Coleção pessoal de testeteste123
Não gosto de ser pouco; sou tudo o que sou. É quase um insulto não ser inteira. Se eu não sou eu, quem será?
É mais difícil curar do que machucar.
É mais difícil amar do que odiar.
É mais difícil viver do que morrer.
Amo-te.
Tentei mentir para mim mesma. Afogar esse sentimento que nunca entendi. Falhei. Sempre falhei.
E quando eu penso em você
O sentimento é tão intenso
É um grito no silêncio
Um adeus que sempre penso
Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?
Você irá perceber que nenhum deles começou grande;
Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.
Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.
ENVERGADURA DA ALMA
Aninho os meus sonhos no peito
e envergo a alma para que se encaixe
neste corpo que, aos poucos, perde
a elasticidade da juventude.
Na penumbra do quarto,
escorrem pensamentos borrados
que pintam vitrais disformes
do tempo.
As pálpebras, levemente cansadas, estendem-se em cortina de voal esvoaçante,
que me levam ao útero materno onde, em posição fetal, adormeço.
Lu Lena / 2026
A escalada da vida é difícil, árdua e cansativa.
As vezes a vista é linda.
Continue escalando e não desista.
Ao atingir o topo a vista é espetacular.
Vai valer a pena.
Tudo tem um processo.
Mudar dói, ficar igual sufoca.
Esperar exige fé, agir exige força.
Nada é fácil, mas tudo ensina
"Um cristão genuíno, jamais dirá o que pensa. Pois a ele, basta dizer o que Cristo quer que seja dito."
Às vezes, me pego pensando... É nessas horas, quando acolhemos as fragilidades e tristezas que moram em nós sem pedir licença, que surge a força para criar textos complexos. Textos capazes de iluminar, mas que alguns desavisados — aqueles desprovidos de experiência ou sem dor aparente — talvez não consigam compreender. Ah, aí é fácil: basta soltar as palavras ao vento, e ele faz o resto. Leva consigo a dor iminente, para um lugar que nem imagino, pois imaginação não é meu forte.
Do caroço da fruta, sou o que resta,
um eco do que já fui.
Na vida que carrego, amei verdadeiramente —
amor que morreu, silêncio que ficou.
Precisei emprestar meu próprio eu,
desajustado, estranho a mim mesmo,
e devolvi o que não me cabia.
Fizeram de mim um ser largado,
rasgado, perdido no mundo alheio.
Deitaram-me em leito de espinhos,
gemidos presos em gritos mudos,
fogo gelado que queima por dentro.
Minha alma ardia, descartada,
na lata do lixo onde o bicho devora,
latidos de abandono.
Um gato de sapato bicudo,
matador silencioso no canto da casa,
olha e sorri com malícia fria.
Cavei minha própria cova,
enterrado com a terra que tirei,
assustado despertei,
e voltei a dormir —
perdido no labirinto de mim mesmo.
