Coleção pessoal de testeteste123

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"Eu venci. Eu colhi as maravilhas lindas que Deus trouxe até a mim."

"Existem apenas dois tipos de pessoas neste mundo; Os facilitadores e os complicadores."


Não tem meio-termo, ou você é um, ou você é outro.

IMPOSSÍVEL


O impossível, pode ser apenas algo que foi impedido pelo medo de tentar.


Cícero Marcos

⁠O Suficiente de Cada Dia.


Antes, achava que nada eu tinha,
me faltava tudo era o que eu sentia.
Mas comecei a ver as pequenas migalhas,
as gotas discretas, bênçãos sem falhas.


O que parecia pouco, mirrado demais,
era cuidado divino em porções iguais.
Como o maná que cai só pra hoje bastar,
Deus me ensina, dia a dia, a confiar.


Recolhi com fé o que Ele mandava,
e percebi: era tudo que eu precisava.

Se você não se afastar das falsas amizades, elas irão te levar pra destruição, cuidado com quem você anda.

Psicopatas são pessoas adultas que podem ser muito sedutoras, podendo apresentar o ego inflado e um grau de insensibilidade altíssimo. Logo, podem agir com frieza e armar presepadas e premeditar com perversidade os crimes mais brutais e cruéis.

​"A sorte é o álibi do covarde que prefere o mistério ao autoconhecimento."

O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida


Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma utopia planetária: a de transformar o mundo numa pequena aldeia global.


É nesse contexto que surge o ecrã como mediador privilegiado da relação entre o indivíduo e o mundo. O primeiro protótipo foi o cinema, que procurou universalizar experiências e imaginários. Contudo, o seu acesso restrito tornou‑o insuficiente para concretizar a utopia global. A televisão surge, então, como segundo ecrã, levando o mundo para dentro de casa e inaugurando o sedentarismo mediático. Ainda assim, permanecia uma limitação decisiva: o espectador não escolhia; apenas consumia o que lhe era programado.


O terceiro ecrã, o ecrã digital, supera os anteriores. Cabe no bolso, acompanha o indivíduo para todo o lado e apresenta uma luminosidade quase hipnótica. Com ele, o ecrã globaliza‑se definitivamente. Tudo passa a integrar a chamada dialéctica digital: cinema como tese, televisão como antítese e ecrã digital como síntese.


Mas esta síntese não representa, como se poderia supor, um progresso emancipador. Longe disso. O ecrã digital transforma‑se numa nova tese, cuja antítese são os dados e cuja síntese se manifesta nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram. Estas plataformas tornaram‑se os templos do nosso tempo: espaços de confissão, adoração e validação simbólica, onde as visualizações substituem os hossanas e o like ocupa o lugar do amém.


Neste novo regime do visível, falar deixa de ser apenas um direito e passa a ser uma exigência. A exposição converte‑se em critério de existência, enquanto o silêncio começa a ser interpretado como ausência ou suspeita. O indivíduo não é apenas utilizador do ecrã; torna‑se matéria‑prima de um sistema que vive do cruzamento de dados.


O problema não reside na tecnologia em si, mas no tipo de poder que nela se infiltra. Fornecer dados a um desconhecido é o primeiro passo da dominação. Saímos, assim, de uma política centrada na administração do corpo, como analisou Michel Foucault, para uma política de gestão da mente, descrita por Byung‑Chul Han como psicopolítica.


Hoje, a vigilância já não se impõe pela força nem pelo medo. Ela seduz. Apresenta‑se sob a forma de liberdade, desempenho e auto‑realização. A coerção tornou‑se interna. Vivemos numa sociedade hiperactiva, onde o repouso e a contemplação se encontram ameaçados. Mesmo no espaço íntimo, o ecrã permanece presente.


É aqui que emerge o que podemos chamar de “terceiro olho”: uma vigilância invisível que tudo observa o que publicamos, curtimos, comentamos e partilhamos. Não é um panóptico clássico nem um soberano autoritário. É um olhar que sorri, convida e encanta. Não reprime desejos; fabrica‑os.


Este processo não aponta para uma distopia longínqua, mas para uma transformação já em curso. A democracia corre o risco de se converter em ditadura digital, e os Estados nacionais podem tornar‑se dependentes dos gigantes tecnológicos para controlar as suas próprias populações, comprando dados que hoje lhes são entregues gratuitamente.


Estamos, assim, diante de um novo vocabulário político. Um regime em que a voz é permanentemente controlada e medida, a vozcracia, e em que o silêncio é progressivamente incentivado e aplaudido, suspeito ou invisibilizado, a silenciocracia. Eis o horizonte inquietante da sociedade seduzida pelo ecrã digital.

Sua vida é um ventríloquo: o "acaso" fala, mas a mão que move as cordas é a sua memória reprimida.

"Você não está seguindo um caminho; está apenas sendo empurrado por fantasmas que se recusa a nomear."

​O destino é o pseudônimo que você usa para não assinar as próprias falhas.

Arrisque mais agora, para não ter de corrigir depois; não aguarde convites, produza o acontecimento.

A vida só se torna 'sina' quando você se torna um estranho para as suas próprias raízes.

Enquanto sua sombra dirigir o carro, você continuará achando que a estrada é um labirinto místico.

Você não é vítima da sorte, é prisioneiro de uma bússola que nunca ousou olhar.

O destino é a desculpa preferida de quem ainda não aprendeu a traduzir os próprios impulsos.

Sua vida não é um roteiro pronto; é um eco de tudo o que você trancou no porão.

Você chama de 'escrito nas estrelas' o que, na verdade, foi ditado pelos seus silêncios.

​O "acaso" é apenas a assinatura de um autor que você ainda se recusa a conhecer no espelho.

O milagre de abrirmos os olhos ao acordar é como o desabrochar das flores indicando o recomeço! Bom e abençoado dia!🌷🪷💐🌸🌻🌹