Coleção pessoal de testeteste123
A dor não tem hierarquia.
Não diminua os seus problemas, não se supera um sofrimento diminuindo-o, e sim, aceitando-o e descobrindo o que fazer com ele.
Não se pode mudar o que é negado ou minimizado.
Jesus nos ensina a amar, mas também a discernir. O amor verdadeiro não é aquele que se entrega até o esgotamento, mas o que aprende a se doar com sabedoria, guardando um pouco de doçura para si mesmo.
Entre o que falta e o que cura
Se pudéssemos dar a nossa vida, mesmo que incompleta, para completar a de outro alguém que também está em um processo de cura, e nunca se cura, duas vidas quebradas, duas almas pela metade desencontradas, duas vidas que não encontram um destino, um sentido, uma felicidade, mas que passam pela mesma era, se pudéssemos, eu daria a minha pela tua, a minha incompleta, se juntas elas formassem uma, se essas duas metades, imperfeitas e infelizes, pudessem ser uma só, em totalidade e vitalidade, eu agora te daria a minha, para assim termos um de nós feliz, porque amar é a alma, é a vida, é o que nos conecta a Deus.
Como você se vê?
derrotado no chão ou de pé lutando?
A forma como você se enxerga, ditará como será seu futuro.
Curar o Outro
Por que a gente consegue se preocupar tanto com alguém, mais do que com nós mesmos?
A ponto de esquecer da própria dor, ou fingir que ela não existe?
Às vezes, as dores até se parecem, são as mesmas feridas em corpos diferentes, mas, mesmo sem força, a gente tenta curar o outro.
Como se aliviar a dor do outro fosse também um jeito de aliviar a nossa.
Como se, ao enxugar as lágrimas de quem amamos, pudéssemos secar as nossas por reflexo.
Mas não dá.
A verdade é que, por mais bonito que seja esse instinto, curar o outro não é cura, talvez seja fuga.
E ainda assim, a gente insiste.
Porque amar é isso: é esquecer-se por um instante, acreditar que o afeto pode salvar, mesmo quando mal conseguimos nos salvar de nós mesmos.
MEU PEQUENO LUGAR
Gosto do acorda,
Da pureza do ar,
Da Vó na janela
Da porta aberta.
Gosto da vida mansinha,
Das ruas serenas,
Dos amigos,
Das alegrias.
Do café? Do gosto e do cheiro.
Do tradicional pão-de-queijo.
Gosto do doce da feira,
Das rezas das freiras.
Gosto do queijo curado,
Do frango ensopado,
Da abóbora, do quiabo,
Do gado no pasto.
Gosto do leite “gordo”,
Da fava do coco,
Do cavalo arreado,
Do Vovô e seus causos.
Gosto do cheiro da pinga,
Do bar da esquina,
Do pingo de gente,
Do brinquedo inocente.
Gosto do jeito festeiro,
Do povo hospitaleiro,
Do canto do galo,
Do meu CANTAGALO.
2013
Quando você se preocupa demais, aquele que não está nem aí monta em cima. Como diz o ditado popular "deixa a merda feder", em vez de você perder sua paz querendo fazer mais que suas possibilidades.
As culturas não são iguais nem indistinguíveis. O relativismo cultural (uma ideia parasitária), aliado a uma empatia suicida, erradica essa realidade óbvia. É uma forma de lobotomia que impede as pessoas de afirmarem que não desejam acolher pessoas provenientes de culturas antitéticas aos seus valores fundamentais. Essa simples realidade está destruindo o Ocidente.
- Gad Saad
Uma civilização se constrói sobre um conjunto de valores internalizados. Inúmeras civilizações desenvolveram visões radicalmente diferentes de como organizar as sociedades, e estas competiram num processo semelhante à seleção darwiniana para estabelecer qual ethos civilizacional permite o florescimento máximo. O excepcionalismo americano é um desses sistemas e produziu a maior sociedade que o mundo já conheceu. A empatia suicida vai destruí-la porque a tolerância ocidental é o seu calcanhar de Aquiles fatal. Lembrem-se das minhas palavras.
- Gad Saad
