Coleção pessoal de testeteste123
Votar: uma conquista feminina
No tempo em que a voz calava
E o voto era só dos varões
A mulher enfrentou tudo
Rompeu cercas e imposições
Com coragem e rebeldia
Fez ecoar sua ousadia
Mudando leis e corações.
Foi luta dura e demorada
Muitas vozes, mãos erguidas
Que nada mais aceitaram
Senão justiça em suas vidas
Com força, fé e resistência
Cravaram na lei a consciência
Que mulheres são resolvidas.
Mil novecentos e trinta e dois
Ano que o direito chegou
Pela primeira vez voto feminino
E o mundo novo despontou
Nas urnas brilhou a esperança
De gente cheia de confiança
Que a igualdade semeou.
Assim, a cada nova eleição
É comemorada essa vitória
Mulher votando é conquista
É traço vivo da história
Cada voto é ato sagrado
Um passo firme e marcado
Na estrada da bela trajetória.
E mais bonito ainda é ver
A mulher eleita também
defendendo com voz firme
O povo, o justo e o bem
Com olhar de sensibilidade
Com gesto de força, verdade
E o poder que a fé contém.
Hoje o voto é ferramenta
De mudança e decisão
A presença delas na urna
É raiz de transformação
Seja no cargo ou no discurso
Dá novo rumo ao percurso
Com coragem e coração.
Cada voto feminino é chama
Que ilumina a democracia
Gesto que o tempo não apaga
É liberdade, beleza, energia
É o direito que não se cala
É o futuro que se embala
No sonho nosso de cada dia.
Mulher que vota faz história
Mulher que luta faz nação
Com sua força e riqueza
Dá ao mundo boa direção.
Que cada urna ecoe o grito
De um tempo novo bendito
Feito de fé, força e superação.
A luz na sala de aula
Docentes esperançosos
Põem fé nos estudantes
Com a caneta nas mãos
Seguem firmes, confiantes
Mesmo com dificuldades
Superando adversidades
Que são muito semelhantes.
Os livros são esquecidos
Trocam por telas atraentes
O saber fica abafado
Nos olhares adolescentes
Triste desmotivação
Tornam mais dura a missão
E a vida dos seus docentes.
Muitos não têm base firme
Falta apoio familiar
Ninguém cobra, nem auxilia
São poucos a colaborar
Familiares pouco incentivam
E os saberes não se ativam
Chega é triste de lembrar.
Há escolas sem recursos
Faltando boa biblioteca
Sem espaços pra reforço
A aprendizagem resseca
Não garantindo o saber
Como é que vai crescer?
Compromete até o ECA.
O tempo voa, relógio gira
Chegam as provas do ensino
São demais as cobranças
A cada menina e menino
Se a leitura não fluir
Como vitória conseguir?
É grande nosso desatino.
É preciso dar a ferramenta
Com a letra, a interpretação
Diminuir pessoas nas salas
Aumentar a participação
Buscar sempre dar um jeito
Que haja ensino direito
Com a mais pura atenção.
Governos trazem projetos
Com nomes e bons intentos
Mas no meio do caminho
Há falhas nos suprimentos
Mesmo com bons objetivos
Melhorando rotas e incentivos
Ainda há muitos impedimentos.
Professores não desistem
Fazem círculo, roda, oficina
Procurando dar atenção
A quem falha e desanima
Busca renovar a prática
Agindo de forma empática
Que o saber os ilumina.
Mas quando a luz se acende
Estudante, enfim, alcança
A alegria é imensurável
E a vida ganha esperança
O sorriso vai prevalecer
Pela vitória do saber
E o fim da desconfiança.
A satisfação é sem igual
Como é chuva para o calor
Vê-los o mundo decifrar
Com mente livre e mais sabor
Mais que o salário a ganhar
É a certeza de transformar
A educação com muito amor.
Ambiência propulsiva é estar no lugar certo, na hora certa e com as pessoas certas, como catalisadores para o nosso crescimento!
O cristianismo não é a continuidade do judaísmo; é a Nova Aliança em Jesus Cristo, profetizada no Antigo Testamento. (Jr 31.31; Mt 26.28; Gl 1.13–16) ✝️
No terreno estilhaçado onde a minha dor cavou raízes, aprendi que o corpo é um manual de guerras antigas, cada cicatriz uma sentença gravada na pele que o tempo tentou apagar, mas não conseguiu, e é nessa arena interna, entre o sopro de horror e o fio tênue da esperança, que a alma, ferida e incansável, se levanta como chama obstinada na noite, jurando ser mais que sobrevivência, ser prova viva de que o abismo pode engolir um corpo inteiro e, ainda assim, não apagar a luz que insiste em nascer no silêncio entre uma respiração e outra.
O sol sobe, e uma infinidade de borboletas se instala em mim,
porque sei que sombras vingativas se dissipam com o calor que me invade.
As lembranças são como sombras que não permitem que a luz me toque, são uma muralha que não tenho forças para derrubar. Atrás dela, o tempo se acumula em silêncio, transformando a dor em rotina. Não sinto saudade desse tempo, nunca senti. Tudo se tornou peso, um fardo que as vezes, penso em desistir de carregar, e sigo apenas existindo, mesmo sem saber se ainda sei viver.
"Nesse Ano que se inicia tenho planos de continuar escrevendo sobre o que sei, o que vi e o que vivi. Sem especular, por exemplo, sobre quem é, o que faz e o que deseja Deus. Não entro nessa. Quem sou eu? Hum!"
TextoMeu 1258
🎇⛪🦜
Que o abraço desta data forme ligações profundas e fundamentos de afeto e colaboração no decorrer do novo ano
Apenas pela visão sistêmica, da Teoria dos Sistemas, do Materialismo Emergentista e ciências afins, pode-se começar a entender como foi o surgimento dos seres vivos na Terra. Um resumo:
"O feedback permite a homeostase, a interação gera emergência via auto-organização, e a autopoiese garante a continuidade do sistema, tudo dentro da moldura da complexidade."
Deus é o Autor da vida:
Que neste Ano Novo, com Seu Amor, Ele escreva capítulos de esperança, paz, prosperidade e vitória em nossa história.
No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.
Que os anos que chegam sejam meus,
não apenas contados, mas vividos.
Com a alma aberta ao vento,
e o coração repousando tranquilo.
Cada erro que me feriu,
cada acerto que me ergueu,
são degraus que me trouxeram
até este instante verdadeiro.
Quero o tempo como companheiro,
não como dono ou carcereiro.
Quero a vida inteira em versos,
mesmo nos dias mais dispersos.
E se o futuro me chamar,
que seja para dançar com ele,
com paz nos olhos,
e esperança nas mãos.
As obras mais grandiosas, os melhores livros, filmes, séries, pesquisas científicas, artigos e revisões de excelência começaram sempre na simplicidade de um primeiro passo.
"Fui marcar hora com Minha Professora de Esgrima e recebi mensagem de que ela só volta depois do Carnaval. HeuHein... Ela parece com alguns brasileiros, embora seja austríaca (de Salzburgo). Oxente!"
TextoMeu 1256
🤺
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
"Quando criança, eu achava que todos os problemas do Mundo acabavam quando chegava um Novo Ano. Continuo achando e continuo me enganando. Será que ainda sou criança?"
TextoMeu 1255
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