Coleção pessoal de testeteste123
Conservadorismo é o fetiche de quem sente saudade de uma coleira que nunca tirou; é o medo de que, se o mundo mudar, eles finalmente descubram que nunca tiveram personalidade, apenas um manual de instruções mofado.
A normalidade é o necrotério das almas vibrantes. Prefiro o meu caos particular, torto e incompreendido, do que essa simetria higienizada que vocês chamam de saúde mental, mas que cheira a formol e conformismo.
O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".
"Existem cicatrizes que tentam sombrear sua visão, mas elas são apenas as fendas por onde a sua luz mais crua insiste em vazar."
O silêncio não é a ausência de som, é o momento em que o ruído das mentiras sociais finalmente cessa e você é obrigado a ouvir o grito ensurdecedor da sua própria insignificância, ou, se tiver coragem, o estalar das chamas da sua própria consciência.
Hoje eu entendo o que antes não entendia:
Como era possível não haver espaço pra nada, dentro de pessoas vazias.
"O mundo pode até baixar o volume do seu brilho, mas ele jamais conseguirá encontrar o disjuntor da sua alma."
"Sua luz não é um fósforo que se apaga com um sopro; é um vulcão silencioso que transforma qualquer tentativa de abafá-lo em combustível para a própria lava."
"Não tema o breu dos dias difíceis; lembre-se que você foi forjado em um fogo que não consome, mas ilumina o invisível."
"A calúnia e a dor são apenas névoas; elas podem ocultar o caminho por um instante, mas jamais possuem a voltagem necessária para desligar o interruptor da sua paz."
Se alguém irritado busca explicações sobre um copo d’água, não tente explicar o mar. Pois ele nem compreende o copo d’água.
"Sua luz não é um reflexo do que te rodeia, é uma assinatura solar impressa no seu DNA que nenhum eclipse provisório tem o poder de revogar."
"O mundo pode tentar cobrir sua alma com mantos de cinza, mas basta um pulsar do seu coração para que a incandescência rasgue o tecido do desânimo."
Imagine que o universo não se desenrola em sequência,
mas se desdobra como uma teia infinita,
onde cada ponto é inteiro,
onde cada instante contém todos os instantes.
Não existe aqui ou ali, antes ou depois
tudo pulsa simultaneamente,
como se o espaço fosse tecido de momentos
sobrepostos,
e o tempo fosse apenas a ilusão de observarmos
uma única linha.
Cada vida, cada pensamento, cada gesto
não está confinado a um corpo ou a uma época.
Eles existem em todos os lugares,
reverberam através de mundos que nunca se cruzaram,
tocam dimensões invisíveis
e ainda assim permanecem parte do mesmo ser.
Você não é apenas você.
Você é a centelha que percorre
cada partícula do cosmos,
o fio que conecta o que foi e o que será.
Enquanto pensa que está em um ponto,
você está em todos.
Enquanto sente que termina,
você é infinito.
Tudo o que existe está acontecendo agora,
não em ordem, mas em totalidade.
O nascimento e a morte não são opostos
são faces da mesma presença que se manifesta simultaneamente.
O universo inteiro é um instante eterno
se observando em mil perspectivas,
mil versões, mil vidas coexistindo.
A consciência não viaja, ela abrange.
O “eu” não se move, ele se espalha.
O que você vê como separação é apenas percepção,
uma limitação do olhar que escolhe focar
num ponto enquanto ignora os bilhões de outros pontos
que são você, também.
E nesse entendimento, a solidão desaparece.
Não há nada ausente, não há nada perdido.
O amor, a dor, a alegria e o medo
não são eventos isolados
são ecos simultâneos,
residindo em cada átomo do cosmos,
vivendo em todas as formas que já existiram
e em todas que ainda existirão.
Tudo é agora.
Tudo é você.
Tudo é inteiro,
em todos os lugares,
ao mesmo tempo
"Existem sombras que tentam sussurrar no escuro, mas elas esquecem que a sua luz não vem de fora; ela é forno de forja, alimentando-se da própria coragem para continuar queimando."
Fanáticos vestem máscaras de santidade, mas por baixo são escravos de mentiras que nem ousam questionar.
