Coleção pessoal de testeteste123

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É gente indo
É gente vindo
É gente chegando
É gente partindo
É suor
É sangue
É vida
É fim
É recomeço...
Haredita Angel
25.12.15

Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.

O que é de paz me pertence,
e o romantismo perene, vigentes,
perseguem obsessivamente,
trazer o corpo do outro à memória sensorial é algo paulatinamente
que cultivo incessantemente.


Amiudar os detalhes em busca
do aperreamento perfeito.
do aprazimento da linguagem
que não pode ser dita,
e sim plenamente sentida;
em nome da benquerença,
do arrebatamento e da cobiça.


Para viver os deleites mais
sublimes dos butiás maduros,
dos desvarios que podemos juntos,
da suspensão dos sentidos
e dos enlevos sensuais cúmplices
eleitos para brindar caminhos.

Seja paciente, o tempo nunca se atrasa.

Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.


Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.


A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.


E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.


Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.


O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.

Se tiveres que olhar para cima,
que seja para falar com Deus,
pois o resto está ao teu nível.

"As religiões, assim como as luzes, necessitam de escuridão para brilhar".Arthur Schopenhauer. Sem dúvida, quanto mais estamos na escuridão, mais lembramos de Deus. Ademar de Borba

“O passado, por vezes, bate à porta para nos confrontar. Acolha-o com gentileza: ele ignora as tempestades que você atravessou para permanecer de pé no agora.” - Leonardo Azevedo.

Posso um dia me conformar com tudo, menos com sua partida, mãe!

O bandido do bairro domina a rua, mas o bandido no poder domina a regra. A aliança entre eles é o que transforma o crime organizado em um projeto de poder.

A vida não se mede pelo que temos, mas pelo que lembramos.

Erre quantas vezes for preciso, só não desista.

“É na hora certa que tudo aquilo que era sombrio na vida ganha novas tonalidades de cor, capazes de mudar até a direção das mãos do pintor."

Com Deus à frente, nós já vencemos. E os erros? Ah, são apenas a adrenalina da vitória.

Dentre as tentativas dos erros, a prática vai além da perfeição.

Quando o Silêncio Fala


Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões.

É na falha que se forja a arma mais poderosa para o êxito de quem a busca.

O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza.
Quem silencia tem a bênção e a maldição de perceber tudo com intensidade.

"Maturidade não é ter resposta para tudo, é entender que nem todo ruído merece o gasto da sua voz; o silêncio é o luxo de quem já se explicou demais."

A palavra constrói uma mente livre, e esta, por sua vez, rompe todas as correntes.