Coleção pessoal de testeteste123

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"Seja leve como o vento, mas se precisar, mostre a sua força"

O coração é o altar onde Deus se revela e faz da vida um milagre de amor.

Meu coração é educado,
ama em silêncio,
não atrapalha.
Ele te vê com outra pessoa
e finge maturidade,
mas sangra escondido
no bolso da minha calça.

aprender


a ver


como quem
chega

mas eu sei que eu gosto de quem não gosta de mim. e eu não insisto, mas não por medo de um fim. afinal, não se termina o que nunca começou. e “eu e você, nunca pensou?”. “não.”

Nenhuma aquarela santifica o caminho que conduz o homem à perdição. O pecado, instigado pelo diabo e alimentado no coração humano, mascara a estrada da condenação; e muitos, rejeitando a verdade, escolhem segui-la.

Correr atrás de alguém é aceitar ela de costas para você sem previsão para se virar.

Todo mundo sempre fala " Corra atrás de quem você ama" porém ninguem fala da dor de tentar acompanhar alguém que não sente o mesmo.

• Desespero


É quando você esquece de desligar o fogão
Ou quando você perde o ônibus.
E foi o que eu sentir quando soube
Que você começou a namorar
"O que eu faço agora" foi a primeira coisa que eu pensei.

Meses se passaram e eu comecei a me afogando no "mar do Desespero".
E eu ainda espero que você me ame da mesma forma que eu te amo.

A Fé Além da Porta


Ter fé é acreditar que, quando a hora divina chegar, Deus fechará a porta e removerá as paredes.
Porém, muitos que dizem ter fé permanecem condicionados, esperando que a porta se abra, sem olhar ao redor, sem confiar que Deus só trabalha com abundância — e que Seus milagres não são apenas mágicos, são extraordinários.

Todo ato de amor, toda sensação de dor, todo momento de êxtase ou desespero, é a consciência percebendo a si mesma sob diferentes ângulos, diferentes intensidades, diferentes histórias, e você se engana pensando que está separado dessas experiências, mas na verdade você é elas e elas são você, porque tudo o que acontece existe apenas dentro do seu infinito interior.

Minha princesinha, se murcharem suas pétalas e caírem suas folhas, lembre-se que você tem raízes, brota de novo princesa!

O amor não correspondido dói, e não existe remédio para essa dor.

DESALINHADOS


Astros amantes a se encontrar
O espaço-tempo muda de lugar
Luz e sombra em conjunção
Teu toque é idioma sem tradução


Gravidade que insiste em nos puxar
Sombras que tentam nos separar
Você diz que não quer se prender
Mas volta sempre sem perceber
Finge controle, diz que é decisão
Mas seu coração sempre vence a razão


Desalinhados do próprio eixo
Aprisionados no próprio desejo
Amar foi o risco que nós escolhemos
Do que tocamos, do que vivemos
Se amar é risco, queda no chão
A gente assinou sem ver condição
Se o amor é prova, grande questão
Fomos marcados com um X então

A mentira faz amigos, a verdade faz inimigos.

ilação



no lugar comum

de explicar por que escrevo,

não pretendo achar motivo

que, por outro,

já não se tenha dito:

escrevo só mesmo porque é bonito

e, assim, alento os meus dilemas;

escrevo porque,

embora sangrem mais,

as feridas doem menos

quando abertas em poemas.

