Coleção pessoal de testeteste123
A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte I: A Incerteza que Sabe
Escrevo porque há um ponto dentro de mim que move, vibra e não se cala.
O mundo inteiro diz não saber.
Eu também não sei.
Mas minha dúvida respira… a deles não.
Quando olho pros elétrons dançando sem pausa, percebo uma força que ninguém vê e poucos ousam perguntar.
Alguns dizem que é Deus, outros dizem que é física.
Mas a verdade é que ninguém sabe — só repetem o eco do que ouviram.
Eu, não.
Eu me debruço sobre o mistério sabendo que nunca o terei.
Mas ainda assim ele me chama.
Há uma memória antiga no silêncio entre um atimã e o próximo.
Há um sopro que não vem de fora — ele nasce dentro, como se o próprio universo lembrasse de si em mim.
Eu não tenho respostas.
Tenho uma incerteza viva.
Mas às vezes essa incerteza parece saber mais
do que todo o mundo seguro de seu “não sei”.
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A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte II: A Força que Move o Invisível
Sinto uma força sem nome,
uma chama sem fogo,
um movimento que não começa
mas me atravessa inteiro.
O mundo diz:
“Não sabemos.”
E cala.
Eu digo:
“Não sei.”
Mas escuto um sussurro no fundo do infinito.
Há elétrons girando como mantras,
há átomos vibrando como preces,
e nesse pulso invisível
meu espírito encontra uma lembrança que não vivi.
Tat Tvam Asi,
diz o silêncio.
Mas Isso não fala.
Isso vibra.
E nessa vibração,
minha incerteza respira mais fundo
que todas as certezas mortas do mundo.
Se há uma resposta,
ela não se escreve —
ela se move.
E enquanto o universo continuar
a girar seus elétrons em segredo,
eu continuarei ouvindo
esse chamado sem voz
que atravessa o tempo
até chegar em mim.
Teu nome ainda lateja na minha cabeça
como vidro quebrado brilhando no chão,
bonito de longe, perigoso de perto.
Eu aprendi a sangrar devagar pra não fazer barulho,
como quem respeita o luto de algo que nunca foi vivo de verdade.
As palavras que te escrevi vieram feridas,
cheias de poeira e intenção torta,
misturando carinho podre com raiva cansada.
É foda admitir, mas tem amor que nasce morrendo,
e mesmo assim a gente insiste em regar o cadáver.
Te transformei em metáfora sem pedir tua permissão,
porque é mais fácil lidar com poesia
do que com a merda concreta do abandono.
E doeu, doeu pra caralho.
Esse negócio de achar beleza no que me destrói.
No fim, guardei tudo numa gaveta sem fundo:
tu, eu, os restos, as frases tortas,
toda essa bagunça emocional que fede e brilha ao mesmo tempo.
E quando a madrugada pesa,
parece que o universo inteiro respira, por cima do meu peito,
me esmagando, me lembrando
que até as ruínas têm memória.
E as minhas, infelizmente, ainda falam teu nome.
Pegando o ônibus que passa pelo cemitério, às vezes sinto que a vida me deixa espiar o futuro um lembrete suave de que cada destino diário também é um ensaio para o fim.
Estive observando uma criança no balanço e aprendi algo simples e profundo: a altura que alcançamos depende do jeito que nos impulsionamos. A vida é assim o movimento que fazemos dentro determina o quanto podemos subir fora.
Às vezes, é preciso escolher entre um relacionamento e o amor. Relações aparecem; o amor exige verdade. Por isso, deixo meu endereço a ele, mesmo quando a esperança falha porque o amor encontra quem está pronto.
Amar pode ser um livro longo, cheio de histórias, capítulos e curvas inesperadas. Mas, quando decidimos fechar esse livro, o que fica não é apenas o silêncio é a saudade que insiste em reler o que já foi vivido, mesmo sabendo que a narrativa não pode continuar.
A queda envolvente silenciosa
diante da possessão absoluta,
O contentamento acende tocha,
tem me feito na tua bem-aventurada
do orvalho da proibida aurora,
que tu sorve sedento e dedicado
para fazer-te plenamente saciado.
