Coleção pessoal de testeteste123
“Eu não busco na bebida a solução, mas sei que preciso encontrar coragem para enfrentar minha verdade.”
Potência Autonomia: Domine Sua Mente, .
A Consciência e o Autoconhecimento.
1. A Importância da Consciência
Estar Presente: Consciência não é apenas estar acordado, mas estar atento a pensamentos, emoções e sensações em cada momento.
Sair do Piloto Automático: A consciência permite clareza para fazer escolhas alinhadas aos valores pessoais, em vez de agir por impulsos ou medos.
2. Ferramentas de Autoconhecimento
Diários Reflexivos: Anotar pensamentos e sentimentos ajuda a identificar padrões de comportamento e reações.
Feedbacks: Aprender a filtrar elogios e críticas construtivas é essencial para o crescimento e para revelar "pontos cegos"
.
3. Libertação de Padrões Limitantes
Identificação: É necessário reconhecer ciclos repetitivos de pensamentos e hábitos que impedem a evolução.
Quebra de Ciclos: Exige coragem e auto compaixão. A autora sugere experimentar novas formas de agir, como respirar fundo antes de reagir com raiva.
Apoio: Buscar ajuda de amigos ou terapeutas é uma estratégia valiosa para enxergar novas perspectivas.
4. Vulnerabilidade e Autenticidade
Vulnerabilidade como Força: Ser vulnerável significa ser humano e honesto consigo mesmo, aceitando defeitos e qualidades.
Autenticidade: É a coragem de viver de acordo com os próprios valores, sem máscaras ou medo do julgamento alheio.
“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”
Como Sócrates perdeu a paciência para saber o que dizer ou fazer e disparou:
"Só sei que nada sei."
Então, ele busca as oportunidades para não agir tudo, apenas precisa agir para cada interesses; tudo é parado, continuado e limitado.
Existe dois tipos de jeitos bons (seguros): Ajeitar é amurrar as coisas, e ajudar é buscar a necessidade ou expectativa para equilibrar algo que pode fazer parte da vida ou coisa.
A perfeição sabia o calor exato do fogo, mas jamais pôde se queimar. Ele sabia o que era a paixão mas jamais pôde amar. Ele sabia o sentido mas não podia escolher a direção. Para deixar de ser uma ideia e passar a existir, ele precisou se destruir. E você? Escolheria a perfeição vazia ou a imperfeição que sente?
"Quem tenta comprar minha calma com aceitação volta de mãos vazias: meu silêncio não tem código de barras."
Criatividade é começar fazer que ainda existe; invenção é começar fazer que nunca existiu; Juntos somam umas chaves da vida ou oportunidade futura; então, criatividade é uma atenção e experiência; invenção é uma surpresa e inovação.
"Quem vive para ser vitrine acaba sem teto. Escolhi morar dentro de mim, onde a paz é a única lei e a validação externa não paga o aluguel."
Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.
"Aprendi que o 'sim' para o mundo é, muitas vezes, um 'não' para a minha alma. Decidi que minha quietude não aceita suborno, nem mesmo em forma de elogio."
"Aprovação é moeda volátil; minha paz é lastro de ouro. Trocar um pelo outro é o pior negócio que o meu coração já tentou fazer."
Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.
"Não reduzo o volume da minha verdade para caber na audição de quem só aceita ecos. Minha tranquilidade custa a renúncia de ser o que esperam de mim."
