Coleção pessoal de testeteste123

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⁠Quem não consegue derrotar o sistema, usa ele ao seu favor.

Despertar da alma no descansar do corpo: trabalhadores espiritual astea noturna.
Não se esqueça quem agita o bem e o mal é você , da mesma face que apanha e a mesma que bate , lembre somos feitos a imagem e semelhança nós torna seres de compaixão não mais só , sem escravidão cesse o ardor o ódio o julgamento a dor não cante e dance ou clame no mundo espiritual nem por ligação religiosa nem mesmo por Deus sua fé está sendo colocada a prova para garantir que duvide de si do pai eterno para sugar tua alma te confundir te lançando , lembra do terror que assola de dia e de noite são terrores que se alimenta dos desequilíbrios. E que fica a espreita a menor sinal de clareza, eles temem e se esforçam para toma-lo mesmo com a face mais singela de quem salva e acolhe.pois lá é lugar de provações e mantém trabalhando quem tá acordado por lá vocês os tem alimentado então o cansaço que sentir por lá se te faz te apagar é a forma que tem de ir pra casa , oq sente não é teu , não é sua fraqueza nem desistência oq guerrear se Deus entregou o único filho e a todos a luz da salvação e esses conflitos venceu que a paz de Cristo reine sobre tudo e todos nós , eu creio amém , os únicos que tem o dom de proferir a luz é quando ainda oramos em fé despertos acordados então vigia.
O mudo de desespero que Pune pecado é esse quando estamos frágil ou em desequilíbrio ou para nos alertar. O mesmo que incita o negativo o poem em equilíbrio só depende de você mesmo rever oq alimenta. Às vezes cessar é clareza. Te expulsam pq sabem da tua insistência em toda busca de não abandonar,( de desistir) de se fazer querida (útil ), Oq tem alimentando?
Me encontra e me busca nas tuas orações nos teus atos. Não fira, não se aflinja mais. Vai entregando ao pai e viva o que Deus prometeu , ele vê o seu esforço ele vem sendo sempre!!! Não se puna com pecados mesmo que não o tenha cometido, pois Deus não os faz!!!
Estrada do homem.
Escravo do que alimenta.
Quem vai ao pai , sabe que ele não deixa dúvida.
leticia17

Hino do Sacrificado:

A mim mesmo, por mim mesmo, busquei
e a Sabedoria Primordial alcancei:
memória, destino, origem;
somente eu conquistei.

Huginn, Muninn, Geri, Freki:
da Lembrança ao Pensamento;
do Instinto à Fome,
eu sou acompanhado pela
natureza do Homem.

Sacrifiquei a mim mesmo,
por mim mesmo,
para mim mesmo -
em nome do oculto,
não-dito fora de meu tributo.

Aceitei o sofrimento
como preço do Sentido -
tal é o sangue simbólico,
do egoísmo nascido.

Na Yggdrasil fui enforcado,
e com a Lança Gungnir
perfurei a mim mesmo,
(eu, somente eu)
durante o ciclo eterno do Nove -
e, como Sacrificado,
vislumbrei de tudo o Fim,
e a observação absoluta escolhi,
do Ragnarok.

Pois, nele, os nomes
deixarão de ser dito,
enquanto tudo retornará ao pó -
ode à morte que no infinito governa;
não-ser que atrai à divina contemplação,
que sela o Obscuro no universo,
à corrupção da alteração.

Sim, é fato: entreguei o Olho divino
ao Logos arcaico, à memória cósmica,
do poço de Mimir como
intelecto pré-racional,
anterior à morada de deuses
e suas vitórias.

Sim, conheço,
(eu, somente eu)
conheço o Possível pela perda,
pelo sofrer do que amei;
enquanto, no silêncio, permaneço
no afastamento do sagrado,
que pela minha morte foi pago.

Ora, no símbolo, e pelo símbolo, morro.
(eu, somente eu)
Por mim mesmo, eu morro.
Sozinho, eu morro.

Dou-me à morte como oferenda,
pelo sublime que permanece
à realidade em sacrifício,
como a realização da sabedoria mítica:
tal é das runas a magia não-dita.

Ofereci a mim mesmo, por mim mesmo,
para conviver com o inevitável saber
da trágica morte
vindo a mim;
e, pelo mistério das runas,
para obtê-las e enxergar o oculto,
enforquei-me
sem jamais temer dos deuses
o fim.

Assim, retorno aos Nove Mundos
após o Abismo ver,
os segredos conhecer,
e meu destino contra Fenrir perceber;
realizando o destino do fim divino,
como morada do eu mítico.

