Coleção pessoal de testeteste123
Teu sorriso ilumina meu dia, é certeza, você é minha alegria. – Frase da música Quando acordo do dj gato amarelo
Quando acordo cedo, antes do sol nascer, A primeira coisa que penso é em você. – Frase da música Quando acordo do dj gato amarelo
Para quem ousa perturbar minha paz, que desça ao inferno e se sente numa falange ardente de uma brasa viva.
Um ano novo começa
E com ele a renovação
De que tempos pela frente
Tempo de transformação
Não se esqueça jamais
De ser luz, amor e paz
De ter muita gratidão
É gente indo
É gente vindo
É gente chegando
É gente partindo
É suor
É sangue
É vida
É fim
É recomeço...
Haredita Angel
25.12.15
Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.
O que é de paz me pertence,
e o romantismo perene, vigentes,
perseguem obsessivamente,
trazer o corpo do outro à memória sensorial é algo paulatinamente
que cultivo incessantemente.
Amiudar os detalhes em busca
do aperreamento perfeito.
do aprazimento da linguagem
que não pode ser dita,
e sim plenamente sentida;
em nome da benquerença,
do arrebatamento e da cobiça.
Para viver os deleites mais
sublimes dos butiás maduros,
dos desvarios que podemos juntos,
da suspensão dos sentidos
e dos enlevos sensuais cúmplices
eleitos para brindar caminhos.
Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.
Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.
A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.
E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.
Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.
O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.
"As religiões, assim como as luzes, necessitam de escuridão para brilhar".Arthur Schopenhauer. Sem dúvida, quanto mais estamos na escuridão, mais lembramos de Deus. Ademar de Borba
“O passado, por vezes, bate à porta para nos confrontar. Acolha-o com gentileza: ele ignora as tempestades que você atravessou para permanecer de pé no agora.” - Leonardo Azevedo.
O bandido do bairro domina a rua, mas o bandido no poder domina a regra. A aliança entre eles é o que transforma o crime organizado em um projeto de poder.
“É na hora certa que tudo aquilo que era sombrio na vida ganha novas tonalidades de cor, capazes de mudar até a direção das mãos do pintor."
