Coleção pessoal de testeteste123
Nunca deixe que alguém faça com que você se sinta inadequado, por suas cegueiras absolutas. Você é livre para pensar, sentir e tomar suas próprias conclusões, conforme seus sentimentos, e percepção da realidade.
Limitação de raciocínio, é patologia.
A inveja é um peso que carrega o coração, mas o amor é a liberdade que o alivia. Quando escolhemos o amor, soltamos o peso da comparação e encontramos a paz.
A vida é um presente precioso, vamos amar sem reservas e aproveitar cada momento como se fosse o último.
"A fé é compreender que cada cravo de dor é, na verdade, um ponto de fixação para a ascensão do espírito ao seu destino glorioso. "
Sabe porquê que não te publicaram ontem? Nem você publicou alguém?
Porque você não se orienta e não se decide na relação. Você é intolerante gera dúvidas constantes.
Você aparenta ser de um ou uma, mas demonstra ser de todos ou de todas.
Enquanto você não parar e segurar quem realmente vale a pena, o ciclo irá continuar.
Nos dias do amor, você entenderá que parace que você não tem lugar na vida de ninguém.
Mas o pior não é isso. É na verdade, que num canto qualquer do mundo, há naquele mesmo instante, alguém que fortemente espera por um telefonema seu, ou por uma mensagem sua.
Ganhe rumo. O amor importa.
Alguns comemoram a sua vitória.
Outros fingem não ver.
E há quem se incomode com ela.
Mas a verdadeira diferença…
é que nenhuma dessas reações muda o seu destino.
Pare de buscar aplausos.
Foque em quem realmente importa: você.
Poema: União de Corpo e Alma
A cada toque, me entrego inteira a ti, ó meu amor.
Vivemos fantasias ardentes, que o tempo não apagará.
Teu olhar acende em meu peito uma chama suave.
Dos teus lábios saem sussurros que me prendem em seu encanto,
e eu me deixo levar, cada vez mais envolvida.
Nossos corpos se encontram, contando o segredo que guarda o amor.
Quando o céu nos beija em seu ápice, adormecemos entrelaçados,
selando nosso vínculo em um abraço eterno.
Nosso silêncio fala mais que mil palavras escritas,
meu coração conhece o teu, sem precisar de vista.
Em cada gesto, um pacto de alma a alma tecido,
o laço que nos une é puro, sem nada oculto.
Teus sonhos se entrelaçam aos meus, como riacho ao mar,
e na profundidade desse amor, encontro a minha paz.
Não há mais dúvida nem medo que possa nos separar,
pois somos um só ser, em corpo e em pensar.
Um dia, a gente descobre que tudo teve uma razão, tecida de tristeza e de alegria
Um dia, a gente percebe que tem discussão que claramente não vale a pena
Um dia, a gente agradece e fica mais forte, pois com certeza, a gratidão fortalece.
Um dia, a gente aprende aquela lição que mais precisava, um feito resiliente
Um dia, finalmente, a gente cresce e passa a prestar mais atenção, visão que eleva a mente
Um dia, a gente terá esta bênção alcançada; nada que está sendo vivenciado será em vão
Um dia de cada vez, a gente segue vivendo a própria jornada com Deus e sua Proteção.
A beira da consciência
A engrenagem que nos move não faz barulho suficiente para nos alarmar,
apenas o estalo fino do vidro sob os pés. Trocamos o silêncio das florestas pelo ruído confortável das certezas prontas, e depois perguntamos por que o mundo anda ansioso. Somos arquitetos de urgências inúteis, especialistas em apontar o dedo com a mão que ainda segura a faca invisível do privilégio. Queremos pureza, mas só até onde não desorganize nossos hábitos; queremos justiça, mas sem abrir mão do trono minúsculo que defendemos no cotidiano. Há um teatro permanente entre o que postamos e o que praticamos - uma vitrine de virtudes iluminada por dentro e vazia por trás. E, no fundo, talvez o que mais nos assuste não seja o colapso das estruturas, mas a possibilidade de encarar o espelho sem filtro algum e perceber que o sistema que criticamos respira através de nós. O mundo não está apenas à beira de uma crise, ele está à beira de uma consciência. E consciência, quando desperta, não é confortável. É brutal no sentido mais cru: desmonta, expõe, tira a roupa das ilusões e deixa o ser humano nu diante do que escolheu se tornar.
As respostas que buscamos estão dentro de nós, e podem ser interpretadas de várias formas: como Deus, o Universo, a Alma, a Vida, a Energia, o Sentimento, a Vibração, a Consciência, a Imaginação, o Racional, a Luz, o Criador, o Pai, o Amor, ou qualquer outra forma que cada um de nós compreenda. Não importa o nome que damos a isso, o que realmente importa é que essa força interior, presente em todos nós, contém as respostas que precisamos ouvir, sentir, seguir e agir. É importante estar atento, ouvir e se conectar com isso, pois é essa conexão que nos orienta, nos mostra o caminho e dá sentido à nossa vida.
Porque é nas cicatrizes
que o amor cria raiz.
Elas não afastam
— aproximam.
E quando dois corações
se reconhecem feridos,
descobrem que curar juntos
também é uma forma de amar.
O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.
Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.
Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.
Ali, onde quase tudo é pouco.
Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…
Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.
O que quase sempre sobra é muito medo.
Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.
Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.
E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.
Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.
Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.
É nas cicatrizes que
o amor decide permanecer.
Não para consertar o que foi quebrado, mas para provar
que ainda há beleza no que sobreviveu.
Porque amar é escolher ficar,
mesmo onde a dor já morou.
