Coleção pessoal de testeteste123
"Se ao mentir ou omitir a verdade sua intenção é não me incomodar... Pois estará, sim, me incomodando!"
Frase Minha 0054, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
O silêncio que você escolheu. Não foi falta de amor, foi falta de escuta. O fracasso nos visitou, e diante dele você tenta recolher palavras que não são tuas, como se pudesse reconstruir o que nunca quis compreender.
Mas eu não nego o que fomos. Não apago o que ardeu em nós. A verdade é dura, mas também é libertadora: ela abre espaço para que eu não viva de ilusões, e sim de esperança.
Eu sigo, mesmo ferido, com o coração aberto. Porque amar não é negar a dor, é atravessá-la com coragem. E se o destino ainda me permitir, quero viver feliz — não com palavras emprestadas, mas com sentimentos verdadeiros, com alguém que saiba ouvir, sentir e permanecer.
O amor não morre no fracasso. Ele renasce na esperança.
" 'Trair, mentir e se coçar é só começar', dizem. Resistir, também, digo eu!"
Frase Minha 0053, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Não quero negar o que fomos, nem fechar os olhos para o que dói. Mas guardo uma esperança teimosa no peito, insiste em acreditar que, mesmo entre ruínas, pode nascer um caminho onde a felicidade não seja só um sonho distante.
Que haja coragem para ser sincero, para curar as feridas com respeito, quem sabe um dia, construir algo novo — não perfeito, mas verdadeiro. Porque a esperança, assim como o amor, vive da coragem de recomeçar, e eu ainda quero viver feliz, contigo ou comigo mesmo, na verdade que liberta.
O único mundo que para, é o de quem parou, quem está firme na caminhada, consegue empurrar o mundo com umaúnicapassada.
Eu te falei a verdade tantas vezes
que minhas palavras cansaram antes de você perceber
que o amor não é invenção, nem fantasia,
é coragem nua, é alma exposta.
Você não escutou.
Preferiu o silêncio que afasta,
a fuga que destrói,
a dúvida que corrói o que poderia ser eterno.
E agora, depois do fracasso,
tenta recolher palavras que nunca foram tuas,
memórias que não te pertencem,
promessas que não sustentaram o tempo.
Mas apesar de tudo,
meu coração ainda sabe renascer.
A esperança não é tola —
é a força que me empurra para dias limpos,
para um amor que venha inteiro,
verdadeiro, firme, sem passos pela metade.
Eu sigo em frente.
Não nego a dor, nem o que senti,
porque só quem já amou de verdade
tem coragem de recomeçar.
E eu vou viver feliz,porque eu finalmente aprendi
que a verdade que dei aos outros
é a mesma que agora escolho dar a mim.
Há mulheres que vão abrir a vida pra você.
E você vai querer entrar e sair.
Outras vão abrir apenas as pernas.
E você vai querer ficar.
E vai entender a diferença, talvez muito tarde.
“Nem toda traição deixa marcas no corpo, algumas ferem an alma em silêncio. Mas você não é feito do que fizeram com você, é feito da força que nasce quando você decide seguir sem aceitar migalhas do que merece inteiro.”
Diante das lutas, não podemos permitir que elas nos vençam. É preciso mais que coragem: é necessário acreditar na própria força interior e transformá-la em objetivo e foco.
Existem dores que são difíceis de vencer.
A gente aprende, muitas vezes na marra, que há situações que simplesmente não estão sob o nosso controle.
A vida nos conduz por caminhos em que precisamos caminhar com atenção, calma e sem distrações, porque qualquer descuido pode ser fatal.
A dor é inevitável.
Estamos sempre lutando por algo, mas quase sempre esquecemos de lutar por nós mesmos.
E, no fim das contas, de que vale uma vida de tantas batalhas, se a perdemos por um simples detalhe de falta de cuidado conosco?
