Coleção pessoal de testeteste123

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“Viver espontaneamente é aceitar que não sou perfeita — sou verdadeira, e sigo adiante como uma errante aprendiz, colecionando quedas, descobertas e a coragem de recomeçar.”

Recolha a própria insignificância ao reconhecer que errou e elogie o outro com sinceridade.

A melhor hora de pedir perdão é o presente, e não esperar uma oportunidade futura para reconhecer as suas falhas.

Às vezes, as pessoas que mais precisam da gente são as que mais nos ferem. Mas é exatamente por isso que devemos estar lá por elas.

Não vá embora quando alguém o humilhar; apenas se afaste um pouco para lembrar que Deus o honra.

Às vezes, ser forte é admitir que você precisa de ajuda.

Chore um pouco quando sentir o peso do que você poderia ter sido.

Pode até ser tarde, mas encontre cedo a felicidade de praticar o amor, a solidariedade e a honra.

Dizer uma vez, dizer duas vezes, dizer três vezes e a pessoa não mudar! Não muda mais. A pessoa que quer mudar, não é preciso dizer.

Colha hoje a virtude de amar pessoas, ajudando-as a se afastarem das maiores tristezas oriundas do próprio ódio.

É uma tremenda perda de tempo acumular horas de trabalho para entregá-las àqueles que nunca souberam investir na eternidade.

Na montanha mais alta, haverá uma traição.

A Bíblia ensina a liderar com empreendedorismo, integridade, retidão, generosidade, gratidão e prosperidade, operando sempre com simpatia, altruísmo e sabedoria em todas as ações.

A igreja de Cristo deve ser vista, amada e reconhecida por toda a sociedade em que vive, e não oculta por causa de membros envergonhados de suas ações, palavras e pensamentos.

Muitos apresentam Deus apenas em seus discursos infamantes; mas, no curso da vida Ele está bem longe e esquecido das tarefas da sua vida cristã.

Ainda dá tempo para as famílias praticarem o bem, obedecerem a Deus e serem abençoadas, iniciando hoje a mudança de suas escolhas e caminhos equivocadas.

Eles falam da vida alheia com a segurança de arquitetos do impossível
erguem teorias na mesa do bar como quem empilha latas vazias
quase sempre prestes a cair.
O mundo inteiro cabe na ponta do dedo deles
que aponta
julga
corrige
mas nunca toca no próprio desastre.


A cada frase uma autoridade inventada
um manual de conduta para o universo
uma solução brilhante para problemas que nunca enfrentaram.
E quando a conversa esquenta
já sei o que vem:
Se no lugar do outro você faria melhor experimente fazer no seu.
Mas claro
essa parte costuma escorrer para fora da memória deles
junto com a coerência que nunca chegou a existir.


No final o espetáculo se repete
como essas tragédias baratas que passam na TV à tarde.
Todo mundo especialista
todo mundo juiz
todo mundo sábio demais para confessar o óbvio
ninguém arruma o próprio quintal porque é mais divertido reformar o mundo pela janela.


E os que já entenderam
só observam o mar de pitacos em silêncio
porque a ironia não está no erro
e sim na certeza com que o erro se apresenta.

A rua da memória sempre me recebe do mesmo jeito:
um beco torto, desses que fingem não conhecer ninguém.
As minhas pegadas — educadas como sempre
apontam discretamente para mim,
como quem indica o culpado que já nasceu pronto.


O alvo mudou, claro.
Mas a corda bamba continua ali,
com aquela generosidade silenciosa
que oferece tropeços como lembranças grátis.
E eu, que já fui pele exposta querendo posar de metal,
ainda caio no truque.


Dizem por aí que esforço salva, silêncio ilumina, amor acerta.
Engraçado.
A verdade vem com farpas e ainda querem que a gente sorria ao morder.


Aprendi a trancar a língua antes que ela fale demais.
E a coragem… bem, essa eu mantenho no bolso, dobrada.
Troco trevas por tropeços, puxo o prumo para o fundo,
faço aquela coreografia conhecida:
nada firma, nada fixa.
Até meu rosto erra o próprio caminho
quando eu digo “tanto fez”,
sabendo que foi exatamente o contrário.


Cada um costura seu casulo com o fio que sobrou.
Depois finge que observa de longe
o afogamento alheio, testando a água
como quem não está com a respiração pela metade.
E ainda distribui sentença, sermão, palpite
tudo embrulhado na convicção
de que a verdade cabe numa mão fechada.


Mas a verdade…
ah, essa prefere escorregar.
Não cabe em palma nenhuma.
E morde.
Principalmente quem jura que não sente.

No terraço onde a noite respira lenta,
uma luz antiga pousa nos meus ombros.
É quieta, mas exige humildade e espaço.


Descubro então que o saber não chega como rajada,
e sim como essa brisa obediente
que só atravessa portas destrancadas.


A mente, quando dobra o orgulho,
abre um corredor de silêncio onde tudo cabe:
o erro, o acerto, o possível.


E, nesse intervalo limpo,
o fluxo da sabedoria encontra passagem,
faz do vazio um campo fértil,
e repousa ali, sem pressa,
como quem sempre soube o caminho.

Todos os países do mundo deveriam se sentir abençoados, prósperos e felizes hoje em dia, se seus representantes praticassem os divinos conselhos e cortassem o mal pela raiz.