*Vaidade. Um breve comentário.*

Muito se fala sobre a vaidade. Acusamos, reconhecemos, mantemos e, ao final, não trabalhamos o seu real significado e a transformação que essa palavra pode promover em nós. Costumamos usá-la de forma pejorativa, então vejamos o seu conceito.
A palavra vaidade tem origem no latim "vanitas", que deriva de "vanus" e significa: vazio, oco ou sem substância. Assim, o valor da vaidade é um retumbante nada.
Se de tudo podemos tirar uma lição, do nada filosófico, verificamos correntes de pensamento que acreditam que nada existe; a exemplo: o niilismo metafísico, o solipsismo e o ceticismo pirrônico.
Através desses estudos, podemos confrontar a existência, seja no plano das coisas concretas, no niilismo metafísico; seja na existência somente da mente, no solipsismo; ou na dúvida constante acerca da realidade, no ceticismo pirrônico.
Ora! Mas esse nada existencial filosófico não possui relação com a vaidade, à qual gostamos de nos referir. Pois a associação da palavra vaidade, que hoje nutrimos, está intrinsecamente ligada ao narciso que nos cerca. Então vejamos.
Comecemos com um resumo contido nos livros sagrados.
Na Bíblia, Eclesiastes: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade". Aqui, ela expressa a futilidade e a ilusão das coisas terrenas, sendo um aviso sobre a efemeridade da vida e a busca por valores vãos.
No Alcorão (Islamismo): A palavra "vaidade" está associada ao orgulho e à arrogância, que são suas manifestações. Alerta para que a submissão a Deus e a retidão moral sejam maiores do que a valorização excessiva dos bens materiais ou do status social.
No Hinduísmo: A vaidade está ligada ao conceito de ego e ao apego às ilusões do mundo material. A busca por glória pessoal e posses é considerada uma distração do verdadeiro objetivo da vida, que é alcançar a libertação do ciclo de reencarnações e realizar a unidade com o Absoluto.
No Budismo: A vaidade e o orgulho são vistas como manifestações do apego ao "eu" ilusório e uma das principais causas do sofrimento. O budismo ensina a reconhecer a transitoriedade das coisas, bem como a impermanência das coisas materiais e até da própria identidade.
Em síntese, podemos dizer que a palavra vaidade, pelos apontamentos dos livros sagrados, traz sinônimos como: futilidade, ilusão, orgulho, arrogância, ego e apego.
Se os livros sagrados apontam essas características em nós para serem trabalhadas, é porque esses traços estão contidos em nossa essência. E a vaidade não é algo que podemos combater com tanta facilidade, pois, se ela está associada ao ego, à ilusão, ao orgulho, ao apego e às coisas fúteis, que estão enraizadas em nós, então... como combatê-la?
Ora, se eu troco um telefone por um melhor, isso é vaidade, pois dificilmente será por necessidade. Se uma mulher ou um homem se vestem bem, isso é vaidade, pois estão se vestindo para os outros. Se eu cuido do corpo buscando uma estética superior, isso é vaidade, pois nunca é apenas pela saúde. Enfim, tudo é vaidade.
Se esse “nada” é capaz de nos destruir tanto, imagine se tivesse substância!
Agora, a vaidade que podemos combater com certa facilidade é a vaidade que enxergamos nos outros. Costumamos apontar pessoas como vaidosas e colocamos sinais de reprovação. Mas só conseguimos enxergar aquilo que também possuímos. Portanto, toda vez que atribuírem a alguém o título de vaidoso ou disserem que há vaidades, lembrem-se e reflitam sobre o próprio estágio de desenvolvimento, pois ao apontar um dedo, três voltam para nós.
Como dizia Friedrich Nietzsche: *“A vaidade dos outros só vai contra o nosso gosto quando vai contra a nossa vaidade.”*

Graça e Paz.
Reflitam para uma vida melhor.

Massako 🐢

A mente humana é composta por duas partes principais: a consciência (a parte da frente) e o inconsciente (a parte de dentro).


A consciência é clara, focada e atenta, permitindo-nos perceber e agir com intenção. Já o inconsciente é escuro e embaçado, funcionando como um armazém de informações e memórias, onde guardamos tudo o que vivemos, sem necessariamente estar atento a isso. A consciência busca acessar e iluminar o inconsciente para trazer à tona o que é útil ou relevante.


Desde o nascimento, nossa mente é influenciada por três fatores principais que moldam nosso inconsciente: a educação, a religião e a mídia. A educação nos ensina a obedecer e seguir regras, a religião impõe crenças sem questionamento, e a mídia cria desejos e padrões de comportamento baseados no consumo e status.


No entanto, a verdadeira essência de cada pessoa está na consciência. Ao despertar para ela, podemos questionar e nos libertar das influências externas, reconectando-nos com nossas vontades e valores reais. A consciência nos permite ver a verdade, tomar decisões conscientes e criar a nossa própria história, com clareza e atitude própria.

A vibração de alguém diz mais sobre ela do que o que ela fala da boca para fora.

"Perder tempo" é muito relativo quando o destino é a morte.