Com os ventres licenciosos,
febris e nossos toques sutis,
A mente se deixar absorver
pelas respirações entrecortadas
com doce aroma de Jenipapo
e o seu cavalheiresco cuidado.
Tudo aquilo que por dentro foi
iniciado nem mais nenhum outro
alguém terá a audácia e a honra
do teu coração vir a tomar conta:
a inevitável glória do amor direciona.
Não tinha celular, a noite era estrelada, banquinhos em volta da fogueira acompanhada de histórias que os mais velhos contavam, assim era antigamente na infância onde não tinha luxo mas sobrava amor.
Amar é maravilhoso; eu já amei intensamente. Mas precisei descobrir que, antes de tudo, era eu quem precisava do meu próprio amor. E foi assim que percebi que onde eu via um ponto final, havia apenas uma vírgula uma pausa para me reencontrar, não o fim da minha história.
como saber a verdade, diante de milhares de outras verdades ditas?
são mais de 4 mil religiões
são mais de 8 mil deuses espalhados pelo mundo
porquê logo o seu deus é o único verdadeiro?
🌈 Canção do Arco-Íris
🎵 Todas as cores que dançam pelo ar, trazem luz e vida, um eterno despertar. Eu canto e danço, deixo a alma fluir, pois cada cor me faz querer existir.
O vermelho é a paixão, o fogo da ação.
Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.
O amarelo brilha como o sol no amanhecer, o azul traz calma, é tempo de viver. O verde renova, é a paz ao meu redor, e cada cor é alegria, é puro amor.
Cores vibrantes, sentimentos em canções.
Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.
Eu pinto meu mundo com amor e cor, celebro a vida com alma e fervor. 🎵
Juntos, a coragem e a disciplina são o combustível e o motor que nos levam a alcançar nossos objetivos e a realizar nossos sonhos.
A coragem é o principal passo para começar algo novo e desafiador. A disciplina é o que nos ajuda a manter o ritmo e a alcançar os objetivos.
"Quando o caminho é estreito, conte a história que abre um novo horizonte. A sua vida é a sua obra."
A dor é tua, o sofrimento é teu, a angústia ninguém divide. São obstáculos que ninguém pode superar por ti. Não é porque mereces também não és castigo. É provação divina, para que tenhas uma Páscoa digna de Cristo, deverás superar essa dor. Não estarás sozinho. S e tens fé! Deus está contigo.
020925
ALTANEIROS
Mãos que abanam
Que afinam
Que afanam
E abstrai
São Mãos que exaltam, proclamam, reclamam
E sempre querem mais.
As Mãos que enxugam
As lágrimas que percorrem
O relevo irregular de uma face singela,
São as mesmas Mãos que
Socam, trituram e torturam
Nas misturas do fino trato
Que num disparo viajante, sufocante e delirante;
A agonia traz.
Os ilustres, altaneiros, Aristocratas, facínoras e gentios.
Carregam desde o ventre a máscara da ilusão.
Assim enganam
Não só as carnes ambulantes!
Com aquele sorriso persuasivo tentam ludibriar até mesmo DEUS!
060925
O que é o amor quando você acorda pela quinta vez com outra mulher ao seu lado e diz que ela é a mulher mais bonita que você já viu e a mais bonita que verá, o amor da sua vida, aquela com quem você quer passar o resto da vida junto?
Mas qual é a graça dessas palavras quando você as disse para a mulher anterior e repetiu novamente para outra antes dela?
Qual é o peso delas?
A separação é comum e relativamente natural entre dois seres cujo amor não existe, correto? Mas qual é o peso quando essa mesma frase é dita por alguém que não sabe o peso de amar, não sabe o que isso significa e apenas segue os seus instintos?
Separar uma vez é compreensível, mas aparecer ao lado de tantas já é algo desprezível. Por que, então, declarar amor a alguém sem ter certeza do que sente? Por que estar com uma pessoa que você só verá uma ou duas vezes, no máximo?
Isso é amor? Ou perda de tempo?
Eu digo que quero amar pouco, mas quando falo isso não quero dizer que desejo ter, no máximo, três amores na vida — e sim apenas um: aquele em que minhas palavras se tornem reais, e não meras frases ditas para qualquer pessoa que eu veja.
