Coleção pessoal de testeteste123
Não há espaço para presunção, pois é a arrogância que enfraquece nossa capacidade de realmente aprender e crescer.
Quando o patrimônio histórico e cultural de uma nação é tão precioso quanto seu PIB, protegemos e preservamos a nossa própria essência.
Não tenha medo de ser feliz, saia na chuva e dance. Dance até que te achem louca, mas que seja aquela louca feliz.
A forma igualitária de vestir dos outros, deixava-me indiferente, já os que arrojavam na roupa, na escrita, na arte, a esses, eu admirava o destemor, a ousadia.
"A Transformação do Ser"
Às vezes, o caminho da vida nos leva por caminhos tortuosos, onde as certezas parecem desmoronar a cada passo. A gente segue, tentando se apegar a algo sólido, algo que nos dê a sensação de controle. Mas, na verdade, é quando nos despojamos dessas certezas que começamos a entender o que realmente importa.
Foi assim comigo.
Eu caminhava, acreditando que sabia o que queria, até que, de repente, algo surgiu e desfez toda a minha visão de mundo. Algo tão forte, tão inesperado, que fez com que eu parasse e me perguntasse: "O que realmente estou buscando?"
E, nesse momento, percebi que não era mais sobre encontrar respostas.
Era sobre viver as perguntas.
Descobri que o verdadeiro amor não é um sentimento a ser conquistado, mas uma força que, quando reconhecida, transforma tudo o que toca. Não se trata de querer algo de alguém, mas de desejar que o outro seja feliz, com ou sem a nossa presença. O amor se reflete no cuidado silencioso, na compreensão sem pressa, no querer bem sem pressões.
A vida, por mais complexa e contraditória que seja, nos ensina isso: não podemos controlar o que sentimos, nem como o outro vai reagir. A única coisa que podemos controlar é a maneira como nos entregamos àquilo que é verdadeiro dentro de nós.
Eu não sou perfeito, nunca serei. Mas aprendi a ser verdadeiro. E, ao fazer isso, percebi que o maior tesouro que podemos encontrar não está fora, mas dentro de nós mesmos. O amor não é algo a ser procurado, é algo a ser descoberto — e, uma vez que o encontramos, ele ilumina tudo o que fazemos.
E é nesse amor que eu encontro a força para seguir, para continuar acreditando que, mesmo sem todas as respostas, há sempre algo a ser vivido. Algo a ser aprendido. Algo a ser amado.
Sentia-me observada, talvez os edifícios daquela rua me espiassem com a paciência das coisas antigas.
Lindo vestido preto, elegante, sem dúvida, feito a partir da escuridão da noite, vestindo um corpo quente, curvas sedutoras de uma arte incrível, reflexo de instintos e de sentimentos, abrigo de um desejo ardente no seu íntimo, coração intenso, sincero, indo da simples elegância ao forte atrevimento,
Companhia aprazível de várias maneiras, torna cada momento inesquecível por mais breve que seja, pois facilmente faz ignorar o passar do tempo entre palavras, afetos, até mesmo no silêncio de uma troca de olhares, saboreando o privilégio de uma imersão prazerosa de muita reciprocidade,
Depois que anoitece, a sua beleza parece que se renova, fica ainda mais atraente, a paixão ganha as suas formas, suas vontades mais ousadas florescem, sua essência fervorosa
se destaca como uma chama imponente, que se propaga nas suas emoções e na sua desenvoltura, que provoca as sensações intensas de uma doce loucura.
De uma passada já segura, evolou-se uma pena branca. Tentei agarrá-la, fugiu-me. O celestial não se apanha, vem até nós através da alma.
Quando encontro-me em uma condição que sinto a necessidade de abater alguém, é porque o indivíduo é superior a mim, nem sequer o combato, junto-me ao mesmo, o sucesso é coletivo.
Dois gestos singelos, prefaziam o verbo manuscrever. E soltaram em mim, a beleza da escrita à mão e a memória intacta de sonhos, pensamentos de vida registados no papel.
Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.
Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.
Salve as Forças Armadas brasileiras!
São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.
Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.
Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.
E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.
E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.
O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.
Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.
E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.
Respeito não se implora.
Se pratica, se demonstra, se preserva.
E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.
Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.
Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.
