Coleção pessoal de testeteste123

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Ainda dá tempo para as famílias praticarem o bem, obedecerem a Deus e serem abençoadas, iniciando hoje a mudança de suas escolhas e caminhos equivocadas.

Eles falam da vida alheia com a segurança de arquitetos do impossível
erguem teorias na mesa do bar como quem empilha latas vazias
quase sempre prestes a cair.
O mundo inteiro cabe na ponta do dedo deles
que aponta
julga
corrige
mas nunca toca no próprio desastre.


A cada frase uma autoridade inventada
um manual de conduta para o universo
uma solução brilhante para problemas que nunca enfrentaram.
E quando a conversa esquenta
já sei o que vem:
Se no lugar do outro você faria melhor experimente fazer no seu.
Mas claro
essa parte costuma escorrer para fora da memória deles
junto com a coerência que nunca chegou a existir.


No final o espetáculo se repete
como essas tragédias baratas que passam na TV à tarde.
Todo mundo especialista
todo mundo juiz
todo mundo sábio demais para confessar o óbvio
ninguém arruma o próprio quintal porque é mais divertido reformar o mundo pela janela.


E os que já entenderam
só observam o mar de pitacos em silêncio
porque a ironia não está no erro
e sim na certeza com que o erro se apresenta.

A rua da memória sempre me recebe do mesmo jeito:
um beco torto, desses que fingem não conhecer ninguém.
As minhas pegadas — educadas como sempre
apontam discretamente para mim,
como quem indica o culpado que já nasceu pronto.


O alvo mudou, claro.
Mas a corda bamba continua ali,
com aquela generosidade silenciosa
que oferece tropeços como lembranças grátis.
E eu, que já fui pele exposta querendo posar de metal,
ainda caio no truque.


Dizem por aí que esforço salva, silêncio ilumina, amor acerta.
Engraçado.
A verdade vem com farpas e ainda querem que a gente sorria ao morder.


Aprendi a trancar a língua antes que ela fale demais.
E a coragem… bem, essa eu mantenho no bolso, dobrada.
Troco trevas por tropeços, puxo o prumo para o fundo,
faço aquela coreografia conhecida:
nada firma, nada fixa.
Até meu rosto erra o próprio caminho
quando eu digo “tanto fez”,
sabendo que foi exatamente o contrário.


Cada um costura seu casulo com o fio que sobrou.
Depois finge que observa de longe
o afogamento alheio, testando a água
como quem não está com a respiração pela metade.
E ainda distribui sentença, sermão, palpite
tudo embrulhado na convicção
de que a verdade cabe numa mão fechada.


Mas a verdade…
ah, essa prefere escorregar.
Não cabe em palma nenhuma.
E morde.
Principalmente quem jura que não sente.

No terraço onde a noite respira lenta,
uma luz antiga pousa nos meus ombros.
É quieta, mas exige humildade e espaço.


Descubro então que o saber não chega como rajada,
e sim como essa brisa obediente
que só atravessa portas destrancadas.


A mente, quando dobra o orgulho,
abre um corredor de silêncio onde tudo cabe:
o erro, o acerto, o possível.


E, nesse intervalo limpo,
o fluxo da sabedoria encontra passagem,
faz do vazio um campo fértil,
e repousa ali, sem pressa,
como quem sempre soube o caminho.

Todos os países do mundo deveriam se sentir abençoados, prósperos e felizes hoje em dia, se seus representantes praticassem os divinos conselhos e cortassem o mal pela raiz.

O que vem depois da paixão?
A aceitação do outro como é, real,
a paciência das diferenças, o querer ajudar, é o cuidar, zelar.
O que vem depois da paixão?
É o compreender que somos pessoas individuais, com propósitos juntos.
O que vem depois da paixão ?
É o respeito mútuo, a cumplicidade, a diversidade de ideias. O aconchego, as palavras que curam.
O que vem depois da paixão?
O amor genuíno.


- Cintia Verissimo

O diácono que falar publicamente sobre ofertas deve apontar nas Escrituras as providências do Senhor como recursos dados pela sua fé.

Faça o que você quiser; mas, não aplique atitudes erradas juntas de sua fé.

Como a gente já vai questionar daqui... comigo não sei se vou poder ir embora da vida!!!

Comemore sempre com cantos e alegria toda vez que a sua santidade não apresentar sinais de contaminação, corrupção e imoralidade.

⁠Que para cada história que as rugas possam contar, os risos possam rememorá-las, transbordando gratidão.


Amém!


Que as rugas — esses delicados mapas do tempo — nunca sejam apenas marcas de passagem, mas testemunhas silenciosas de tudo o que fomos capazes de sentir.


Que cada linha desenhada no rosto carregue a dignidade das batalhas enfrentadas, a poesia dos encontros e a serenidade das escolhas que, certas ou não, nos trouxeram até aqui.


E que os risos, esses guardiões da leveza, sejam sempre o sopro que desperta a memória do que valeu a pena.


Que eles revisitem nossas histórias com ternura, ajeitando o que doeu, iluminando o que ficou escuro, lembrando que viver é, sobretudo, gratidão por ter atravessado — e ainda poder atravessar — tantos invernos e primaveras.


Que nossas marcas sejam bênçãos, nossos risos sejam oração, e nossa gratidão seja a ponte que nos mantém inteiros diante das marcas do tempo.


Amém!

Não queria sentir.
E sentir
Não queria viver.
E vivi
Não queria falar.
E falei
Não queria cantar.
E cantei
Não queria chorar.
E chorei
Não queria perdoar.
E perdoei
Quantos verbos se cabe pra entender que há coisas que não se podem controlar.




- Cintia Verissimo

Nem parecia que era a primeira vez que te vi, há muito tempo te conheço, talvez tenha te visto em duas ou três vidas.
Sabia que te conhecia!

A poesia é a alma conversando.


-Cintia Verissimo

Me refiz de retalhos do que sobrou, eram panos finos, seda, mas eram retalhos. Muitos jogaram fora. Eram retalhos, peguei todos juntei custurei e me vesti, agora me refiz de retalhos.
-Cintia Verissimo

Tenha uma consciência limpa e livre de acusações falsas, quando seus pensamentos lhe asseguram a bondade de seu coração.

A Graça(Liberdade Total) de Cristo não há mais chances pelo Sheol(Inferno) de reviver os erros, ou é inexistência eterna ou descanso eterno, não há mais possibilidade de consertar os erros no Sheol.

Considere a amargura de um coração feminino; mas, não o despreze para não ferir o corpo.

O ódio é a ração que alimenta a violência.

Há soberbos que acompanham o estereótipo social na realidade são sombras da ostentação.