Coleção pessoal de testeteste123
Naquela tarde, tudo atormentava minha cabeça, precisava me manter distante, mas não conseguir ficar ausente.
"A vida pede força .
O espírito pede coragem.
A alma pede doçura.
E eu peço obediência!"
Haredita Angel
22.06.25
"o tempo mata, mas o tempo cura."
com o passar do tão odiado e amado tempo, todas as feridas ruins foram cicatrizadas.
E através das cicatrizes me lembrarei de todos os momentos bons.
Em meus sonhos, eu terei sempre aquilo que busco na alma.
Obrigado tempo, por ser tão rude e sábio.
Quando chorei
e pedi ajuda
eu fui forte...
quando em silêncio
ajudei
eu fui grande...
✍©️@MiriamDaCosta
Quando uma dor profunda emerge das profundezas da alma...
a palavra se curva em silêncio
para dar passagem honrosa às lágrimas...
e sinto o seu nome vibrar nas veias
das minhas lágrimas...
✍©️@MiriamDaCosta
Manifesto ao Amor
Amor… eu nunca entendi direito como as pessoas podem chegar ao seu limite na vida por conta de um sentimento tão natural. Pelo menos, era o que antes faziam. No mundo de hoje, com tanta maldade exposta, com tanto julgamento e ignorância, esse sentimento que era para ser tão puro e natural se tornou algo raro. Ninguém mais faz loucuras por amor, ninguém mais se arrisca por alguém que ama. Mas por quê?
Acredito que o amor é a única prova da vida. Sem o amor no mundo, só sobraria ruindade e solidão, medo, culpa, mágoa… Hoje, estender a mão a um amigo que ama é errado. Hoje, largar uma faculdade de Medicina por amor à música é vergonhoso. Hoje, amar é culposo.
Mas triste é aquele que não ama. Alma que não sabe amar e nem ser amada chora, derrama-se em vazio e solidão. Vaga no corpo e na terra em busca de um sorriso que lhe aqueça como o sol. Seria então um adoecer de felicidade e paixão.
Amor não pode ser definido em algo ruim, nem jamais ser descrito como tal. O amor é o espelho do divino que anda sobre nós. Todos carregamos na alma a luz daquele que nos rege; o que a esconde de nossa realidade é a dor. A dor das dificuldades da vida e do caminho que foi tão mal percorrido.
Mas a cura sempre será o amor. O amor é a chave para a cura da alma e para a esperança do coração. Alívio da mente.
Por favor, me escute. Atenda meus anseios quando falo de um sentimento tão profundo. Note que não é somente uma palavra forte. Dê-se a chance de senti-lo. Sinta com a alma todos os momentos da vida. Entregue para o vento e as águas aquilo que mata. E deixe que eles levem toda sua culpa. Quando voltarem, trarão aquilo que se tem mais valor na vida: o amor.
Se deixe ir embora, vá para longe e volte quando quiser. Viva a cada suspiro e morra a cada dor. Mas assim, renasça para todas as suas curas.
Por favor, ame.
Ao pôr do sol, as chamas, de longe,
aquecem ardentemente a paisagem ...
transpõem fios âmbares
de nuvens entardecidas...
soprando o calor de carícias suaves
no tecido do meu rosto ...
começo a despertar a noite
concedida à poesia ...
se ainda inebriado
pela sede poética ...
você não fosse o mais sincero e leal ,
como sempre e ainda mais um dia,
você me apagaria e desapareceria?! ...
Faça isso!
Eu te dou mais uma chance ...
Oh! Meu coração destemido!
Que a dor é tão antiga que pode
até morrer em mim...
e mesmo assim,
a jóia de viver é tão sagrada
que pode ressuscitar em mim...
que a vida que pulsa em mim é tão viva,
que quando quer...
pode golpearmi no momento certo
para reviver...
eu te perdoo, oh coração !
que ama mais do que pode
e sofre mais do que deve ...
Oh! Alma minha!
que escuta pacientemente as batidas
do meu coração nos serenos lamentos sussurrados aos caprichos da Lua ...
e guarda com ternura
todos os meus versos de sentimentos batizados pelo Oceano ...
que sob serenos auspícios
chegará ao crepúsculo e desejará adormecer
nos lençóis bordados pela fiel poesia ...
✍©️@MiriamDaCosta
O PESO DE EXISTIR
Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.
Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?
Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?
Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?
Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.
Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.
Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.
Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.
Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.
Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.
Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.
O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.
Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.
O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.
Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.
Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.
Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.
É preciso acelerar
pra fazer as coisas de ontem,
pra frear e aproveitar o momento hoje,
pra guardar lembrança no futuro.
Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.
Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?
Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?
Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.
Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.
Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?
Quando Deus é o Elo, o amor se torna eterno, não perde o brilho da paixão, não se desgasta com o tempo, mas reluz como o ouro mais puro, forjado pelas Mãos do Criador, sustentado e lapidado pela Graça.
“O tempo para… quando vejo a lua
Em cada lua cheia,
não me lembro do que lembro todos os dias
do sorriso, da voz, do olhar……
mas sim do instante em que o amor nasceu em mim,
silencioso,
como a própria luz que a lua empresta ao mundo “. Voce estava ali e eu te mostrei o céu.. te dedicando o universo.
N.C
