Coleção pessoal de testeteste123
Eu sei que a realidade pode ser complexa e multifacetada, mas eu estou comprometido com a minha própria verdade e intenção.
Aprendi a escrever o amor
Momentos de inspiração
me fazem colocar no papel palavras bonitas.
Uma coisa nova para mim, quem diria!
Pois a Stela antiga, num momento como esse,
nem se expressar saberia.
Mas o quê?
E quem faz saltar de meu coração
essas palavras que, se cantadas,
sim, seriam uma bela canção?
Um amor…
ah, é sempre um amor!
As grandes poetisas,
como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz,
também se inspiravam
nessa bela iguaria.
Sim, sim, é claro:
como não se embriagar
com essa coisa
que transborda em meu coração
e o agita com tamanha euforia?
Mas eu, claro,
quando falo desse amor,
refiro-me ao que me traz alegria.
Recuso-me a escrever, em letras,
a parte feia a que amar pode levar:
a tal melancolia.
Prefiro a parte
que me faz ir até ti,
a parte que, ao olhar teus olhos,
me leva a sorrir.
Para que falar do amor que destrói?
Eu prefiro o amor que constrói,
o amor que não fere, não foge,
não promete o céu e depois destrói.
Prefiro o amor que fica,
que enfrenta o dia difícil,
que segura a mão com firmeza
quando o mundo parece impossível.
O amor que encanta a princesa,
sim, como um príncipe ou super-herói,
mas que, sem capa nem espada,
escolhe ficar
e um dia quando tudo parece perdido,
assim sem mera magia ou ilusionismo
nos reconstrói.
E diferente do outro, não, ele não dói.
04/01/26
O "medo" de ser cancelado, se chama covardia. A pessoa se adapta tanto ao que os outros querem ouvir, que nem se lembra mais no que acredita.
“Não me dê flores quando eu não estiver mais aqui.”
Não espere o silêncio pra reconhecer minha presença.
Não espere a ausência pra dizer que eu fui importante.
Homenagem bonita é abraço em vida,
é palavra dita no tempo certo,
é carinho que alcança quem ainda pode sentir.
Flores no fim não consolam quem partiu,
só aliviam a consciência de quem ficou.
Se for pra me homenagear, que seja agora.
Enquanto eu respiro.
Enquanto eu escuto.
Enquanto ainda dá tempo.
Não há céu.
Não há inferno.
Quando choramos à beira de um caixão, é porque sabemos:
não existe volta.
Se houvesse paraíso, a dor seria menor.
Se houvesse inferno, o medo consolaria.
Mas não há nada disso.
Há apenas o fim.
Um silêncio absoluto.
Um vazio eterno chamado morte.
No fim das contas, as coisas só são coisas. Elas vêm, vão, quebram, perdem valor… mas as memórias ficam. São elas que dão sentido às fases da vida, às pessoas que passam, aos lugares que a gente chama de lar, mesmo quando não são mais.
Às vezes a gente se pega correndo atrás de algo material achando que ali tá a felicidade, mas o que realmente marca são os momentos: uma conversa que confortou, uma risada inesperada, um dia difícil que virou aprendizado, um abraço que chegou na hora certa.
As coisas até podem fazer parte da história, mas nunca são a história.“Nada na vida é sobre coisas. É sobre memórias.”
Renascimento. Renascimento é o grito da alma,
que supera a dor e a escuridão.
Das cinzas a vida brota em calma,
resuscitado, venço a escuridão. Da montanha mais alta me atiro,
sem medo, asas abro no ar.
Voar é o chamado do novo eu inteiro,
renascido, eterno, a pulsar. Leila Boás 3/01/2026
Quando a mente não entende o coração, o coração sente negativo.
Quando a mente entende o coração, o coração sente positivo.
