Coleção pessoal de testeteste123
O sagrado não está nas luzes da festa, mas no modo como você acolhe quem não tem nada: o que você nega ao próximo, nega à sua própria humanidade.
MINHA MENSAGEM DE NATAL PARA TODOS.
Esta é uma reflexão para todos os tempos, dirigida ao humano que habita em cada um de nós, independentemente de crença, bandeira ou fronteira.
Nesta época em que as luzes se acendem e os presentes são trocados, fica uma pergunta incômoda: Onde é que o sagrado realmente vive?
Muitas vezes, olhamos para o céu em busca de um sinal, ou para os grandes monumentos em busca de uma verdade. Mas a provocação aqui é mais profunda e direta: e se o "Rei", o "Eterno" ou a "Vida" estiverem agora mesmo sentados na sua calçada, tremendo de frio ou escondidos sob os trapos de quem não tem nome?
O Natal celebra um nascimento, mas o que esse texto nos questiona é a nossa capacidade de reconhecer a vida no outro.
A provocação: é fácil amar um conceito. É fácil celebrar uma ideia de bondade. Mas você consegue reconhecer o valor infinito naquele que não tem nada a lhe oferecer? No estrangeiro que não fala sua língua? No doente que a sociedade prefere esquecer?
Portanto, fica o questionamento: nós perguntamos: "Quando foi que te vimos com fome ou sede?". E a resposta é um espelho: vimos todos os dias, mas escolhemos não enxergar. Estávamos ocupados demais celebrando a festa para notar o convidado de honra que batia à porta, que muitas das vezes vinha disfarçado de necessidade.
A verdadeira energia desta época não está no consumo, mas no vínculo. A filosofia aqui é simples, mas avassaladora: não existe o "outro". O que você faz ao menor dos seres, você faz ao próprio universo. O que você nega ao desconhecido, você nega à sua própria humanidade. Neste Natal, que o nosso maior presente seja a coragem de abrir os olhos. Se você quer encontrar o que é sagrado, não olhe para cima. Olhe para o lado. A vida está com fome, com sede e com frio. O que você vai fazer quando cruzar com ela hoje?
Feliz natal a todos!
Moisés Lugli.
Meu maior inimigo é o passado ...
Vivo de histórias vividas e não vividas e hoje nem sei o que era real e o que era refúgio .
“O fone de ouvido não serve só pra ouvir música; é o esconderijo de quem se protege do ruído de fora para não explodir com o caos de dentro.”
"Falsos humildes não têm dificuldade em falar que são humildes. Mas é dificílimo para eles esconder que também desejam o melhor que o dinheiro pode comprar."
Texto Meu No.1118, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Práticas pedagógicas inovadoras envolvem três pilares: personalização , contextualização e interação.
✠ MENSAGEM DE NATAL
Diocese Anglicana Católica do Brasil
Queridos amigos, colaboradores e fiéis,
Neste Natal, muitos ainda procuram Cristo onde Ele nunca prometeu estar:
nos palácios, nas vitrines, nas imagens perfeitas, nas palavras fáceis.
Mas o Evangelho continua teimoso.
Cristo não nasceu onde havia conforto.
Nasceu onde havia necessidade.
Não nasceu onde havia segurança.
Nasceu onde havia vulnerabilidade.
Não nasceu onde todos eram bons.
Nasceu onde todos eram humanos.
Cristo nasce no casebre.
Nasce na casa simples.
Nasce onde o povo luta para sobreviver.
Nasce onde a esperança não grita — resiste.
Neste Natal, aprendemos algo duro e verdadeiro:
muitos olham para a realidade do povo simples e veem crime, perigo, ameaça.
Nós olhamos e vemos pessoas.
Vemos rostos.
Vemos histórias.
Vemos dignidade ferida, mas não perdida.
Porque qualquer pessoa pode errar.
Qualquer pessoa pode cair.
Mas nenhuma pessoa é reduzida ao rótulo que lhe impõem.
O Menino Deus não perguntou quem merecia.
Ele apenas veio.
E veio para lembrar ao mundo que o pecado maior não é a pobreza,
mas a indiferença.
Não é a favela,
mas o olhar que desumaniza.
Não é a realidade dura,
mas a mentira confortável que tenta escondê-la.
Como Diocese Anglicana Católica do Brasil, afirmamos com clareza e fé:
✠ Cristo nasce onde a esperança resiste.
✠ Cristo nasce onde o povo sofre.
✠ Cristo nasce onde ainda há quem ame, partilhe e não desista.
Que este Natal nos converta o olhar.
Que nos cure do preconceito travestido de moral.
Que nos liberte das ideologias que esquecem pessoas.
Que nos devolva o Evangelho simples, encarnado, verdadeiro.
Desejamos a todos um Natal sem maquiagem,
mas cheio de presença.
Sem ilusões,
mas cheio de fé.
Sem medo do real,
mas cheio de esperança.
Porque Deus não teve medo de nascer entre nós.
E continua nascendo, todos os dias,
onde o amor insiste em ficar.
Feliz Natal.
Cristo nasce onde a esperança resiste.
✠ Dom Frei Lucas Macieira da Silva
Diocese Anglicana Católica do Brasil
Não houve espaço na rotina, cuidar da mãe envelhecida não cabia na agenda, mas coube no feriado do Natal.
