Coleção pessoal de testeteste123
Corajoso não era aquele que não tinha medo por inconsciência, mas sim o que tinha medo e sabia que, independentemente de tudo, tinha que avançar.
Ninguém prova a eternidade da ordem. No início, talvez nem Deus fosse mais do que um lampejo de desordem.
A ordem é uma ilusão recente. Se até deus teve que emergir do caos, quem somos nós para exigir que o mundo faça sentido?
Do pouco que me recordava, jamais me encapotara perante as múltiplas vicissitudes, se era resiliente e audaz, apenas o devia a Deus e à vida.
Como seriam considerados pela História, os assassinos de inocentes do século XXI? Aos olhos dos futuros cronistas, só poderia restar um único veredicto - uma humanidade miserável!
Acordar era o horrífico viver do século XXI. Era o monstruoso assassínio de inocentes, a desolação de vários países sem terra lar, apenas com a terra nua para se ajoelhar e suplicar a Deus, a Allahu, a Javé... A Paz que os homens não lhes davam.
Assim, ela externou o seu desejo mais profundo:
— Deem-me um mundo de caneta e papel,
onde eu possa escrever,
e vos darei um universo de palavras.
Riram. Risos fáceis, largos,
e alguém, com gosto de deboche
na boca, interrogou:
— E que diabos fazemos com palavras?
Os risos cresceram, ecoaram como pedras ocas.
Até que ela respondeu:
— Eu sei!
São só palavras.
Mas quando ditas com alma,
tocam fundo,
como vento na chama.
São só palavras,
mas bordam silêncios,
desatam nós antigos,
selam destinos sem retorno.
São só palavras,
mas algumas ficam,
e viram abrigo
no peito que abriga.
“São só palavras”,
dizem os distraídos
ou os insensíveis.
Mas quem sente o peso delas
sabe do que são feitas:
de lume,
de lâmina,
e de laços infinitos.
São só palavras,
e ainda assim estremecem
como o toque súbito
de uma lembrança
na pele arrepiada da memória.
Carregam silêncios ancestrais,
promessas nunca ditas,
e às vezes,
orações disfarçadas de verso.
São só palavras,
mas movem marés interiores,
resgatam alguém do abismo
ou empurram, sem aviso.
Frágeis como sopro,
constroem catedrais
dentro de quem ouve.
São só palavras,
e mesmo sem cor ou matéria,
pincelam a alma de quem as recebe:
ferem ou curam,
prendem ou libertam.
São só palavras…
e por serem só isso,
tudo nelas é possível.
Entre olhares cabisbaixos e curiosos,
os risos cessaram.
E deram lugar a uma campanha improvável
de arrecadação de canetas e cadernos,
nunca antes vista na pequena aldeia.
Já se falava em mutirão, em paredes,
em mesas, em um espaço onde os escritos
pudessem respirar e ser lidos em voz alta.
Porque, afinal, quando alguém compreende
o peso das palavras, o mundo começa
a pedir caneta e papel..
✍©️@MiriamDaCosta
Humanidade em latim, "humanistas", significa; o conjunto de seres humanos, a natureza humana e, ainda, um sentimento benévolo e solidário em relação aos outros. Onde se encontrava essa humanidade?
Que espécie de cérebros existia a garantir que não éramos todos homens irmanados numa única humanidade?
A ignorância dos instruídos, a arrogância dos narcisistas, a pequenez de almas que precisam da tirania para compensar a própria vileza, a avidez por territórios a conquistar, a exigir, não era conquista, era RECUO, O DECLÍNIO TOTAL DA HUMANIDADE!
Homens ínfimos, que desejavam o regresso de raças superiores, territórios conquistados, religiões perfeitas. A guerra era moda? Não! ERA O RETROCESSO ABSOLUTO DA HUMANIDADE!
Mãe
Ela é pão na mesa e o teto no temporal. Há quem chame de cansaço, ela chama de entrega.
Sua armadura é feita de preces e paciência.
Mãe: é um exército de um só coração.
Não tente forçar os cegos a verem a realidade nem os surdos a ouvirem a verdade. Mas seja íntegro com quem te valoriza: não minta para quem te escuta e jamais decepcione os olhos de quem te admira.
Unidos ao Cristo, nossa dívida foi paga e a condenação anulada, pois a Lei não pode punir quem já foi resgatado pelo sacrifício substitutivo de Jesus Cristo.
Havia um homem chamado Tomás que vivia em um reino governado por uma Lei Perfeita. O rei desse lugar era justo e santo; ele nunca deixava um crime sem punição.
Tomás, porém, era um homem falho. Ele tinha um "Livro de Registros" onde cada erro, cada pensamento ruim e cada negligência sua eram anotados. Pela lei daquele reino, o acúmulo daquelas falhas tinha uma sentença única e definitiva: a prisão perpétua (a Condenação).
Tomás vivia angustiado. Ele tentava fazer coisas boas para "apagar" as páginas, mas logo percebia que, enquanto tentava ser bom, acabava cometendo novos erros. Ele se sentia como Paulo no capítulo 7 de Romanos: "O bem que prefiro fazer não faço, mas o mal que não quero, esse faço".
Certo dia, o Príncipe do Reino, que era o filho do Rei e o único que nunca havia errado, chamou Tomás ao tribunal. O Príncipe fez algo inacreditável:
A Substituição: O Príncipe pegou o Livro de Dívidas de Tomás e escreveu o seu próprio nome na capa.
A Sentença: O Príncipe foi para o tribunal e pagou a pena de Tomás, sofrendo o castigo que o livro exigia.
A União: O Príncipe disse a Tomás: "De agora em diante, você e eu somos um só perante meu Pai. O que é meu é seu, e o que era seu foi pago por mim".
No dia seguinte, o carrasco do reino (a Lei) bateu à porta de Tomás. Ele trazia um papel de condenação. Mas, antes que Tomás pudesse tremer de medo, o Príncipe apareceu e mostrou o Livro. Onde antes estava o nome de Tomás, agora estava o selo: "PAGO".
O Príncipe olhou para o carrasco e disse: "Não há mais nenhuma condenação".
O carrasco teve que ir embora. Ele não podia prender Tomás, não porque Tomás fosse perfeito, mas porque a lei não pode punir duas vezes o mesmo crime. Como o Príncipe já havia sido punido, Tomás estava legalmente livre.
Pela graça que superabunda ao pecado, o amor de Cristo e o Espírito Santo transformam corações rebeldes, assim como fizeram a Saulo.
Assim como Saulo, nós podemos ser alcançado pela graça que superabunda onde o pecado abundou, podendo revelar a transformação do coração rebelde, e a obra do amor de Cristo e do poder convincente do Espírito Santo.
Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.
O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.
Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).
Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.
Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.
O julgamento dito no livro de Sofonias se torna restauração na Cruz, onde o amor de Cristo nos resgata do pecado para nos envolver em Sua misericórdia.
A severidade do julgamento de Sofonias encontra seu cumprimento na Cruz, onde a justiça de Deus cede lugar à Graça que nos resgata do pecado e nos restaura pelo amor sacrificial de Cristo
