Coleção pessoal de testeteste123

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E se você entendesse que a diversidade na pele e no cabelo é apenas beleza em diferentes formas, mas que na profundidade todos somos iguais — não acharia que combater o racismo é o único caminho justo, pois o destino final é o mesmo para todos?

Quando você parasse para ver que a cor do cabelo é só um tom, a pele só uma cobertura, e que o que realmente importa é a pessoa que está por trás — não seria mais fácil perceber que o racismo é um absurdo, pois todos vamos para o mesmo buraco e somos um só povo?

Reflita: o que faz de você quem é, é sua alma, seus sonhos e suas ações — não a cor da sua pele ou do seu cabelo. Então, por que tratar alguém de diferente, se todos terminamos no mesmo lugar e somos iguais na essência?

Se a cor do cabelo, o tom da pele ou a origem não definem o que há dentro do coração — por que permitir que essas coisas dividam nos, se no fim todos caminham para o mesmo destino e somos feitos da mesma poesia humana?

Qual atitude concreta tornaria minha fé mais honesta hoje?

Autocuidado é aprender a ouvir a voz dentro de você que pede descanso, amor e respeito — porque só quem cuida de si mesmo pode realmente brilhar para os outros.

Se você visse seu corpo como um jardim que precisa de água, sol e carinho — não trataria o autocuidado como uma escolha, mas como uma necessidade essencial?

O autocuidado não é uma grande ação isolada, mas uma série de pequenos gestos diários: um suspiro profundo, um momento de silêncio, um 'não' quando é necessário.

Quando você parasse para perceber que cada momento dedicado a si mesmo é um investimento no seu futuro mais saudável e feliz — não seria o convite perfeito para começar hoje?

Espiritualidade sem prática é autoengano.

Autocuidado não é egoísmo — é o preço que pagamos para ter força suficiente para cuidar de quem amamos e perseguir nossos sonhos.

"Eu amo Rock. Mas só no Funk eu vejo Grandes Bandas!"
Texto Meu 0895, Criado em 2018

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Se você parasse para pensar que suas amizades são o suporte, seus estudos são a ferramenta e a idade é o tesouro que faz seu relacionamento florescer — não acharia que essa combinação é irrepetível?

Governar sem o mínimo de crueldade, e ser incapaz de governar

Eu queria ter asas, assim voaria até você.
Minha definição de amor é te olhar, saber que estás feliz, bem.
O amor ultrapassa o desejo de possuir, aprendemos a conviver com o sentir, te sentir me deixa feliz!

Sobre você.


Ao parar percebo o vento passando por mim. O tempo continua seu trajeto. Sem jeito me ajeito em seu peito nesse único momento tudo parece congelado. Em seus olhos cor de mel, vejo o reflexo do seu livro favorito.
Estrelas, universo, mochilas, 42, Marvin.


Você é assim.


Por um instante consigo sua atenção, e de um reflexo a outro me vejo neles completamente hipnotizada.
Seu sorriso surge como uma distração sem saída, meu coração dispara.


Você é assim.


As luzes eclodem ao cair da noite, os carros passam indo para seus destinos, guiados por alguém ansioso ou cansado, mas de novo seu cheiro entoa por todo o meu corpo, esse é meu jeito de te amar.
No silêncio ardentemente me recordo.




Você era assim.

A Quintilha da Saudade!

Na pauta da memória, o decano,


Entre brumas surge caricioso,

Sua retórica soa em afogadilho,


Eminente saudade, fulgor análogo,


Inatual chama, ardor tão formoso.


©JoaoCarreiraPoeta.

17/12/2025.

A Voz na Rua Escura

As geladeiras estavam abertas, escancaradas como bocas sem controle.
Bebidas espalhadas, garrafas fora do lugar, o frio desperdiçado tentando conservar o que já não tinha ordem.
As pessoas passavam diante daquilo tudo como se fosse normal viver assim: portas abertas demais, excessos demais, consciência de menos.

A rua era escura, confusa, barulhenta.
Muita gente falando ao mesmo tempo, risos altos, copos cheios.
A cerveja circulava fácil — não por celebração, mas por esquecimento.
Todos pareciam um pouco fora de si, como se a lucidez tivesse sido deixada em casa, junto com as geladeiras abertas.

No meio da confusão, alguém começou a cantar.
Ou talvez eu.
O canto existia, mas não se impunha.
A música era engolida pelas vozes, pelos ruídos, pelo caos coletivo.
Cantar ali era inútil.

Segui andando e entrei numa loja.
Havia de tudo, coisas demais, sentidos de menos.
Até que, entre tanto excesso, algo chamou atenção: colchões.
Fileiras de descanso à venda.
Conforto exposto em silêncio, enquanto o mundo lá fora não sabia mais dormir.

Saí dali com a sensação de que ninguém descansa onde há barulho demais.

Foi então que me afastei.
Deixei a confusão para trás e fui até um lugar mais quieto, quase vazio.
Ali, sim, cantei.
A voz saiu limpa, inteira, bonita.
A cidade podia ouvir — se quisesse.

Mas nem todos querem ouvir o que é verdadeiro.

De uma janela, surgiu uma senhora.
Xingava, gesticulava, chamava aquilo de barulho, de falta de respeito, de pouca vergonha.
Não percebeu que era música.
Não reconheceu a beleza.
Há quem confunda harmonia com incômodo, e qualidade com afronta.

Continuei cantando.

Porque às vezes não é sobre agradar.
É sobre não se calar.
Mesmo que o mundo esteja bêbado,
as geladeiras abertas,
o descanso esquecido nas vitrines,
e a beleza incomode quem já desaprendeu a ouvir.

Nereu Alves

Não seria incrível perceber que cada livro lido nos estudos, cada amigo que esteve ao lado, cada ano que passa, te preparou para viver um relacionamento com mais profundidade e alegria?

Se hoje você questionasse: 'como minhas amizades, meus estudos e o passar dos anos transformaram meu relacionamento e eu mesmo?' — não acharia que a resposta é a prova de que você está sempre crescendo?