Coleção pessoal de testeteste123
De frente pra este teu charme, eu me rendo, o teu universo é mesmo um lugar incrível, aquecido por sentimentos calorosos, um sabor doce de atrevimento, atributos naturalmente valorosos
Percebo a intensidade apaixonante que brilha dos teus olhos e num tom de poeticidade, os meus pensamentos te recebem de braços abertos, entramos numa profundidade, cuja emoção é farta e cheia de verdade
E logo saboreamos a relatividade do tempo que torna eterna a temporalidade, enquanto que os nossos corpos e espíritos ficam conectados entre o prazer e o romantismo, um fascínio em cada ato, amor recíproco.
Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.
Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…
E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!
Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…
Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.
Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.
Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.
Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além.
E consiga se permitir se reinventar.
Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença emais humanidade.
Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.
E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.
Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.
Amém!
A falta dela não foi só ausência... foi erosão. Um pouco de mim ficou em cada lembrança, em cada silêncio que se alongou demais. E hoje, quando tento me reconhecer, encontro espaços vazios onde antes havia sentido. Talvez o que mais doa não seja o que ela levou… mas o quanto eu precisei mudar para continuar existindo sem ela.
No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.
A maior e mais profunda herança que o ser humano pode deixar após morrer é o amor dentro do coração de cada pessoa que conheceu durante sua vida.
Geralmente, as pessoas cobram do outro aquilo que não fazem; e se fazem, cobram do outro aquilo que não gostam de fazer.
Hoje em dia, fazer o que você tem vontade virou "loucura" e fazer a vontade dos outros virou "normal".
você foi a coisa mais difícil que eu tentei não mais amar, pois se eu não te amasse mais, deixaria de amar a mim mesmo, e se eu deixasse de amar a mim mesmo, não conseguiria amar mais nada além de você que eu nunca consegui deixar de amar.
Às vezes eu sinto que eu sou um morto-vivo, um vivo que não consegue mais ter sentimentos, principalmente de felicidade, um vivo que já está morto.
Não sei por que me tratas assim, me despreza e me deixa esperar, não sei por que me destes outra chance, por que começaste a me amar, pois eu nunca mudei, e o único ódio que me dá é não conseguir te odiar.
Falhar é um luxo reservado aos que se atrevem a fazer o que muitos medem esforços para fazer.
Quem nunca tentou nada ousado costuma chamar de prudência aquilo que, no fundo, é medo disfarçado de virtude.
O erro não visita os imóveis.
Ele bate à porta de quem caminha, de quem arrisca, de quem troca a segurança do discurso pelo peso da prática.
Por isso, falhar não é sinônimo de incompetência, mas de movimento; não é vergonha, é evidência de coragem.
Há os que colecionam opiniões impecáveis porque nunca precisaram lidar com as consequências.
Já os que falham carregam marcas reais: aprenderam onde o chão cede, onde o orgulho cai e onde a humildade também é o professor.
No fim, o maior fracasso não é tropeçar tentando, mas passar a vida inteira economizando passos para não correr o risco de cair.
Porque quem nunca falha, quase sempre também nunca vive aquilo que realmente vale a pena.
Se o entusiasmo se foi, que não se perca a decisão de prosseguir, firmada pela consciência de que esta é a vontade de Deus.
E assim, viva um novo tipo de vigor: o de dar “o seu” melhor, ainda que esse não seja o melhor que você daria noutras circunstâncias. A alegria e o regozijo voltarão, certamente, na eternidade.
Antes, somos chamados à fidelidade, não ao sentimento de entusiasmo. Mas Deus pode restaurá-lo ainda nesta vida, se persistir em continuar.
