Coleção pessoal de testeteste123
O Natal chega diferente para cada um.
Tem gente rodeada de pessoas, mas com o coração vazio.
Tem gente sozinho em casa, mas lutando para não perder a fé.
Eu já vivi um Natal completamente sozinho, sem ninguém do lado.
E já vivi outros cercado de muita gente, e ainda assim me sentindo só.
Aprendi que presença não é quantidade, é conexão.
Hoje, não posso dizer que estou plenamente realizado ou que tudo está do jeito que sonhei.
Mas posso dizer algo com convicção: eu sou grato.
Grato por tudo que Deus me deu de presente nesses últimos meses.
Trabalho quando parecia não haver caminho.
Novos amigos quando pensei que caminharia só.
Uma equipe para cuidar, construir e seguir junto algo que por muito tempo foi apenas oração.
Talvez o Natal de hoje não seja perfeito.
Mas ele carrega respostas.
E às vezes, isso já é mais do que suficiente.
Se você está sozinho neste Natal, saiba Deus vê.
E o tempo d’Ele sempre chega silencioso, mas fiel.
Feliz Natal.
By Evans
O silêncio é o lugar onde Deus fala baixo. Nem sempre com palavras, às vezes com leveza. Com um vento, com uma lembrança, com a paz que chega sem explicação. É preciso estar quieto o bastante para perceber.
Porque dizer te amo,
Tenha cuidado com as tuas palavras cuidado.
Elas caem em mim como som,
caem com felicidade .
A tua simplicidade não chega em silêncio,
ela atravessa.
E na forma mais doce,
devasta a minha fragilidade sem ferir.
Sou feito de sentimentos expostos,
de um coração que sente antes de pensar,
e quando teu olhar descansa em mim,
até minhas defesas aprendem a respirar.
Ama-me sem pressa,
com gestos leves e verdades calmas.
Porque em mim,
cada palavra tua cria raiz
e floresce onde eu mais preciso de abrigo.
Destino implacável
Na busca de um norte, passos foram dados sobre o gelo e sem piedade o destino foi implacável,
Laços que se rompem, olhares perdidos na neblina, dias esquecidos nos juramentos em vão,
O uivo do lobo solitário é ouvido e a distancia a presa sente na alma o frio da sua derrota,
Vencer as quedas, a ausência e a crueldade das palavras deixadas sangrou os gritos do desespero, no entanto foi o suficiente para aquecer o abrigo forjado no silêncio,
No retorno, a jornada pela sobrevivência matou versões antigas, superou marcas e limites e apresentou na ponta da lança o reembolso do tempo.
feliz Natal para você meu amor mesmo que a distância nos separe gostaria desejar -te um bom natal para ti e para a tua família beijinhos
Terce as tuas palavras antes de dizer “te amo”,
pois cada sílaba tua é um sopro que atravessa minha pele,
um raio que ilumina a sombra delicada da minha alma.
A tua simplicidade é um vendaval sereno,
capaz de devastar a minha fragilidade,
transformando o que é frágil em beleza,
o que é silêncio em música,
o que é medo em ternura.
Não fales por costume,
fala como quem entrega o coração em cada letra,
como quem sabe que o amor é feito de gestos pequenos
mas carrega o peso de universos inteiros.
E quando enfim disseres te amo,
que seja como um segredo revelado ao vento,
como um orvalho que toca a flor sem feri-la,
como um abraço que não prende, mas liberta.
Porque em ti, amor,
até a simplicidade é grandiosa,
e até a fragilidade se torna força.
O que a boca não ousa dizer,
a vontade grita em silêncio,
um fogo que não pede licença,
um desejo atrevido, irreverente,
que rasga o espaço entre nós.
Não há amarras, não há frescura,
só a fúria doce da entrega,
um vendaval de pele e alma,
que nos arrasta para a felicidade
sem pedir permissão ao mundo.
É ousadia que se faz poesia,
é verdade que se veste de romance,
é o instante em que tudo se cala
para que nós sejamos apenas nós.
Você quer, eu estou contigo.
Mulher que fascina, presença que domina sem precisar ordenar.
Não precisa pedir duas vezes
o desejo já entendeu antes da palavra nascer.
Quando você chega, o silêncio se curva,
o olhar denuncia o que a boca não ousa dizer.
Não é insistência, é conexão.
Não é promessa, é vontade que não recua.
Eu fico porque quero,
porque algo em você chama sem gritar,
e quem sente de verdade
não espera convite, responde ao chamado.
Coragem!