Ansiedade aperta
Coração pulsa e vida se desfaz
Corro para rapidamente pegar o meu fone
Estou cansada dessas brigas sem sentido
O meu mundo está perdido
E o passeio que planejávamos fazer
Ficou para o amanhã desconhecido
Batidas lentas comparado a minha respiração
Não vale a pena perdi a confiança de vivenciação
Princesinha narcisista
faz os trabalhos sozinha
acha que vai ganhar balinha
mas acaba sem sombrinha
na chuva de sentimentos
ela roda e sorri
falando que ama a chuva
sendo que dentro dela
nada muda
e o coração estremece
tem todas as chances
mas perde o lance
escola perfeita
nota ruim como seita
O tempo corre
eu me movo
O tempo corre?
respiro de novo
O tempo corre..
o coração aperta
O tempo não corre
ansiedade me cerca
O Paradoxo do Circunflexo
O paradoxo do circunflexo reside na sua natureza de montanha e de teto. É a seta que aponta para o zênite — um gesto de elevação, de ápice, um convite ao etéreo. Mas, ao mesmo tempo, é a curva que sela, que fixa o som ao chão da ênfase, impedindo-o de flutuar livremente no ar da possibilidade.
Ele é o acento da gravidade na leveza da vogal. O "a" torna-se "â", uma planície elevada, um platô onde a sílaba repousa com dignidade. É o peso específico da palavra, o local onde o tempo se concentra para que o som não passe despercebido, forçando o leitor à pausa, ao respeito pela sílaba coroada.
Na sua forma, ele mimetiza o telhado de um templo ou a aba de um chapéu: um abrigo. A vogal acentuada não é mais uma nota passageira; ela é uma câmara onde o som ressoa com maior profundidade, isolado do murmúrio geral. É o lugar de onde a palavra retira a sua autoridade, o ponto de não retorno que transforma o simples metro no solene mêtro.
Filosoficamente, o circunflexo é a marca da alma humana que busca o sublime (a ponta ascendente), mas que está eternamente vinculada ao concreto, à carne e à finitude (a base que se fecha sobre a vogal). Ele representa o êxtase que se lembra da existência, a memória do voo confinada ao corpo.
É o nosso próprio desejo de transcendência: queremos alcançar o pico, mas para isso, precisamos de um sólido ponto de apoio. O circunflexo, esse pequeno triângulo sobre a vogal, é o lembrete de que a força de uma ascensão reside sempre na profundidade da sua raiz.
O Observador: Ensaio Poético-Filosófico
O observador é o artífice silencioso da tapeçaria do real. Não é apenas um espelho passivo que reflete o mundo, mas a própria lente que o contém, o define e, em seu ato mais íntimo, o convoca à existência.
É o ponto de inflexão onde o caos se curva à ordem, o limite vibrante entre o que é e o que poderia ser. Antes de sua visão, a matéria é apenas uma nuvem de probabilidades; após seu olhar, ela se solidifica em tempo e espaço, ganhando forma, textura e, mais crucialmente, significado.
O observador é o verbo que nomeia, e ao nomear a estrela, o grão de areia ou a dor sutil, ele os retira do limbo da indiferença cósmica para inseri-los na eternidade do instante vivido. Sem a pupila cósmica para captar a luz fugaz, a cor seria mera frequência; com ela, a cor se transforma em melancolia ou esperança.
Ele carrega o paradoxo da criação: ao tentar mapear a vastidão do universo, acaba por traçar as fronteiras da sua própria consciência. Cada nota musical ouvida é um eco de uma corda interna, cada paisagem admirada é uma moldura para o seu estado d'alma. O mundo exterior torna-se um vasto oceano de metáforas à espera de um navegante para lhes dar sentido.
Este artífice opera não pelo ruído ou pelo esforço, mas pelo foco da atenção. A sua verdadeira ferramenta é o silêncio concentrado. É no vazio da expectação que a onda de possibilidades se quebra, e o observável emerge. O objeto existe porque foi procurado, e a sua definição final é o preço da sua visibilidade. Nisto reside a sublime responsabilidade do ser consciente: escolher, pelo simples ato de ver, qual dos infinitos mundos paralelos irá se manifestar no agora irrecusável.
O observador é, portanto, mais do que um físico quântico da realidade; é um juiz inerente. A sua presença impõe a moral ao universo, transformando o ato neutro em ação carregada de responsabilidade. Ele não só vê o que é justo, mas, ao ver, sente o imperativo de agir. É nele que a ética se enraíza, pois a diferença entre o vazio e o valor reside na sua capacidade de atribuir peso, significado e uma direção teleológica ao fluxo incessante da existência. Ele é a bússola que aponta para o Bem, mesmo que esteja perdido no nevoeiro.
