Coleção pessoal de testeteste123
A verdade absoluta é o óbvio, e o óbvio é a coerência entre o pensamento, sentimento, matéria e a vida; quando falta coerência em algum desses, é apenas uma verdade individual.
Eu me perdi tentando te encontrar,
E depois que me perdi não consegui caminhos para me reencontrar,
A perda física é a mais dolorida,
Porque é o mesmo que cutucar as mesmas feridas,
Não se perca buscando validação de ninguém,
O seu valor deve ser reconhecido por você mesmo, antes que opinião de alguém.
Hoje, passo por promoções com o cartão bloqueado e, pela primeira vez, isso não dói. Descobri que nem toda vitrine precisa ser desejo.
Hoje eu sorrio quando passo por uma promoção e meu cartão está bloqueado. Antes era frustração; agora é autocontrole.
Antes de mudar a situação atual, é preciso entender toda a situação atual, pois se não entendeu direito, não muda nada.
Se você aceita uma pessoa do jeito que ela é, mas a pessoa não aceita você do jeito que você é, aceite que a pessoa não te aceita e procure quem te aceite.
Motivar para a liberdade, felicidade, proatividade, esperança, harmonia, compreensão, doação e amor é um mérito até celestial, quando quem motiva está órfão de todas estas bondades. Contudo, como possível bonificação do Criador, está com saúde.
Jesus o Cristo não foi o Messias dos Judeus, nem dos Pagãos e nem da humanidade, ele foi seu próprio Messias, Ele se salvou.
“O ser humano raramente é apenas fruto da própria vontade. Ele é, antes, consequência do meio que o envolve e daquilo de que se alimenta — palavras, crenças, afetos e ideias. O ambiente educa, condiciona e, muitas vezes, decide aquilo que chamamos de escolha.”
O menino se encontra peramburando, procurando e em ansiedade grita: "Mãe!"
Grita pela bolsa, mas nesse ponto, lembra que o que procurava não existia
A bolsa se perdera ao passear.
A mãe surge e, ao surgir, atônita olha
Olhar que dilacera o menino, menino que se põe a chorar
A mãe recita: "Sei que choras, não é uma bolsa, é a bolsa Bolsa que aproxima você e seu avô".
Mas o menino, outrora sábio, se perdera e o sentido se dissipou
Dissipou-se enquanto se apertava, como se quisesse abraçar a alma
E nesse abraço, ouve um som de cigarra que impressiona sua mãe.
A mãe prestes a falar, é interrompida pelo menino: "Mãe, o avô falou uma vez, algo que não entendi, agora entendo".
A mãe curiosa pergunta, e o menino em um sorriso sincero retribui: "Quando o silêncio traz saudade, o mundo tentará abraçá-lo
Abraçá-lo nem que seja com o canto de uma cigarra".
O menino agora chora não pela bolsa, mas pelo presente que seu avô entregou
Presente que guarda enquanto cochila no colo da mãe
Mãe que o protege, e o acaricia.
Onde você vê confusão mental, eu vejo composição musical. A arte não precisa de diagnóstico, precisa de ouvidos atentos.
A moralidade é universal à condição humana, mas contingente em sua capacidade de regular o comportamento
Você já ouviu o silêncio de quem desiste? Não é o silêncio da paz,
nem o do descanso. É um silêncio pesado, carregado de palavras
nunca ditas e de passos jamais dados. Como profissional que atuou
no resgate e na emergência, ouvi esse silêncio ecoar em quartos de
hospital e em cenas de acidentes. Contudo, o lugar onde ele é mais
ensurdecedor é na vida de quem ainda está de pé.
Lembro-me de um atendimento. Um homem saudável, sem traumas
físicos aparentes, mas com o olhar de quem já havia partido há
anos. Ele estava ali, cercado por uma vida segura, um emprego
estável e uma rotina impecável. Ao conversarmos, porém, a verdade
surgiu: ele tinha pavor. Não da morte — a morte era algo distante,
um conceito abstrato. Ele tinha pavor de viver.
Confessou-me que passava os dias calculando como evitar o erro,
como não ser julgado, como manter a redoma de vidro intacta.
Estava tão ocupado em não morrer que se esqueceu de estar vivo.
Era um mestre da existência biológica, mas um indigente da vida
existencial. Naquele momento, percebi que a maior tragédia não é o
coração que para de bater, mas o coração que bate apenas por
hábito.
Existir é uma condição biológica. Viver é uma decisão filosófica.
Você está apenas ocupando espaço ou realmente habitando sua
vida?
Sua tarefa hoje é o confronto: identifique uma situação onde você
está “lutando para não morrer” — evitando o conflito, fugindo do
risco ou silenciando sua verdade apenas para manter a paz. Agora,
responda com honestidade ácida: o que você está protegendo é sua
vida ou apenas seu conforto?
Dê um passo hoje que não tenha garantia de sucesso. Sinta o
desconforto. É ali que a vida começa.