A cada vez que te via entrelaçada com outro alguém nas sombras dos prédios as lágrimas falavam mais que palavras,
Quantas horas foram guardadas dentro da caixinha de surpresas sobre nós que nunca chegaram a acontecer?
Prisioneiro da fonte dos desejos sem ação, abracei o pão amassado do faminto solitário,
Quando ouvia a tua voz pelos corredores do condomínio uma cura momentânea tomava conta de mim abatendo o duro golpe de um fugitivo da realidade,
Pegar nas tuas mãos e falar o que penso é o caminho a ser trilhado e mesmo que nada aconteça como imaginado amanhã voltarei a ser um adulto em liberdade pulsando em cima do vazio do esquecimento.
Renascido da poeira que se assentou, algo novo começou a brotar. Uma chama tênue, quase imperceptível, que se alimentava da dor e da redescoberta de quem eu sou. O que restou de mim não é mais o reflexo de quem eu era ao seu lado, nem o eco de seus desejos. É uma essência forjada na superação, no aprendizado e na coragem de seguir adiante. Cada cicatriz conta uma história, e cada lágrima derramada regou um jardim de força interior. O que hoje sou, com minhas falhas e virtudes, com minha melancolia e minha esperança renovada, é apenas meu. E com a certeza de quem se reencontrou, afirmo: o que restou de mim, e o que ainda florescerá, não será mais seu. Será meu, exclusivamente meu, um testemunho da resiliência de um coração que, apesar de partido, aprendeu a amar-se novamente. E nesse novo caminho, encontro a verdadeira força de um amor que nunca se apaga: o amor próprio.
Foi então que naquele instante, o chão cedeu sob meus pés, e a escuridão pareceu me engolir. Todas as certezas, todo o conhecimento que eu julgava possuir sobre o amor e sobre nós, desmoronaram. Não foi o bastante, percebi com a amargura da verdade. Não fui o bastante, ou talvez, o bastante simplesmente não era o que você buscava. As ruínas do que fomos se ergueram ao meu redor, um monumento silencioso a um amor que não resistiu ao tempo e a própria natureza rezou antes do adeus.
Pessoas confusas magoam pessoas incríveis, pessoas confusas já foram pessoas incríveis....
Para um eu mais gentil
Em um passado não tão distante, seu brilho era o meu norte, e em cada batida do meu coração, eu jurava que éramos um só. Vivi na melodia que compusemos juntos, acreditando que a partitura da nossa história jamais terminaria. Mas a vida, em sua dança implacável, revelou que nem todas as canções têm um final feliz. Houve um dia, sim, em que seu olhar se distanciou, e a percepção gelada de que eu não era mais parte de você se instalou em minha alma. Você se virou, e com esse gesto ingrato, levou consigo uma parte de mim que eu jamais imaginei superar, acordei para vencer.
Enquanto o povo discute e se digladia na escolha de qual dos pés usarão para entrar em 2026, o País continua com os dois pés fincados na lama do esgoto do século XIX.
o silêncio se tornou mais cruel do que qualquer palavra.
Não houve grito, não houve despedida — apenas o peso da ausência,
um corte invisível que sangrava dentro de mim.
Simplesmente se virou contra mim,
como quem fecha uma porta sem olhar para trás,
como quem apaga uma chama sem se importar com o frio que virá.
E eu, perdido
descobri que tudo o que sabia, tudo o que ofereci,
não foi o bastante.
O que restou de mim não é parte dela.
Restou-me apenas a força de continuar,
a coragem de transformar dor em poesia,
a certeza de que até o amor mais devastador se foi.
Porque amar é também perder,
e perder é também aprender a renascer.
E se um dia ela lembrar de mim,
não será do homem que ficou para trás,
mas do fogo que ardeu tão intensamente
que nem o tempo conseguiu apagar.
Quando ela percebeu que já não era mais parte de mim,
não tentou entender… escolheu se virar contra mim.
Como se o amor, ao deixar de ser abrigo, precisasse virar guerra.
Foi nesse silêncio quebrado que descobri:
tudo o que dei, tudo o que soube, tudo o que senti
não foi suficiente para quem nunca soube permanecer.
Amar não me faltou.
Faltou nela a coragem de ficar quando o encanto virou verdade.
O que restou de mim agora carrega marcas,
mas também carrega limites.
E aquilo que sobreviveu à queda, à perda e à dor
não será dela outra vez.
Não por orgulho,
mas porque quem se refaz em silêncio
aprende que amor não é retorno —
é despedida quando já não há respeito.
Você acreditaria que seus pais ou alguém muito mais velho que você já foram mais jovens como você(s) em gerações anteriores a sua?!