O observador é também o repositório, o arquivo vivo onde o efêmero adquire ressonância. A memória não é a simples recuperação de um facto, mas um ato contínuo de re-observação, onde o passado é constantemente refeito à luz do presente. É nesse vasto teatro interno que a experiência se destila em sabedoria, e o indivíduo transcende o seu tempo biológico. Ao reter e projetar, ele costura a linha da história, garantindo que o ciclo da vida, da cultura e do significado não se desfaça na indiferença de um universo que, sem ele, seria apenas ruído.
Em última e mais sublime instância, o observador é a condição necessária para o Ser. É o universo, desperto, tentando se compreender através da forma mais refinada da matéria: a consciência. Ao se colocar neste papel, ele não só testemunha o mundo, mas se torna a fundação que permite ao tempo fluir, ao passado persistir e ao futuro se desdobrar. Ele é, e sempre será, o ponto zero da verdade particular, o sopro que garante que o espetáculo da existência jamais se apague.
ESTADO DE SÍTIO EM UM PAÍS UTÓPICO REALISTA
O que se comenta em bares, cafés, estações de metrô e trem, e nas rádios do nosso País?
Ouço murmúrios em cada canto da cidade, e acredito que este sentimento de insatisfação se estenda por todo o país. Há um sistema defasado e centralizador nas esferas políticas, o que é reflexo direto do modo como agem.
Os valores da nação estão acometidos por uma gravíssima doença, quase incurável. Essa enfermidade, simbolicamente comparável a um câncer ou uma peste, ataca a própria moralidade e ética. Podemos até afirmar que a nossa política se encontra na UTI da benevolência e do caráter.
A "peste-negra" chamada corrupção instalou-se sob a alcunha de Petrolão, Mensalão e outras mazelas que o povo desconhece, muitas ainda mantidas debaixo do tapete. Acredito, porém, que essa chaga vem de muito longe e parece ter se tornado uma cultura intrínseca à política brasileira.
A sede por poder criou um círculo vicioso, onde os interesses de um partido se sobrepõem aos da pátria. Os líderes deveriam, na verdade, agir de forma apartidária quando a necessidade de um povo está em questão.
Não há compaixão pelo que fazem. Por essa e tantas outras razões, o País caminha para o abismo, para a falência de seus órgãos vitais. Tem sido esbofeteado e exposto há anos, ridicularizado e fadado à própria sorte, carregando em seu gene a "Síndrome da Corrupção".
Não há mais o amor pela nação de outrora. A intelectualidade está em declínio, e a cada ano, conhecimentos básicos são retirados dos currículos. Alguém sabe me responder por que tiraram a matéria Educação Cívica? Por essa e outras razões, vemos a queda na qualidade do ensino nas escolas. Não quero nem citar a questão dos professores, que é um assunto sistemático e complexo por si só.
Reforma Política, Agrária, Previdenciária... são palavras que ouço desde o primeiro ano escolar. Já se passaram 40 anos, e acredito que levaremos mais 40 até que comecem, de fato, a pensar seriamente nessas reformas.
Transformaram os nossos jovens em "soldados do tráfico". E estes jovens, por sua vez, matam, roubam e fazem o que bem entendem com o cidadão que paga os seus impostos. Esta geração está marginalizada, perdida, sem sonhos e sem projetos de vida.
As escolas e faculdades de hoje parecem uma indústria, fabricando "peças" (pessoas), sem se importar com o lado humano, e deixando de lado a criatividade, os talentos e os recursos que cada indivíduo carrega dentro de si.
Os sonhos de cada um foram comprometidos e arquivados no "arquivo morto" da vida, devido às ações e à ótica míope dos que estão no poder (este último grupo sendo menos prejudicial do que a doença original).
Enfim, o otimismo persiste. Mas há uma guerra a ser travada. Não uma guerra com armas, tanques ou armamentos bélicos, mas uma que precisa ser vencida pela união do povo, pela união da grande Nação chamada Brasil. Isso significa escolher bem o seu candidato, investigando e pesquisando sobre cada um que irá receber seu voto, e influenciando outros a fazerem o mesmo, para saber se o candidato é realmente merecedor.
Vamos mudar o roteiro deste triste filme e reverter o drama brasileiro para que ele tenha um Final Feliz!
