Coleção pessoal de testeteste123
Profissão: atividade remunerada regulamentada.
Ocupação: atividade remunerada não regulamentada.
Vocação: atividade não remunerada regulamentada.
Aposto que não consegues te agarrar a este pensamento, que é o de te manteres no firme propósito de não ficares vagando de idéia e aqui te fixares, fazendo disso a base para conheceres a realidade. O teu propósito é guardar-te de fugir do que realmente sabes. Usa isto como um amuleto contra o que quer que tu permaneças na ignorância e nas trevas. Sabendo o agora, não terás nem passado, nem futuro. Não escaparás de ti mesmo, que estás neste lugar.
...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total.
Sentindo que a "Guerra Santa" estava a fugir do controle, os líderes ocultos da Irmandade — o prefeito de Londres, Sadik, e o de Nova York, Erik, cujas administrações tinham se tornado os centros logísticos do califado ocidental — deram a ordem final preseguir todos contrarios a fé..
retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
Ô pátria amada
Ô pátria amada
Não deixaremos morrer
Ô pátria amada
Sempre vamos
lutar por você
A cada dia que passa
A nação está em chamas
Não é o fogo que traz vida
É o fogo que espalha a morte
Precisa renascer das cinzas
Enquanto muitos ainda destroem
Tu és braseiro
Brasa viva,
pátria amada
Ainda há sementes no chão
Ainda há mãos que sabem cuidar
Do meio da fumaça nasce o amanhã
E a esperança não deixou de brotar
Ainda há um amanhã sendo gestado
No coração de quem não desistiu
PARA LAURA CARDOSO
Demétrio Sena - Magé
(Minha tietagem à Dona Laura tem motivo específico: sua personagem no remake da novela Irmãos Coragem, anos atrás, lembrou muito minha mãe, nas expressões, na maneira de falar e principalmente nos olhos. Foi daí que passei a prestar atenção no talento genuíno dessa atriz e no caráter da pessoa, pelas entrevistas que assisto, quando posso. O texto abaixo não é recente; já o publiquei, pouco depois da novela, e hoje senti o desejo de republicar, tocado por saudades de minha mãe)
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Já te odiei muitas vezes. Tantas outras te amei. Senti raiva, ternura, nojo, piedade, simpatia e desprezo. Mescla indizível de sentimentos, e todos eles bem acompanhados de um, em particular: emoção. Sempre muita emoção.
Tive (e tenho) tudo isso por ti, porque teu talento me fez ter. Continua fazendo, à guisa das damas e indigentes, heroínas e vilãs, peruas e matriarcas, camponesas e outras personagens simples que tiveram a honra de ser vividas (e continuam sendo) pela tua excelência e magnitude artísticas.
Quando assumes tuas personagens, não apenas atuas. Tu és as próprias, interinamente, no espaço em que as câmeras te focalizam fazendo recordar que nós, expectadores, aguardamos convictos de que nos farás viver intensamente as tramas fantásticas do faz-de-conta. Tramas tristes e alegres, hilárias e sérias, profundas e superficiais, todas muito bem assumidas pela tua genialidade.
Não sou teu fã, porque fã é "nático" e quer pedaços do ídolo, pontas da estrela, cascalhos do astro. Sou admirador silente... e dispenso autógrafos, abraços, conhecer pessoalmente, roubar casquinha do teu brilho de primeira grandeza.
Esta crônica só quer desatar o nó; só deseja eclodir a manifestação, fazer modesta justiça. Juntar-te nestas pautas, a outros veteranos que estão no teu patamar, mas que são mais alardeados, embora eu imagine que nem busques alarde, badalação, grandeza.
Quero, enfim, manifestar meu ódio, amor, desprezo, ternura, nojo e raiva de ti... sempre amando a maestria com que me fazes sentir tudo isso.
E te amando em cada personagem.
Em menos de dois anos, dona Laura completará cem anos de vida... e de muitas emoções divididas com todos nós.
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Respeite autorias. É lei
O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado.
retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
Dizer adeus dói, mas aceitar que não somos mais os mesmos dói ainda mais. Siga em paz, meu eterno ex-amor.
Certas histórias precisam terminar para que a nossa própria vida possa continuar. Adeus ao que fomos.
Não é um adeus amargo, é apenas a minha liberdade batendo na porta. Me perdi em você, mas finalmente me encontrei.
Obrigado por tudo o que vivemos, mas hoje escolho a mim. Adeus e que você encontre a sua felicidade.
Adeus, meu ex-amor. Guardo as memórias boas, mas sigo em frente com a certeza de que nossos caminhos agora seguem direções diferentes.
O problema central da nossa época não é a ignorância, mas a incapacidade de transformar informação em sabedoria
