socorro nas madrugadas,
Quando o silêncio pesava mais,
E percebeu que nunca seria suficiente
Para ninguém, nem para si jamais.
O tempo passou como lágrimas na chuva,
Transbordando em noites sem dormir,
Até que aprendeu a deixar fugir
Tudo o que um dia quis construir.
No final, restou apenas paciência
Para os adeus que ninguém escutou,
E a certeza de que algumas dores
São grandes demais para quem as guardou.
Você não sabe o peso que carrego,
Nem eu sei mais onde encontrar
O que perdi no meio do caminho
Entre o querer e o desistir de amar.
O mundo não para. A vida insiste em seguir. Por mais que doa e pareça que não haverá trégua, o tempo sempre encontra um modo de suavizar. A marca permanece, mas a ferida se fecha; nem sempre por inteiro, mas o suficiente para permitir o próximo passo. Há um medo profundo de olhar para dentro. De se ouvir. De navegar pelo próprio silêncio. Não é fácil seguir quando parece que a única coisa que importa desmorona. É como se o chão se quebrasse, sem nenhuma placa de “atenção”. A vida muda de rumo tão rápido e insistimos em segurar os pedaços que quebram. Depois de tempos em transe, acordamos em um mundo diferente… O que foi que houve? Culpa. Sua? Não, do outro. Culpa de Deus, da família, dos amigos… Mas não há culpa alguma. Aliás, o que a culpa é senão uma forma de nos irresponsabilizarmos de um ocorrido de que participamos? Então apenas escute. Escute seu coração gritar. Lide com a dor causada no seu próprio tempo e descanse. Não precisa correr como se tivesse um bicho-papão te seguindo. O tempo é o melhor professor, se deixar com que ele te ensine.
E, quando se trata do outro, o bloqueio é ainda maior: não escutamos, interpretamos. Não acolhemos, aconselhamos. Aquilo que chamávamos de empatia tornou-se, muitas vezes, uma projeção de nós mesmos. Um narcisismo disfarçado de cuidado. Porque a verdade é que jamais vamos compreender por completo a dor do outro. Nunca estaremos dentro dele, nunca veremos o mundo com os olhos que moldaram sua reação. Mesmo quando histórias se assemelham, o peso não se transfere: o que é dele é dele, o que é seu é seu. E, ainda assim, passa. Não como quem apaga o fogo, mas como quem deixa que ele se transforme em brasa. Não digo que cura, porque muitos confundem cura com ausência de dor. O que acontece é diferente: a dor amolece, se dobra em nós como um metal aquecido, e já não corta como antes. O tempo não cura, mas ele auxilia na transformação. Ele não apaga, mas suaviza a intensidade.
Esse caminho não é simples. Confiar é difícil, e abrir-se parece um risco alto demais. Mas é preciso ousar permitir que alguém toque nosso ritmo, nossa dor, nossa essência. Aceitar que a vida nunca será do jeito que queremos,porque não a controlamos. E, justamente nesse descontrole, pode nascer a chance: de mais amor, de mais coragem, de mais vida pulsando onde antes só havia medo! O tempo é fundamental. Mas, ao contrário do que muitos acreditam, ele não é um simples remédio que nos cura apenas pelo passar dos dias. O tempo, por si só, não transforma; ele precisa da nossa colaboração ativa, da consciência de que é necessário olhar para dentro e lidar com a dor. Não adianta esperar que ele cure nossas feridas se continuarmos nos automutilando com pensamentos repetitivos e negatividade. Cada um tem seu tempo e isso não está relacionado à idade ou à maturidade, mas à nossa essência, que é imutável e profunda. É nessa essência que reside a capacidade de nos escutarmos e de permitirmos que a dor se amoleça, sem se apagar completamente, para que possamos seguir adiante.
O maior antídoto contra o comunismo continua sendo a religião cristã. Por esta e outras razões, pessoas cristãs,devem ser incentivadas a participarem dos pleitos eleitorais. O discurso comunista é: RELIGIÃO NÃO DEVE PARTICIPAR DA POLÍTICa. A religião talvez, não, mas os religiosos - SIM.
F. Meirinho
Sobre a morte Jalison santos disse"
"A morte é a tempestade que eu não posso evitar e muito menos adianta lá, a única coisa que eu posso fazer é comprar um cobertor pois quando ela chegar estarei preparado."