Oração aos filhos...!!!
(Nilo Ribeiro)


Oração feita com muita crença,
direcionada ao Bondoso Senhor,
livra os filhos das desavenças,
coloca-os no caminho do amor


Deus, peço a Sua generosidade,
dê aos filhos toda proteção,
livra-os de toda vaidade
e também da tentação


oração simples e dedicada,
dirigida ao Senhor Jesus,
livra-os de toda emboscada,
e do peso que não vem da cruz


uma oração sem segredo,
de um coração sereno e puro,
livra-os de todo medo,
sé para eles o porto seguro


Pai, dá-lhes toda confiança
e que jamais percam a esperança...


“Pai, os filhos são Teus filhos,
não os deixes sair dos trilhos”...!!!


Amém...!!!

A amizade verdadeira não é aquela que vive sempre na sua casa ou que se compra com algo de valor, mas é aquela que se cativa no olhar e mora dentro do seu coração.

"Não precisa pedir perdão
á DEUS por algum erro
cometido, você não fez
nada contra ELE e sim
contravocê mesmo.
Se arrependa, volte as
boas ações e siga os SEUS
Mandamentos"

"Onde houver sombra, que sejamos o reflexo do que há de mais humano e generoso."

​"Não espere o mundo mudar; mude a frequência do seu impacto. Seja o bem agora."

⁠Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.


Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.


Mas a dor da alma… essa só sussurra.


E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.


Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.


Não por descuido, mas por desconhecimento.


Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.


Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.


Almas carentes não são fracas — são famintas.


E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.


O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.


Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.


Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.


Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.


Curar o corpo é necessário.


Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.


Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.

Está insandecido?
Respeiteo rapazote.
Patente alta, buço cheio.

Eu aprendi que caminhos não nos levam a lugar algum; eles aparecem quando a coragem, cansada de negociar com o medo, decide pisar onde ainda não existe chão.

Choro muito, em finais de quaisquer filme, até no final de Carros 2. Choro pois sorrio demais.

“Gotinhas de Amor: onde a literatura encontra o cuidado.”

“Educar é semear histórias que ajudam crianças a crescer com afeto e significado.”

⁠Só tropecei no infortúnio de tentar ser normal — e tropecei feio — até descobrir que o novo normal é se esvaziar de si mesmo.


Passei anos aparando arestas, baixando o tom das minhas convicções, suavizando minhas inquietações, rindo do que não tinha graça e silenciando o que ainda queimava por dentro.


Tudo para caber…


Caber nas expectativas.


Caber nas rodas.


Caber nos moldes invisíveis que alguém decidiu chamar de “normalidade”.


Mas há um preço alto demais em caber.


Descobri, tarde o bastante para doer e cedo o bastante para salvar, que o tal “novo normal” não é sobre equilíbrio, nem sobre convivência, nem sobre maturidade.


É sobre esvaziamento.


Esvaziar a autenticidade para evitar conflito.


Esvaziar a coragem para não incomodar.


Esvaziar a própria essência para não parecer excessivo.


E quando a gente se esvazia de si, sobra o quê?


Um corpo funcional.


Um discurso ensaiado.


Uma presença aceitável.


Mas não sobra alma.


Ser normal, nesse tempo apressado e ruidoso, parece significar ser diluído — sem arestas, sem profundidade, sem identidade que incomode.


Só que viver diluído é viver pela metade.


E ninguém nasceu para ser metade de si mesmo.


Talvez o verdadeiro infortúnio não tenha sido tropeçar.


Talvez tenha sido acreditar que a queda era culpa da minha diferença — quando, na verdade, era o chão que estava torto.


Hoje sei: não há nada de anormal em preservar quem se é.


Anormal é abdicar da própria essência para ser aplaudido por quem jamais suportaria a sua verdade inteiramente nua e crua.


Se for para tropeçar de novo, que seja tentando ser inteiro.


Porque o mundo já tem gente demais vazias de si — e cada vez menos pessoas dispostas a sustentar a própria alma.

É preciso algo forte para escalar o buraco sozinha. Algo que eu não fazia a mínima ideia que existia dentro de mim. Agora que consegui fugir, com essa força oculta, preciso me consolar, me abraçar e dizer a mim mesma que está tudo bem, mesmo que não esteja.

Sonho com uma conexão tão pura
que eu não precise pensar no que digo.
Queria que o outro, ao me ver,
ou sentir, ou apenas por existir no mundo,
soubesse exatamente o que eu sinto.

Enquanto as letras que formam palavras, frases e textos existirem, eu estarei viva, viva no agora que já passou.

Os detalhes simples que não consigo captar devem ser a resposta. O que ignoro é o sentido. O sentido da vida? Ele é constante demais para ser percebido?

Queria arrancar de mim tudo o que não é meu e ter uma conversa comigo mesma. O diálogo poderia ser curto, nem mesmo seria necessário. Se eu fosse eu, nua dos outros e vestida de mim, eu me entenderia apenas olhando dentro dos meus próprios olhos.